Dos 12 grandes, vi alguns. A tal parada de 30 dias normalmente gera expectativa de melhora e quase nada acontece na prática. Mas dessa vez, parece, não será bem assim.
Flamengo – Melhorou consideravelmente. Apesar do jogo contra o CAP ter sido normal e com riscos de eliminação, houve melhora. No Maracanã, um baile contra o Goiás.
Vasco – Melhorou bastante também. Jogou uma boa partida contra o time reserva do Grêmio e não fosse a arbitragem provavelmente teria vencido ao fazer 2×0. Após esse lance o time mostrou fragilidade e tomou a virada. Mas melhorou do primeiro semestre.
Fluminense – Joga hoje.
Botafogo – Melhora leve. É um time dentro de um limite apertado. Contra o Cruzeiro é difícil porque a proposta dos dois é a mesma. Então ficou aquele jogo horrível. Mas é um time bem treinado.
São Paulo – Melhorou. Nada absurdo, mas brigou em campo e se mexeu mais. As saídas parecem mais importantes do que os treinamentos durante a Copa América.
Palmeiras – Igual. Ou seja, ganhando. O futebol não é lindo de ver, mas é altamente competente.
Corinthians – Não vi.
Santos – Não vi.
Cruzeiro – Mesmo futebol. Um time forte que não quer ter a bola pressionar 0 adversário. Espera uma chance e faz. Eu gostaria de ver mais desse time, mas inegavelmente funciona.
Atlético MG – O que se viu quarta-feira é de uma apatia assustadora.
Grêmio – Melhorou. Voltou a tocar a bola, ter um padrão e criar chances. Um jogo com reserva, outro com titulares. Ainda falta o último passe. Mas melhorou com a parada.
Inter – Não vi.
RicaPerrone
Quando o São Paulo anunciou o tal de Aristizábal em 1996 ninguém sabia quem era. As coisas não eram faceis como hoje, não tinha internet e descobrir algo sobre um jogador colombiano era quase impossível sem ser via a opinião de um jornalista qualquer.



O Paulistão chegou às semifinais com um cenário encantador. Embora o campeonato em si seja ruim como todo estadual, a reta de chegada criou dois jogos muito interessantes.

Alguns acham que o Brasileirão de pontos corridos é justo por ser “todos contra todos”. Eu lhes digo há anos que é exatamente esse um dos fatores que o torna bem mais injusto do que terminar em confrontos diretos de interesses iguais.