serie b

Nem to sabendo

Acordei feliz. Acordei nos melhores anos da minha vida. O Tyson no ringue e o Santos na elite. Parece que dormi, o mundo reajustou a rota, e acordei.

Foi sem entrar em campo, é verdade. E que bom, porque o Santos não pode desfilar com uma taça de série B no sagrado gramado da Vila.

Com todo respeito aos profissionais de hoje, o Peixe deveria terminar o jogo amanhã, virar pra torcida, aplaudir, se retirar e não esboçar nenhuma festa.

Poxa, Rica! Deixa de ser chato. É uma alegria voltar. Sim, é. Mas é que estamos falando do Santos e não de um clube de futebol.

Primeiro que ele deveria ser “irrebaixável” por serviços prestados. Segundo que deveria estar no estatuto que no gramado da Vila não se comemora título de série B. E terceiro que essa notícia não dá nem capa porque ninguém esperava o contrário.

2024 deveria ser extinto da história do Santos e não haver relatos oficiais sobre. Numa monarquia não se brinca com a história da família real. No futebol temos um rei e por obviedade conhecemos o castelo Real.

Se todas as apostas apontavam pro Santos campeão, que anulem os pagamentos. Se existir medalha, não mande ninguém pra buscar. E se o troféu chegar, deixem no depósito lá no fundo pra que ninguém possa ve-lo.

E, de novo, não estou falando sobre rebaixamento. Estou falando do Santos, o maior feito do futebol em todos os tempos.

Ao lado do Real Madrid, o maior clube da história. Só que um deles está em Madrid. O outro é uma aberração da natureza.

O Santos representa tudo que o futebol precisa pra existir. A falta de lógica, os acasos, o começo, o meio, o fim, o novo, o velho, o sonho, o real, o lúdico e o que de melhor fizemos até hoje.

As duas camisas de clube mais importantes do mundo são brancas. Não se mancha nada branco.

Parabéns aos demais classificados. Ao Santos, um suave aperto de mãos respeitoso de quem sequer tocou no assunto durante o ano justamente por não aceitar registrar tal momento.

O futebol é menos futebol sem o Santos.

E que venha o próximo ano sem perspectiva que surgirão 5 garotos do nada e darão ao Peixe outros títulos conquistados sem receita conhecida mas comprovada.

Rica Perrone

Me abandonaste, “João de Deus”?

São 4 jogos chave. Goiás, CSA, Avaí e Ceará. Os 4 no Maracanã, 3 derrotas por 1×0 e um empate em 1×1.

Você pode imaginar que sejam números de um time que não consegue jogar futebol e por isso está flertando cada dia mais seriamente com a série B.  Mas tem coisas no futebol que são tão apaixonantes quanto inacreditáveis.

Hoje foram 26 chutes a gol. Talvez lhe pareça um acaso.

Nos jogos citados somam-se 97 finalizações, um gol. Eu vou repetir. Talvez não esteja claro o quão absurdo é esse número: 97.

Time que joga mal não finaliza muito, é quase regra de leitura. Os objetivos do jogo passam fundamentalmente por criar oportunidades de marcar gols e sofrer poucas contra si.

Ao mesmo tempo que finalizou 97 vezes, teve 29 contra. Ou seja, houve domínio, chances e poucas ameaças proporcionalmente às investidas.

Falamos de 11 pontos. Sem contar jogos contra grandes onde também merecia maior sorte. Contra meu SPFC, por exemplo.

É comum jogar bem e perder, tanto quanto jogar mal e ganhar. Incomum é repetir esse resultado diversas vezes.

Não é treinador, nem falta de qualidade. Ali já virou confiança. Se preferir, até “macumba”. Poucas vezes eu vi um time repetir tantas jogadas próximas do gol adversário e não conseguir colocar no gol.  Talvez eu nunca tenha visto.

Só tem uma coisa pela frente pior pro Fluminense do que os gols perdidos: a tabela.  O que hoje é um drama deve piorar. Vem aí Palmeiras e Fortaleza fora. Corinthians, Santos e Internacional.

E eu nem sei o que sugerir. O técnico já mudou. A diretoria também. E agora?

RicaPerrone

Fluminense fez tudo pra ser rebaixado

Eu não vou ser covarde de atrelar tudo isso a um jogo domingo e ter que me dividir entre ficar mudo e detonar tudo. Prefiro falar independente do resultado.

É quase dezembro. O Fluminense se arrastou mais um ano na direção que é levado administrativamente embora sua camisa ainda puxe pro outro. Sem ousadia, sem entender o tamanho do que administra, o clube hoje é absolutamente rebaixável.

Não paga há meses, não tem patrocinador, não faz idéia do que fazer pra sair desse cenário, não tem ídolos no elenco, quase nenhum jogador notável e está há 7 rodadas brincando com o rebaixamento.

Não faz gols, portanto não vence. E após mais de um mês levando com a barriga, se vê diante de um jogo decisivo que pode leva-lo a uma final e outro que pode rebaixa-lo.

Por isso escrevo hoje. Porque no domingo que vem o Flu pode estar na série A e finalista da Sulamericana perto de uma Libertadores. Sim, pode acontecer. Vou além, torço pra que aconteça.

Mas todos os argumentos para explicar uma queda estão preenchidos. Administração ruim, elenco fraco, falta de perspectiva, salário atrasado, sem dinheiro, desconexão com a torcida, enfim, um clube perdido e pendurado pela grandeza de si mesmo.

Não fosse o Fluminense tão Fluminense, teria perdido até status. Talvez estivesse em cenário bem pior. Sua camisa é maior do que seu próprio clube hoje consegue enxergar. E é isso que faz milhões de pessoas estarem esperando algo de quarta-feira e domingo.

Esse Fluminense é pior do que parecer pequeno. Ele se vê pequeno.

E não é.

RicaPerrone

Vasco vence aos “berros”


Eu esperava casa cheia. Mas existem dois torcedores em todo clube: os que vão quando precisa e os que vão quando é divertido estar lá. Jamais condenarei um deles, embora tenha enorme simpatia pelo primeiro.

Quem foi, sabe porque foi. E quem estava em campo sentiu do início ao fim que não havia um público ali disposto a assistir, nem mesmo cobrar. 15 mil pessoas foram jogar com o Vasco e não satisfeitos em cantar, berravam.

Apático, o São Paulo assistiu ao jogo como quem já está de férias. E não está. O Vasco entendeu sua missão e mesmo tendo jogado com o risco de abrir mão do ataque em parte do segundo tempo, foi a 42 pontos e é capaz que fique na série A mesmo se perder os últimos dois jogos.

Aliás, acredito nisso. Não nas derrotas, mas que 42 acabe sendo suficiente.

Hoje São Januário pulsou. Entre a limitação técnica do elenco e a discutível diretoria que briga pelo poder mais do que pelo Vasco, salva-se o que de fato importa: a camisa.

O abraço do torcedor no treinador ao final da partida não é por idolatria. É por alívio.  O Vasco talvez mereça cada ano ruim que tem passado. O vascaíno com certeza não merece.

RicaPerrone

Blá, blá, blá

Nós, jornalistas, falamos muita coisas das quais não temos o menor conhecimento. Uma delas é avaliar um time menor que não nos compete no dia a dia.  E quando digo isso me refiro a times grandes mas que não estão entre os 12 gigantes e portanto levam nossa mínima atenção.

Basta um time do interior ou do nordeste vencer 10 jogos para irmos na TV dizer que “grande trabalho faz a diretoria”.  Falamos merda atrás de merda, como as mil referências ao futebol alemão desde 2014, sem saber exatamente o que estamos dizendo. Mas precisamos dizer.

Então o São Caetano é a nova potência do futebol brasileiro. Gestão, visão, trabalho.  Sumiu.

Como ele cito facilmente um por ano nos últimos 100 anos.  E mais recentemente o Santa Cruz, time que todo país adora e respeita pela sua massa comovente.  Da série C para a A, o surto no começo de 2016, os mil comentários sobre chance de título, surpresa, “puta trabalho”, “mentalidade nova”, blá, blá, blá.

Sabe quantos jornalistas do eixo foram lá ver de fato o tal trabalho?

Nenhum.

Mas temos que falar algo. E na falta do que falar, blá, blá, blá. E colocamos tudo no alto quando vence, tudo na lama quando perde.

Hoje o Santa Cruz voltou pra serie C do Brasileirão.

E muitos de nós, que jurávamos ver ali um trabalho diferenciado e sério, vamos fazer uma semana de silêncio em respeito a falta de compromisso com o que se jura poder avaliar.

abs,
RicaPerrone

Não adianta homeopatizar a queda

Todo saopaulino que encontro puxa o mesmo assunto: o possível rebaixamento. Diante de um rival bancamos firmes e valentes que “nem fudendo”. Entre nós, como toda torcida, a conversa é outra.

Saopaulino é o cara que menos quer cair no mundo. Ele passou a vida jurando que “ele não”. E quando alguém sugeria a idéia de um dia, talvez, quem sabe, a brincadeira virava arrogancia e de fato era tratado como “impossível”.

Não é. Nunca foi. Hoje menos ainda.

E na medida em que as rodadas passam a gente tenta blindar nosso próprio coração do impacto da dor da queda. Então, mesmo mentindo, porque vamos acreditar até o último ponto possível, a gente finge que está se adaptando à queda.

Não adianta homeopatizar. Vai doer se acontecer, e vai ser só no dia que de fato acontecer.

Aos poucos, aceitando devagar, tentando racionalizar paixão, perda de tempo. Você pode até estar esperando, mas a sua dor não será menor.

E será nova, se for. Por isso mesmo você não saberá como tratá-la.

Com incentivo, Morumbi cheio, fé, a única chance. O Titanic afundou tocando violino, não adianta fazer de conta que está tudo bem, porque quem tocou violino também se afogou.

É hora do panico.

“Ah, veja bem…”.  Veja bem é o caralho. O time apanha em casa de Coritiba, empata com lanterna, com a Ponte, toma goleada do Palmeiras… não tem “veja bem” mais.

Troca o técnico, compra jogador e faz dívida.

Se é pra ser rebaixado “como os outros”, tenha a humildade de se nivelar e tentar o que muitos deles tentaram e escaparam quando nessa situação.

Diretoria, faça uma “besteira”! Não será maior dos que as que vocês planejam. Prometo.

abs,
RicaPerrone

“Fudeu!”

Eu sou como você, embora meu trabalho mude minha percepção das coisas e o tempo tenha me tirado algumas paixões, eu vivo os mesmos últimos 40 anos que você e sei quem somos, como reagimos e a relação que temos entre time e torcida.

Pela primeira vez na história, “fudeu”.

Nas outras, arrumamos “crise” porque éramos quinto. Décimo talvez.  Ou porque não fomos as quartas da Libertadores.  Coisa de rico, acha que tá na merda quando não pode ir a Dubai. Não sabe o que é ser pobre.

Se existe um torcedor neste país que não tem idéia do que é sofrimento é o tricolor. Ou melhor, sem cerimonias, somos nós.

Nas vezes em que piorou, tínhamos estrutura, time e condições de sair sem esforço. Nunca o São Paulo PRECISOU da sua torcida. Calma, rebeldinho! Eu não disse que ela nunca ajudou. Eu disse que ele nunca PRECISOU. É diferente.

Vivemos uma vida de esperar as finais e lá estávamos. E mesmo quando ameaçados, era pouco tempo e logo saíamos. Sabíamos que sairíamos.

Hoje não somos mais a referência em estrutura, nossa política não é mais um exemplo e nossa gestão não passa perto de ser referência. Pior: nosso time não é um grande time.

Tem um problema que não sabemos lidar: Elefante na lama afunda. Mosquito voa. Pequenos animais dão seu jeito. Porque o mesmo peso que te coloca como temido te empurra pra baixo.

O São Paulo não sabe lidar com esse cenário. É tudo novo, e embora tenhamos a “queda” do Paulistão na década de 90 pra um grupo inferior que não era uma divisão, mas era sim uma “queda” de patamar, nós não estávamos lá. E esse time que saiu do “grupo B” do Paulista pro Japão jogou muitas vezes pra mil pessoas no Morumbi.

O São Paulo vai voltar ao seu normal. Não tenha qualquer dúvida quanto a isso.

A única decisão a ser tomada agora é se esperamos ele voltar ou se não deixamos ele nem partir.

Nunca fomos uma torcida de massa (povão), participativa, engajada e não tenho qualquer problema com isso. Cada time tem suas características e não passa pela minha cabeça que um torcedor vá entender isso. Mas cabe a mim que passei os últimos 20 anos conhecendo todas as torcidas dizer.

Mas e aí? “Fudeu”.

Vai ser xingando no twitter, procurando culpados ou na alegria e na tristeza até que a morte nos separe?  Tem dia que tu protesta, tem dia que tu pega pela mão e leva.

Acho que o protesto não está mais funcionando…

abs,
RicaPerrone

Enfim, o que acho do caso Inter x Vitória / CBF?

Eu esperei até o fim porque quando se trata de uma documentação obscura, de informações desencontradas e de guerra por interesses próprios e não por “justiça”, a coisa se desvirtua e nos confunde.

Eu achei a decisão razoável.  O Internacional não foi rebaixado porque alguém fez uso de algo irregular. Ele procurou algo irregular para tentar não ser rebaixado. São coisas um pouco diferentes.

Ao contrário do Fluminense, que quando teve o seu “tapetão” foi parte interessada mas jamais o autor do processo. O Inter foi lá e fez o tumulto pela “justiça”. E eu entendo algo simples:  Se a CBF deu ao Vitória o aval pro Vitor Ramos, então ele está apto a jogar.

Ah mas a CBF errou. Ok! E vai rebaixar a CBF? Não. Vai rebaixar o Vitória que tem o aval nas mãos? Não. Então vai fazer o que,  Colorado?

Colocar 24 na série em 2017? Só porque cair é uma tragédia e o Inter não quer aceitar?  Ninguém aceita.

Mas é preciso entender que a queda foi tão merecida quanto os seus títulos recentes. A irregularidade no jogador do Vitória condenaria, no máximo, a CBF por ter autorizado. E não se rebaixa confederação.

Tu não caiu por causa do Vitor Ramos. Você procurou nele uma forma de se manter. É diferente.

Eu prefiro assim.Pro Inter, pro campeonato, pro Vitória. Acredite: Sairam todos menos manchados do que se tivesse acontecido a virada de mesa.

Cair não é uma vergonha desde que você suba de volta. E o Inter subirá da mesma forma que caiu: jogando futebol.

abs,
RicaPerrone

118 anos em 90 minutos

O fundo do poço não havia chegado.  As quedas não foram suficientes para levar o vascaíno ao mais constrangedor momento de sua história, que foi ver um Maracanã lotado pedindo por um clube pequeno de São Paulo salva-lo de um vexame.

Naquele momento misturava-se a raiva, a paixão, a frustração e o medo. Guardado no peito estava o orgulho que por motivos óbvios não podia ser exposto ali.

O time do Vasco fez um primeiro tempo para selar o pior momento dos seus 118 anos. Apático, andando em campo, perdendo, dependendo de terceiros para voltar a série A.  Torcida xingando, gritando por ídolos do passado e sem nenhuma perspectiva de ídolos futuros em campo.

O intervalo será um segredo eterno da história desde 118 anos. Mas alguma coisa ali aconteceu, e em poucos minutos o Vasco viu o Maracanã vermelho de vergonha se tornar alvi-negro de orgulho novamente.

O jogo virou, o orgulho saltou da garganta incontrolavelmente e toda a raiva ficou escondida pelo amor. Torcedor de futebol é a coisa mais bonita que existe. Ele consegue tirar de onde ninguém mais consegue um sentimento puro e incondicional.  Este sim, incondicional. O dos seres humanos entre eles mudam conforme atos, situações, oportunidades. Esse não muda.

E o semblante dos vascaínos retratava tudo que podia ser dito sobre on Vasco em 2016.  O cara que com as veias saltadas de ódio xingava no intervalo chorava abraçado à camisa e fazia juras de amor ao clube.

Ele sabe, racionalmente, que o Vasco fez o básico do básico e fez muito mal feito. Mas racionalizar futebol é como enxugar gelo.  Além de não fazer sentido, não tem motivos para tal.

O jogo acabou, o sentimento não para, o Vasco voltou. Os problemas continuam, a administração tosca idem. Os jogadores talvez em sua maioria também sigam ali. Mas também tudo que foi construído em 118 anos se mostrou intacto no Maracanã.

Enquanto houver essa quantidade de pessoas com aquele sentimento pelo Vasco, é inabalável sua grandeza. Embora brinquem com ela, ainda passa longe de vê-la derrotada.

O Vasco é enorme.  E se muita gente ali não merecia subir, aquela gente toda que não faz parte DESSE Vasco mas são a razão dele existir, sim. Essa gente merece.

abs,
RicaPerrone

Vasco, o basicão

Existem mil formas de se fazer a mesma coisa. Você pode cumprir seu horário de trabalho com uma vontade enorme de fazer o que está fazendo, com mil metas a sua frente, ou apenas cumprir pra chegar as 17h e ir pra casa.  Você pode empurrar seu casamento com a barriga ou ser apaixonado pela sua esposa.  Você pode reagir a mesma situação de diversas formas diferentes.

Eu tenho comigo a idéia de que o estádio vazio causa mais efeito ao jogo do que o contrário. Imagino um ator entrando no teatro e vendo ele cheio de lugar vazio. Ele vai atuar, talvez até muito bem, mas não vai tirar dele o melhor possível.  Simplesmente porque aquele cenário não comporta o seu melhor.

O Vasco montou um time pra tentar um milagre e quase conseguiu. Fez dele o time que “ganha do Flamengo” e isso num ano “morto” de série B, vale a pena. Mas agora, vendo que não precisa fazer nada além do mínimo pra conseguir subir, vendo o futebol sumir e a liderança permanecer, sem recorde pra buscar e com a Copa do Brasil bem complicada… como se tira algo a mais desses caras?

Porque se tiraria? São vencedores, jogadores veteranos em sua maioria.  Não adianta o papo de “tá lá tem que trabalhar”.  Eles trabalham, como você.  Entram, cumprem horário, saem… mas e o brilho no olhar? Ou talvez o sangue nos olhos, se preferir.  Esse não vem com salário. Vem com desafio.

Qual o desafio do time titular do Vasco, veterano e consagrado, em disputar uma série B?

É o parente saindo da cadeia. Nem dá pra fazer muita festa.  Você fica feliz, faz um churrasco mas nem chama muita gente.

Esse momento do ano era pro Vasco ou estar buscando um recorde (perdeu), a Copa do Brasil (ficou dificil) ou ter um time montado pensando em 2017 cheio de garotos mesclando um ou dois veteranos para sonhar com um conjunto forte ano que vem.

Ele não tem nenhum dos 3 cenários.

A insatisfação do vascaíno não tem a ver com a série B. O Vasco é líder, vai subir. Pouco importa.

Ele não está é vendo o Vasco preparar algo que evite uma nova queda em breve. E aí, infelizmente, não há torcedor que vá, nem jogador que dê algo mais.

O basicão ta alí.  Mas desde quando o Vasco aceita ser o mínimo possível?

abs,
RicaPerrone