Parou! 9 rodadas e pausa até o final da Copa. E então, a AirStrip faz um balanço do que foi dito nas redes sociais sobre o Brasileirão até aqui. E para o bem ou para o mal… sempre ele, o mais popular: Flamengo.
Confira!

Parou! 9 rodadas e pausa até o final da Copa. E então, a AirStrip faz um balanço do que foi dito nas redes sociais sobre o Brasileirão até aqui. E para o bem ou para o mal… sempre ele, o mais popular: Flamengo.
Confira!

A “FlaTwitter” segue alucinada e só dá Mengão nas redes sociais. O levantamento da AirStrip sobre a sétima rodada, completinho pra você:

A AirStrip mostra tudo que foi dito nas redes sociais sobre a quarta rodada do Brasileirão. Nesta, até em virtude da abertura da nova Arena no sábado, o Timão ficou na frente. Fla-Flu foi o clássico mais comentado.
E na série B, o Vasco é quase a soma de todos os demais.

De possível rebaixado a “veja bem, vamos aguardar”, o Botafogo gera dúvidas e supera as expectativas do mais otimista dos torcedores, se é que há algum.
Não porque venceu o Criciúma, mas porque encontrou Daniel, jovem de 20 anos que era uma promessa na base do Cruzeiro e o Fogão foi busca-lo em 2013 para aguardar a hora certa de lançar.
Não foi hoje sua estréia. Mas foi, também.
Qualquer um pode vencer o Criciúma. Por 6×0, nem todos. E isso causa um delicioso desconforto em quem avalia as reais possibilidades do clube na temporada.
Rebaixamento, como muito se falou? Já não sei mais. E se…?
E se o Carlos Alberto jogar bola? E se o Daniel for um novo grande craque? E se este trio, que se completa com Sheik, surpreender todo mundo?
E se for apenas um surto de bipolaridade e o “rebaixado” volta aos campos semana que vem?
Não sei. Nem você sabe mais.
E isso, por si só já torna tudo mais interessante.
Porque não é pra ser. Nem diria que será. Apostar? Nem pensar.
Mas vai que…
abs,
RicaPerrone
A AirStrip divulga mais um balanço do que foi dito nas redes sociais durante mais uma rodada das séries A e B do Brasileirão! E a “Fla Twitter” tá forte.


Talvez o duelo mais inacreditável da noite no Pacaembu não tenha ficado por conta de SPFC e Coxa, menos ainda entre um zagueiro qualquer e um atacante perigoso.
Quando a escalação foi colocada a público Muricy desafiou a lógica. Em casa, contra um time do Roth, tirou o poder de criação da equipe. Os dois meias foram pro banco e numa rara cara-de-pau entregou de véspera que iria jogar no cruzamento e nada mais.
Eram 4 homens na frente. Dois bem abertos, ninguém no meio. Uma ligação desesperada entre volantes/zagueiros e atacantes. Bico pro alto, mais precisamente.
E em meio a alguns deles, um escanteio surgiu pra salvar o jogo da mesmisse.
Aí o Coxa virou enquanto o Tricolor brigava com a lógica. Muricy colocou Ganso e Ademilson, corrigindo uma formação que ele mesmo havia inventado.
O time empatou num lançamento do Ganso para o Ademilson.
Bingo! Muricy mexeu bem, é gênio. A ele, aplausos pelo empate.
A quem interessar, os créditos pela escalação absolutamente sem sentido e pela mania de tentar ganhar partidas de futebol sem necessariamente jogá-lo.
abs,
RicaPerrone
O que disseram nas redes sociais sobre a segunda rodada das séries A e B do Brasileirão?! Cariocada gosta mesmo de futebol hein? E o assunto mais comentado? A AirStrip conta tudo neste infográfico.
Confira!

Quando me disseram que o jogo da Portuguesa havia sido interrompido com uma liminar, estava numa festa. É claro que imediatamente repassei a informação aos demais convidados e a maioria reagiu com o natural “desgosto” de ver uma paixão em tal situação.
“É o fim”. “O futebol brasileiro acabou!”. “Imagina se isso acontece na Europa”, entre outras frases previsíveis eram o som ambiente após a notícia.
Pois eu não concordo. Pra mim, Lusa interrompendo jogo, Vasco sendo prejudicado aos 45, complos virtuais de torcidas contra esse ou aquele, é apenas o grande recomeço.
Não haverá mudança alguma no futebol brasileiro simplesmente porque quem pode muda-lo não está interessado. Já é interessante pra maioria deles como está.
Enquanto puderem levar adiante, levarão. E quem pode mudar alguma coisa não sabe como. Apenas um nó cego pode mudar isso.
Aquele que nenhum acordo desata. Aquele que independe de relações obscuras para se resolver. Aquele que envolve terceiros, torcedores, inocentes, gente de fora do “sistema”.
Sistema e “esquema” só é ruim pra quem tá fora dele. Quando dentro, ninguém reclama. E muita gente tá dentro. Não por serem ruins, mas por ser uma coisa viciada, viciante, sem alternativas para sobreviver sem seguir a cartilha.
Onde quero chegar?
A ação que recoloca a Lusa na série A só pode ser de um torcedor. E este, seja quem for, não sabe se o seu clube se vendeu ou apenas errou. Ele torce pra Lusa e portanto nenhum acordo o atingirá. Ele vai ter liminar a favor, contra, mas vai incentivar outros que não aceitem o que não está claro.
E uma hora, para poder seguir rolando a bola, vão ter que esclarecer.
Aí mora o novo futebol brasileiro.
Não vão profissionalizar os árbitros porque acham que é bom. Mas se o Vasco for prejudicado aos 45 e ver um título mudar de mãos, talvez a pressão do consumidor consiga fazer isso.
Não querem uma liga independente da CBF. Mas se as liminares não permitirem que o campeonato ande, terão de fazer uma.
Não conseguem pensar nem por um minuto numa solução pra um futebol melhor sem imediatamente tentar achar um modelo pra copiar. Brasileiro não pensa, pesquisa. Ele vai atrás de uma solução existente criada por um terceiro pra poder copiar.
E então, nota que nem tudo que funciona na areia funciona em terra batida.
Portuguesa e Vasco, neste momento de revolta do torcedor, são duas esperanças de algo que pode determinar um novo futebol brasileiro. A profissionalização dos arbitros e a tal da Liga.
Aquela que fizeram em 87 e hoje renegam por uma tacinha ou mero clubismo. Aquela que Eurico assinou nas costas dos seus parceiros e deu a CBF o “poder” de jamais ter como reconhecer o campeão de fato.
Eu adorei saber que não teve jogo ontem. E vou adorar saber cada problema que impedir o Brasileirão de começar ou continuar. Até que chegue em Rede Globo e patrocinadores. Empresas que, de fato, podem ameaçar a brincadeira e força-los a mudar.
Não vai haver novidade partindo da boa fé de dirigentes que sequer sentam na mesma mesa. Mas se a torneira ameaçar fechar, vai.
Só um nó cego pára e repensa o futebol brasileiro. Talvez ontem tenha começado este nó. E não, não é o fim.
É o recomeço.
abs,
RicaPerrone
Eu ouço o discurso repetido que defende o formato de pontos corridos, atualmente na UTI, e tenta fazer com que ele não seja devidamente sacrificado. Falam em “mais justo”.
E eu pergunto a você, torcedor, se em algum momento você parou pra olhar o critério de “justo” no final da tabela e avaliou se os jogos finais, os que decidem, são de fato “justos”?
Estive observando. Alem dos entrega-entrega de todo ano, como é justo que um time faça 38 jogos duros para, por exemplo, não cair, enquanto outro no final pegue 3 times de férias e portanto ganhe 9 pontos que o rival não teve de presente?
Onde é justo por exemplo que o rebaixado enfrente o Cruzeiro 2 vezes com força total enquanto outro pode fechar o ano jogando contra ele de férias?
Cadê aquele discurso de “todos contra todos e o melhor vence”?
Claro, venceu. Como outras vezes não. E como obviamente se tivesse mata-mata no fim o campeão teria mudado em pelo menos 50% das vezes. Pouco importa. O ponto é outro.
Como pode ser mais justo que o Vasco decida seu rebaixamento contra 2 times de férias e o Bahia com 4 confrontos diretos, por exemplo? Quem determinou, portanto, que houve 38 rodadas num mesmo nível de dificuldade para ambos e cai o pior?
Olhe a tabela. Faltam 5 determinantes rodadas. Veja quantos times “de férias” vão decidir vagas, rebaixados e crises por ai. E me diz, então:
É mais justo que confrontem 2 times dentro do mesmo interesse pra determinar o resultado final ou que ele seja determinado pela sorte da tabela empurrar times desinteressados, de férias ou dispostos a entregar jogos pra resolver o campeonato?
Será mesmo que o formato está na pauta dos dirigentes e patrocinadores com enorme pressão pra voltar ao mata-mata se ele foi tão “interessante” assim nos últimos 10 anos?
abs,
RicaPerrone

Não tem data, “o jogo”, “o gol”, ” o herói”. Campeonato de pontos corridos é chato pra caralho por tirar do futebol suas maiores histórias que são invariavelmente atreladas a uma final.
E então o Cruzeiro, campeão em outubro, resolveu escolher uma data e fazer sua final de mentirinha. O Grêmio, dia 10/11, em casa. Perfeito!
Contra um time do G4, “confronto direto”, casa cheia, rival jogando sábado, a cidade só pra eles. Mas tinha que vencer, mesmo que isso não significasse o fim do “ainda não”.
E para ser humilde num mar de arrogância conquistada, fizeram gol de canela.
Mas o Cruzeiro 2013 é tão esnobe que quando faz de canela é de voleio. E pra que nunca mais se lembre do que fez, o centroavante cai e desmaia, apagando da memória o dia que o fantástico Cruzeiro usou a canela dos mortais para vencer.
Na sequencia lances e gols de todos os jeitos. Um baile. O fim do baile.
Parecendo parte do show, Renato Gaúcho saca Kleber aos 35 do segundo tempo e o entrega de bandeja pra torcida celeste, que joga na cara a traição a quem sempre lhe deu a mão.
Opa, essa não. É do rival.
Mas era um cenário quase cômico. O Cruzeiro queria comemorar o óbvio e um resultado o impedia. Mas não tem como, era o dia escolhido. Não haverá nova oportunidade, o sistema de pontos corridos não permite.
A taça virá apenas no teatro municipal, segunda, com todos de terno. E pra torcida? Era ontem. Não seria adiada nem mesmo pela não confirmação do título.
Sem cerimônias e ceninhas desnecessárias de humildade, o Cruzeiro deitou, rolou e festejou no fim sabendo que é o que todos sabem ser, mesmo que não possa garantir.
Mas garantem. Porque sobram diante dos rivais e, como em 2003, não jogaram pra ganhar o campeonato. Mas sim para torna-lo indiscutível.
Mera formalidade as rodadas finais. O Cruzeiro de fato só volta a campo no Marrocos, de vermelho, em dezembro. Pelo menos pro cruzeirense.
abs,
RicaPerrone