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Sr. Olhão avalia os reforços do Palmeiras

Amigos preparem-se, hoje falarei sobre o Palmeiras, e como foram contratados, 19 jogadores, ou seja quase 2 times inteiros serei breve com os jogadores mais conhecidos. Comecemos pelos menos conhecidos:

Ryder – atacante – surgiu na base do Bahia, fez uma taça SP muito boa em 2013 quando foi vendido à Fiorentina, ficou no Bahia 6 meses e se aventurou na Europa. É um atacante hábil, com boa condução de bola e passe. É técnico tabela e finaliza bem. Em seu empréstimo ao Cordoba na Espanha não foi bem.

Kelvin – atacante – foi titular e decisivo no Porto, perdeu um pouco de destaque por lesões e por alguns casos de indisciplina. É um atacante rápido e muito hábil, jogador agudo que vai para cima. Conduz bem a bola porem peca um pouco na finalização. Se conseguir ficar longe do DM é um bom reforço.

Andrei Girotto – volante – 2º. Volante com boa chegada a área adversaria e chute. Além de bom passador Andrei é bom marcador, rouba muitas bolas porém muitas vezes chega com muita saúde o que o leva muitas vezes a levar cartão. Otimo reforço tem tudo para suprir suspensões e lesões dos titulares.

Leandro Pereira – centroavante – É um atacante de área, daqueles muito grossos porém com bom posicionamento, será semelhante a Henrique, perde 5 mas faz 1. Alias, Rafael Marques é igualzinho só um pouco melhor no cabeceio.

Amaral – 1º. Volante – grosso e violento, aliás o Palmeiras tem os bons jovens Renato e Gabriel Dias, o que faz a contratação de Amaral desnecessária. Sinceramente para compor elenco eu prefiro prestigiar minha base.

Jackson – zagueiro – técnico, tem boa colocação em campo e velocidade. Surgiu na base do SPFC foi mal aproveitado no Inter, e se destacou no Goiás ano passado. É um zagueiro tranquilo que não costuma falhar. Bom de cabeça no ataque e na defesa.

Victor Hugo – zagueiro – era desconhecido da torcida até a falha feia no clássico, zagueiro lento, passa mal e é faltoso. Não tem boa colocação, outra contratação que não entendi.

Victor Ramos – zagueiro – é bom tecnicamente, sabe se posicionar, porém é muito lento e de cabeça não é tão preciso quanto se gostaria em um zagueiro. Ao lado de um zagueiro rápido vai bem.

Robinho – meia – é um meia condutor de bola, típico formiguinha, trabalhador, dinâmico estará por todos os lugares do campo. Passa e tabela bem, chega a frente com facilidade. Porém quando marcado tende a sumir, e mais coadjuvante que protagonista.

Lucas – lateral direito – gosto bastante de Lucas, o vejo como um lateral que sabe chegar a frente e cruzar com precisão. Possui alguma habilidade, é técnico porém não muito veloz. Marca mais ou menos terá sempre que ter alguém de olho nas suas subidas.

Gabriel – volante – intercepta muitas bolas, não é um marcador no estilo carrapato, prefere cercar e diminuir os espaços. Tem muita qualidade na saída de bola ótimo passe e tabela. Fará um grande dupla com Arouca, alternando as saídas.

João Paulo – lateral esquerdo – o vi muito pouco para emitir uma opinião.

Zé Roberto – lateral esquerdo/volante – Vitalidade e Liderança,

Cleiton Xavier – meia – qualidade no passe e chute, veremos quanto tempo levara para se adaptar ao Brasil

Aranha – goleiro – falha muito e vive fora de forma, não entendi sua contratação.

Alan Patrick – meia atacante – hábil bom para abrir defesas, foi muito mal no Inter ano passado.

Arouca – volante – talvez o melhor volante em atividade no Brasil

Dudu – meia atacante – deixei o mais polêmico para o fim. Conduz bem a bola e tabela bem. Sinceramente acho o Dudu um jogador comum não vale o quanto foi disputado.

Ufa, chegamos ao fim. Penso que o Palmeiras exagerou muitas peças contratadas poderiam ser supridas com bons jogadores de base que estão sendo emprestados.

Críticas sugestões e opiniões mandem lá no @guimisantos.

Quem é o Sr. Olhão?

Guilherme Momensoh
10 anos de experiência no mercado do futebol
Paulista FC – Dep Marketing e Futebol
São Paulo FC – Socio Torcedor
RCD Espanyol – Olheiro mercado brasileiro
Villlarreal CF – Olheiro para o mercado Sulamericano
Cuiaba EC – Gerente de futebol
Consultoria Esportiva – gestão de futebol e marketing
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Não somos racistas

Quando 10 torcedores do Palmeiras agridem um jogador, nunca defendi que se colocasse “a torcida do Palmeiras” como “violenta”.  Atitudes isoladas e de uma insignificante parte de uma massa não podem representar ninguém.

O que houve com Tinga, com um estádio inteiro fazendo sons de macaco, é preocupante. O que houve com Arouca e o arbitro em Porto Alegre também, mas não por vivermos numa sociedade racista que precisa de cura, mas sim por preferirem discutir a causa, generalizar o problema do que apontar os 5 criminosos que fizeram isso.

Cinco! São no máximo cinco!  Estamos falando de “racismo no futebol brasileiro” porque cinco caras, provavelmente imbecis completos, chamaram alguém de macaco.

Não há uma dose de exagero nisso, não?

Será que não há uma confusão entre o que houve no Peru e os casos isolados no Brasil?  Será que quando um jornal argentino nos chamou de “macacos” achamos graça porque? E quando fizeram o mesmo com os nigerianos nas Olimpiadas? Porque, neste caso, onde culturalmente um pais acha graça do racismo, nós tratamos como normal?

Porque cinco pessoas num país que dentro do futebol convive muito bem com a diferença de raças, tornam o meio do futebol racista?

Sempre haverá um ou outro. Em qualquer área, pra qualquer tipo de preconceito.  Devemos nos preocupar com atitudes coletivas, ou, “culturais”.

Não somos racistas.  O que não quer dizer que não haja racismo.

Tenho pena de argentinos e peruanos capazes de fazer uma manifestação dessas coletivamente. Isso sim é de se preocupar.  Aqueles 5 idiotas em meio a, sei lá, 30 mil pessoas, não me causam qualquer vontade de debater o tema além de sugerir que sejam punidos individualmente e ponto final.

Interditar estádio? Foram alambrados e cadeiras que xingaram alguém de macaco? O que isso resolve? O que muda?

Muita manchete pra pouca atitude. Não podemos tolerar 5 torcedores ignorantes no alambrado gritando pra um jogador. Mas a capa de um jornal de outro país chamando negros de macaco, achamos “divertido”.

Não somos racistas.

Mas o racismo existe e é como idiotas. Tem em todo lugar. Basta não amplificar a voz deles.

abs,
RicaPerrone