PSV

É um time

A gente tem ainda muito a cultura de esperar que jogadores individualmente resolvam tudo e determinem quem é favorito numa partida.

Pra mim era consideravelmente claro que o PSV em meio de temporada seria mais perigoso e mesmo que o Timão aguentasse um tempo, uma hora o físico pesaria e o jogo mudaria.

Aconteceu.

Mas ainda assim, o Corinthians se mostrou “um time”, coisa que no Brasil pouca gente tem.

Um padrão, uma idéia de jogo e mesmo com caras novas e 5 dias de treino, havia um conceito em campo. A manutenção de todo o processo desenvolvido em 2017 era clara.  O time sabia exatamente o que fazer, nenhum jogador tentava ser “o cara” e o Corinthians começou o ano como terminou: eficiente.

Não é bonito de ver. Até porque as peças não possibilitam que seja. Não há nesse time uma grande qualidade técnica. Mas há um time.

E ter um time em janeiro é algo que hoje só Grêmio e Corinthians podem dizer que tem no Brasil. Os outros tem jogadores, elenco, metas, idéias. Mas time, só eles.

abs,
RicaPerrone

Mais futebol, menos tecnologia

Aconteceu na Holanda.  O estádio do PSV, ex clube de Romário, Ronaldo e outros tantos, liberou wi-fi para geral.

Legal, bacana, viva o PSV! Só que nessa a torcida entrou numa de ficar online no celular o jogo todo e dando mais atenção pra celular e tablet do que pro jogo em si.

E na goleada de 6×1 sobre o NAC neste final de semana a torcida protestou e, acredite, pediu o fim do wi-fi.

A faixa dizia: “Foda-se o Wi-fi, apoiem o time!”.

E convenhamos, nem precisou neste jogo. Mas nos próximos, se precisar, o recado está dado.

abs,
RicaPerrone