atletico pr

Decisões

O campeonato de pontos corridos não tem decisão. Ele tem uma soma determinante de regularidade, sorte, momento em que se enfrenta os principais adversários e uma reta final que privilegia quem tem jogo pra ganhar de presente (entrega-entrega) e quem abriu ponto suficiente pra não precisar deles.

Neste domingo, o Brasileirão colocou a prova Corinthians e Atlético MG. Os dois jogariam partidas fora de casa contra adversários complicados de serem batidos em suas casas. E ao final do dia, duas goleadas. Uma pro Corinthians, uma contra o Galo.

Por mais que haja um erro ou outro de arbitragem pra cá ou pra lá, em momentos como esse se tornam incontestáveis algumas conquistas. Não, o Corinthians ainda não conquistou. Mas está perto.

É justo que conquiste. É o melhor time, é o mais equilibrado, o mais perto do “novo futebol” que buscamos, e também aquele que decidiu quando tinha que decidir.

O atleticano é um tanto complexado desde a Libertadores contra o Flamengo na década de 80. Toda vez que um time não mineiro ganha dele, o discurso de “favorecimento”, “eixo” e o escambau se repete. Se repente tanto que perde importância.

Senhores, sejamos tão práticos e coerentes quanto o Brasil todo foi em vossa Libertadores:  É merecido! Uma salva de palmas pra você e segue o jogo.

Hoje o Brasileirão perguntou quem estava pronto pra ser campeão. E o Corinthians levantou a mão sozinho.

abs,
RicaPerrone

#10anosdoTri

Tenho um déficit de 8 horas de sono na vida. Carrego comigo essa sonolência atrasada desde 31 de agosto de 1994, dia que o Chilavert, aquele filho da puta, bateu no peito tão forte pra rir de nós que o silêncio de 120 mil pessoas nos permitiu ouvir.

Foi roubado, como é pra todo torcedor quando perde um título.  Mas foi insuportável não poder voltar no tempo e empurrar a segunda bola pra dentro ou evitar que Palhinha batesse o pênalti.

Lá se foram longos 11 anos. O São Paulo de 2004 ficou no quase, o de 2005 também vivia sob desconfiança.  Mas alguma coisa ali mudou quando eliminamos o River e o árbitro nas semifinais.

A decisão foi contra um Tatu na árvore. O Atlético PR chegou porque a Copa das Confederações levou o time todo do Santos e do Chivas, os adversários de quartas e semi finais do Atlético.  Deu uma sorte absurda, mas nada tem com isso.

Na decisão, onde o primeiro jogo empatou, o SPFC só precisava vencer no Morumbi.  Mas no dia que vencer uma final for “só”, eu paro de ver futebol.

Era 17h e eu estava no Morumbi já. Fiz meu pai ir mais cedo comigo, eu precisava estar lá pra me acalmar. Esperei 11 anos pra gritar o Tri que ficou preso em 94, e aquela oportunidade não se repete sempre.  Vi cada torcedor chegar ao Morumbi, cada barraquinha de calabresa ou hot dog ser montada.

Vi a noite cair, os fogos surgirem isoladamente.  Os gritos tímidos de “ooooo é tricolor”  a cada grupinho que chegava. Você pode não acreditar, mas a Libertadores no Morumbi tem um cheiro.

Você sabe quando é Libertadores e quando é Brasileirão apenas respirando fundo. É incrível.  Cheira calabresa, urina, fumaça, ansiedade e paixão.  Porque ninguém gosta tanto da Libertadores quanto o sãopaulino.

Lá pelas 19h compramos as faixas de campeão mas guardamos no bolso. Não se coloca faixa antes do jogo.  Fiz isso contra o Vasco em 89 e nunca mais. Subimos pras arquibancadas as 19h30.  Porque? Porque eu não conseguia mais não estar lá dentro. Era mais forte do que eu. Eu tinha que entrar. Ter certeza que tudo aquilo era real.

Pois as 21h40 o Morumbi explode numa festa possível dentro das regras estúpidas da PM de São Paulo que impedem a festa alegando que bandeiras são um perigo.

Me lembro de rezar pra alguém.  Não sei se sou ateu, se tenho religião.  Acho que não.  Mas eu rezei muito pra alguém me dar aquele título. Eu precisava muito daquela alegria, também por questões pessoais de momento.

Tenho vaga lembrança de duas frases.  O apito do juiz e eu digo: “Boa sorte, pai”, e o abraço.  Em seguida eu grito: “Vamo são Paulo caralho!!!!”.  E dali pra frente me lembro de ter passado o jogo em pé, suando com 10 graus no termometro, contando os gols da goleada e tentando acreditar que seria tão fácil.

Mas não foi. Teve um pênalti roubado pros caras. Que aliás, quando bateu na trave explicitou o resultado do jogo. Ninguém faria gol no São Paulo naquele dia. Se o Barcelona de Messi e Neymar jogasse no Morumbi naquela noite, ganhariamos. Simplesmente porque não havia qualquer possibilidade daquela festa não acontecer.

Os emblemáticos lances de Cicinho vibrando com um carrinho. Lugano perturbando o Fabricio no pênalti, Fabão chorando, Luizão com as mãos no rosto como um garoto arrependido de ter sido vendido pra um clube japonês.

No 3×0, gol de Luizão, tirei a faixa do bolso e coloquei no meu pai. Ele fez o mesmo. E pela terceira vez nos abraçamos comemorando a conquista da América.

Eu sei que não é pra qualquer um. Ao contrário, a Libertadores pra muitos ainda é um sonho.  Mas o sãopaulino é sortudo, abençoado, mal acostumado.

Caralho, faz 10 anos.  Eu não sei bem explicar os motivos pelos quais os títulos que vieram a seguir não tiveram sequer sabor parecido. Mas posso afirmar, pelos rumos do futebol, pelas novas arenas e por tudo que estamos assistindo, que aquela foi a minha última noite perfeita.

Na próxima eu vou me sentar numa cadeira estofada, numerada, talvez longe da turma. Talvez eu nem possa falar palavrão ou tirar a camisa.  Talvez sequer haja Libertadores daqui 10 anos.

Dia 14 de julho de 2005. Quando uma vida vale a pena por 90 minutos.

Por isso digo sempre que o jornalista esportivo que renega seu clube de infância é um tremendo ingrato.  Eu não sou.

Obrigado, São Paulo.  Te amo.

abs,
RicaPerrone

A “vida loca” do Flu

Convenhamos, não sou o maior fã do Atlético PR, mas eles em casa são casca dura. Tanto que dificilmente se ganha um jogo lá.  É daqueles que você olha na tabela e vê, no máximo, um ponto. Três, só num grande acaso ou numa grande fase.

O Fluminense tem os dois. A fase e o acaso.

Fred não é acaso, nem fase. É jogador caro porque decide, tem personalidade pra não cair com as críticas estúpidas e os rótulos covardes.  O homem que decide, adivinha…? Decidiu.

Renato acertar um cruzamento, isso sim, tem dose de acaso após suas 245 tentativas frustradas na mesma partida.

Mas não é só disso que se faz um campeão. É de lances como aos 10 do segundo tempo quando, já vencendo por 1×0, o Fluminense sofre um ataque do CAP e o jogador adversário bate forte, cruzado, e um zagueiro do Flu de carrinho corta.

Olha a imagem. Os jogadores todos aquecendo do lado vibram e pulam como se tivessem feito um gol.  É um sentimento coletivo em busca de alguma coisa. Um raro momento onde o futebol consegue fazer todos os egos e interesses serem menores do que o do clube.

O Fluminense pode não ter o time mais espetacular do mundo, mas é competitivo. Pode não ser rico, mas tá pagando. Pode não jogar um grande futebol, mas está ganhando!

Mas ninguém hoje olha pra taça com tanta vontade e motivos para tê-la quanto o Fluminense.  Que sim, é diferente de merece-la, mais longe ainda de conquista-la.  Mas é o time que emocionalmente mais entende a importância dela em 2015.

Pode ser este o fator a leva-lo até lá. Como o que destrói o sonho.  Mas está nos olhos dos caras. É nítido como os jogadores do Fluminense ganham jogos e fazem cara de “não acredito!”.  No que? Em poder “acreditar”, oras.

Então, acreditem.

abs,
RicaPerrone

Exército sem armas

O roteiro é de cinema, mas nem sempre a vida ignora o óbvio para nos dar uma linda história de superação.  A maioria das pessoas que estão perto da morte, morrem.  Os raros casos que a evitam viram histórias incríveis.

O Botafogo tenta escrever uma história incrível.  Seus homens lutam com toda a dignidade do primeiro ao último minuto tentando evitar a queda. Mas é um exército sem suporte algum.

Não tem armas, apoio, condições, sequer o mínimo combinado para o cumprimento de suas tarefas.

Estes sim, hoje, podem dizer que fazem “por amor à pátria”.

A guerra tende a ser perdida. E com todos os motivos que justifiquem a derrota, fico realmente comovido de ver o tamanho da luta dos comandados, pagando sozinhos pelos erros dos comandantes.

Se com todos os soldados é quase impossível, com um a menos é batalha perdida.

Não, eu não acredito que o Botafogo consiga escapar esse ano. Mas o meu senso de justiça é conflitante e ao mesmo tempo que entende ser merecido o rebaixamento pelas enormes “cagadas” administrativas na temporada, também pondera o esforço desse time que nem é “pago pra isso”.

Ainda dá. Cada vez menos, mas ainda dá.  E honestamente, se fosse Botafoguense, seja qual for o final dessa história, faria questão de agradecê-los indo ao Maracanã mostrar que não é “por ninguém”  essa luta.

Mas sim por um monte de gente que, tal qual o próprio clube, as vezes desiste antes do fim.

Ainda não acabou.

abs,
RicaPerrone

Vale a pena ver de novo

adriano-brasil-600

Estava lendo essa bosta de matéria sobre o que fez o Adriano em seu dia de folga quando notei que as fotos que causaram a notícia de sua diversão poderiam alertar também, ou até unicamente, para o fato dele parecer bem mais magro.

É repetitivo, quase cansativo, mas eu vou te confessar que sou um sujeito de muito otimismo. Toda vez que o Adriano aparece num clube treinando eu me pego pensando se dá tempo, como seria, o quanto seria difícil, o quanto seria útil pra seleção, enfim.

O “projeto Adriano” acontece todo ano desde 2011 e eu sigo torcendo pra bola entrar no VT.

Penso, como muitos pensam e não falam, que são só 7 jogos, então… quem sabe?

Mas sabemos ser muito complicado. Com o diferencial desta vez de ser num clube sem pressão, sem tanta mídia, jogando a Libertadores e com muito mais foco, já que seu cofrinho não será perseguido no Paraná.

Ele emagreceu. Não sei do seu tornozelo, nem de seu problema com bebida. Mas ele emagreceu.

E sonhar que em 1 mes volte a jogar, em 2 retome 70% do que era, não é necessariamente um delírio.  Um sonho, talvez.

Adriano magro, pra 7 jogos, seria não apenas convocado como titular da seleção. Além de deixar o time consideravelmente mais forte. Eu sei que o Felipão sabe disso. E por isso ele está treinando pra tentar voltar.

A chance do “vilão” morrer no final é enorme. Mas eu vou assistir de novo. Vai que…

abs,
RicaPerrone

A briga

Vi, fiquei triste, derrotado, com vontade de, mais uma vez, jogar a toalha.

Mas chocado? Não. Não fiquei.

Já vi muitas vezes brigas como essa e você também. Algumas do estádio, outras da tv. Uma até de dentro da briga, de onde corri da torcida rival e apanhei da PM quando mais jovem.

Não tem nada “novo” nas imagens de hoje.

Dois grupos rivais que sob a escolta do rótulo de “torcedor” fazem guerra de gangues pelas ruas e onde não houver policiamento.

Aí sim, cabe a novidade.

Não sei, nem acho que você saiba, se a decisão foi imposta ao CAP ou se ele participou dela. Se pode acatar ou mudar de cidade, se foi pego de surpresa, enfim.

Isso determina, de fato, culpados e possíveis punidos.

Não dá pra tirar ponto e mando de campo da PM. Se o Atlético for responsável pelo risco, ok! Que o CAP seja punido. Não que o Vasco seja beneficiado.

Há uma diferença. Note.

Se eu continuaria o jogo?

Sim. Continuaria sim.

Porque? Porque a corrida da morte do Senna continuou. Porque os outros mil jogos com briga de torcida continuaram. Porque não havia risco pros jogadores e após a pm chegar, nem mesmo pros torcedores.

A merda estava feita. Adiar o jogo não traria os feridos de volta, nem deixaria ninguém mais seguro.

O ponto é apurar, de fato, e até o fim, de quem foi  irresponsabilidade de achar que duas torcidas podem estar separadas por espaço vazio.

O que NÃO deve isentar de culpa o sujeito que, sem pm ou com um exercito, leva um pau com prego na ponta pra um estádio.

Uma coisa é uma coisa. Outra coisa é outra coisa.

O clubismo vai prevalecer.  Os vascaínos todos vão achar justo que anulem o jogo deêm os pontos ao Vasco.  Os atleticanos todos concordarão que não é motivo pra mexer no jogo.

E os outros, conforme simpatia por Vasco ou CAP, vão moldar suas opiniões.

Desde o acidente na Bolívia aprendi que nós adoramos pedir justiça e punição para marginais. Mas que quando são do time rival, são “corintianos”.  Quando do nosso, “meia duzia de marginais”.

Lamento.  Não pelas vítimas, afinal, todos os feridos correram para brigar.  Honestamente, nem me importo com eles.

Mas pelas famílias. Enganadas achando que tinham um “torcedor” em casa.  Quando na verdade…

abs,
RicaPerrone

Vai pro jogo?

Tudo para Flamengo x CAP desta quarta-feira.

Para a decisão da Copa do Brasil, nesta quarta-feira, às 21h50, no Maracanã, entre Flamengo x Atlético-PR, antecipe a troca de ingressos para facilitar o acesso ao estádio. Além do postos de trocas informados pelo Flamengo, os contêineres da Mata Machado, próximos aos acessos E e F, no Maracanã, estão efetuando as trocas de ingressos dos sócios-torcedores e dos bilhetes comprados pelos torcedores que não são sócios até as 22h50.

Por questões de segurança, a distribuição das gratuidades garantidas por lei será efetuada a partir da abertura dos portões, às 18h50, apenas nas catracas dos setores Norte e Sul, até o limite de capacidade de cada setor. Desta forma, o torcedor que chegar próximo ao início do jogo corre o risco de não encontrar mais estas gratuidades.

É importante ressaltar que o torcedor deve evitar trazer mochilas para facilitar o acesso e a revista da Polícia Militar. Além disso, não será permitido o ingresso com guarda-chuvas com ponta por questões de segurança.

PONTOS DE TROCA

Maracanã (Container ao lado do Portão “E” do estádio) – Até as 22h50

Gávea – Sede do Flamengo – Até as 18h

Espaço Rubro Negro – Shopping Downtown – 10h às 18h

Espaço Rubro Negro – Shopping São Gonçalo – 10h às 18h

Espaço Rubro Negro – Rua da Quintanda n° 87 – Centro – 10h às 18h

Espaço Rubro Negro – Rua Buenos Aires – Centro – 10h às 20h

Espaço Rubro Negro – Shopping Nova América – 10h às 18h

Espaço Rubro Negro – Shopping Bangu – 10h às 18h

Espaço Rubro Negro – Shopping Madureira – 10h às 18h

Espaço Rubro Negro – Shopping Recreio – 10h às 18h

Espaço Rubro Negro – Top Shopping – 10h às 18h

Espaço Rubro Negro – Carioca Shopping – 10h às 18h

Espaço Rubro Negro – Shopping do Méier – 10h às 18h

Espaço Rubro Negro – Belford Roxo – 10h às 18h

Espaço Rubro Negro – Nilópolis Square – 10h às 18h

Espaço Rubro Negro – Passeio Shopping – 10h às 18h

Espaço Rubro Negro – Ilha Plaza Shopping – 10h às 18h

Espaço Rubro Negro – Plaza Shopping – 10h às 18h

FlaBoutique – Shopping Iguatemi – 10h às 18h

Espaço Rubro Negro – Norte Shopping – 10h às 18h

FlaBoutique – Tijuca – 10h às 18h

FlaBoutique – Nova Iguaçu – 10h às 18h

FlaBoutique – Barra da Tijuca – 10h às 18h

FlaBoutique – Shopping Via Brasil – 10h às 18h

Prefeitura monta esquema especial de transporte e trânsito para o final da Copa do Brasil, no Maracanã

A Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Transportes (SMTR) e da CET-Rio, apresenta esquema especial de transporte e trânsito para a final da Copa do Brasil, no Maracanã, que será realizada na noite desta quarta-feira (27/11).

INTERDIÇÕES

I – das 19h às 2h:

a) Av. Presidente Castelo Branco, uma faixa de rolamento, à direita, no trecho entre a Avenida Professor Manoel de Abreu e o Museu do Índio;

b) Rua Visconde de Itamarati, no trecho entre a Rua São Francisco Xavier e a Rua Professor Eurico Rabelo;

c) Rua Isidro de Figueiredo, no trecho entre a Rua São Francisco Xavier e a Rua Professor Eurico Rabelo;

d) Rua Artur Menezes, no trecho entre a Rua São Francisco Xavier e a Rua Professor Eurico Rabelo;

e) Rua Conselheiro Olegário, no trecho entre a Rua São Francisco Xavier e a Rua Professor Eurico Rabelo.

II – das 20h às 2h:

a) Rua Professor Eurico Rabelo, no trecho entre a Avenida Paula Sousa e Avenida Professor Manoel de Abreu;

b) Avenida Paula Sousa, no trecho entre a Rua São Francisco Xavier e Rua Professor Eurico Rabelo, pista da esquerda.

III – das 20h30 às 2h:

a) Viaduto Oduvaldo Cozzi, em todos os acessos para a Avenida Maracanã;

b) Avenida Maracanã, em ambos os sentidos, no trecho compreendido entre a Rua São Francisco Xavier e Rua Mata Machado.

V – das 23h às 2h:

a) Avenida Professor Manoel de Abreu, sentido centro, no trecho compreendido entre a Rua Dona Zulmira e Avenida Professor Eurico Rabelo;

b) Avenida Professor Manoel de Abreu, sentido Grajaú no trecho entre a Avenida Presidente Castelo Branco e a Rua São Francisco Xavier.

SERÁ PROIBIDO O ESTACIONAMENTO NA RUA PROFESSOR EURICO RABELO.

MUDANÇA DE ITINERÁRIO DAS LINHAS DE ÔNIBUS QUE CIRCULAM NO ENTORNO DO MARACANÃ

DAS 20H ÀS 2H

LINHA: 238

►Sentido Centro: Itinerário inalterado

►Sentido Zona Norte: … – Rua Campos Sales – Rua Mariz e Barros – Rua Alm. Cochrane – Rua Santo Afonso – Rua Major Ávila – Avenida Maracanã – …

LINHAS: 420, 421, 432, 433

►Sentido Centro: Itinerário inalterado

►Sentido Zona Norte: … – Rua Prof. Gabizo – Rua Mariz e Barros – Rua Alm. Cochrane – Rua Santo Afonso – Rua Major Avila – Pça. Varnhagen – …

LINHAS: 438, 439

►Sentido Centro: Itinerário inalterado

►Sentido Zona Norte: … – Rua Senador Furtado – Rua Mariz e Barros – Rua Alm. Cochrane – Rua Santo Afonso – Rua Major Avila – Pça. Varnhagen – …

LINHA: 638

►Sentido Centro: Itinerário inalterado

►Sentido Zona Norte: … – Rua Prof. Gabizo – Rua Mariz e Barros – Rua Alm. Cochrane – Rua Santo Afonso – Rua Major Avila – Pça. Varnhagen – …

LINHAS: 247, 249, 254, 363, 383, 391, 457, 459, 2251

►Sentido Centro: … – Rua São Francisco Xavier – Rua Morais e Silva – Rua Prof. Gabizo – Rua Mata Machado – Av. Maracanã – Av. Pres. Castelo Branco – Av. Osvaldo Aranha – Rua Teixeira Soares – …

►Sentido Zona Norte (SOMENTE DAS 23H ÀS 02H): … – Av. Osvaldo Aranha – Av. Pres. Castelo Branco – Rua São Francisco Xavier – Av. Vinte e Quatro de Maio – …

LINHAS: 232, 423, 425, 434, 435, 436, 340, 341, 346, 347, 353, 368, 2110, 2111, 2114

►Sentido Centro: … – Rua São Francisco Xavier – Rua Morais e Silva – Rua Prof. Gabizo – Rua Mata Machado – Av. Maracanã – Av. Pres. Castelo Branco – Av. Osvaldo Aranha – Rua Teixeira Soares – …

►Sentido Zona Norte (SOMENTE DAS 23H ÀS 2H): … – Av. Pres. Castelo Branco – Av. Pres. Castelo Branco – Rua São Francisco Xavier – Rua Souza Dantas – Av. Mal. Rondon – Rua São Francisco Xavier – Boulevard Vinte e Oito de Setembro – …

LINHA: 464

►Sentido Centro: …- Rua Luis de Matos – Rua São Francisco Xavier – Rua Morais e Silva – Rua Prof. Gabizo – Rua Mata Machado – Av. Maracanã – Av. Pres. Castelo Branco – Av. Osvaldo Aranha – Rua Teixeira Soares – …

►Sentido Zona Norte (SOMENTE DAS 23H ÀS 2H): … – Av. Osvaldo Aranha – Av. Pres. Castelo Branco – Rua São Francisco Xavier – Rua Souza Dantas – Av. Mal. Rondon – Rua São Francisco Xavier – Rua Oito de Dezembro – …

LINHAS: 454, 455, 456, 458

►Sentido Centro: itinerário inalterado

►Sentido Zona Norte: … – Vd. dos Marinheiros – Av. Osvaldo Aranha – Av. Pres. Castelo Branco – Rua São Francisco Xavier – Av. Vinte e Quatro de Maio – …

LINHA: 222

►Sentido Centro: itinerário inalterado

►Sentido Zona Norte: … – Vd. dos Marinheiros – Av. Osvaldo Aranha – Av. Pres. Castelo Branco – Rua São Francisco Xavier – Rua Souza Dantas – Av. Mal. Rondon – Rua São Francisco Xavier – Rua Oito de Dezembro – …

LINHA: 239

►Sentido Centro: itinerário inalterado

►Sentido Zona Norte: … – Rua Mariz e Barros – Rua Alm. Cochrane – Rua Major Avila – Pça. Varnhagen – Rua Felipe Camarão – Av. Prof. Manoel de Abreu – retorno – Av. Prof. Manoel de Abreu – Rua Radialista Waldir Amaral – Rua São Francisco Xavier – …

►Sentido Zona Norte (SOMENTE DAS 23H ÀS 2H): … – Rua Mariz e Barros – Rua Alm. Cochrane – Rua Major Avila – Pça. Varnhagen – Rua Felipe Camarão – Boulevard Vinte e Oito de Setembro – Rua Jorge Rudge – Rua Luis de Matos – Rua São Francisco Xavier – …

LINHA: 665

►Sentido Zona Norte: Rua Barão de Mesquita – Rua Pareto – Rua Santo Afonso – Rua Major Ávila – Pça. Varnhagen – Rua Felipe Camarão – Boulevard Vinte e Oito de Setembro – Rua Jorge Rudge – Rua Luis de Matos – Rua São Francisco Xavier – Rua Souza Dantas – Av. Mal. Rondon – Vd. da Mangueira – Rua Visc. de Niterói – Av. Bartolomeu de Gusmão – Rua Gal. Herculano Gomes -…

►Sentido Tijuca: … – Rua Gal. Herculano Gomes – Rua Visc. de Niterói – Vd. da Mangueira – Av. Mal. Rondon – Rua São Francisco Xavier – …

LINHA: 711

►Sentido Centro: itinerário inalterado

►Sentido Zona Norte: …Rua Campos Sales – Rua Mariz e Barros – Rua Alm. Cochrane – Rua Santo Afonso – Rua Major Ávila – Pça. Varnhagen – Rua Felipe Camarão – Boulevard Vinte e Oito de Setembro – Rua Jorge Rudge – Rua Luís de Matos – Rua São Francisco Xavier – …

LINHA: 2203

►Sentido Centro: … – Rua Barão de Mesquita – Rua São Francisco Xavier – Rua Morais e Silva – Rua Prof. Gabizo – Rua Mata Machado – Av. Maracanã – Av. Pres. Castelo Branco – Av. Osvaldo Aranha – Rua Teixeira Soares

►Sentido Zona Norte: … – Vd. dos Marinheiros – Av. Osvaldo Aranha – Rua Pará – Rua Paraíba – Rua Mariz e Barros – Rua Alm. Cochrane – Rua Santo Afonso – Rua Major Avila – Av. Maracanã – …

LINHAS: 605 – 609

►Sentido Zona Norte: … – Rua Marques de Valença – Rua Alm. Cochrane – Rua Santo Afonso – Rua Major Avila – Av. Maracanã – Pça. Varnhagen – …

►Sentido Largo da Segunda Feira: itinerário inalterado

LINHA: 606

►Sentido Centro: itinerário inalterado

►Sentido Zona Norte: … – Rua Francisco Bicalho – alça de acesso a Av. Paulo de Frontin – Av. Paulo de Frontin – Rua Joaquim Palhares – Rua Barão de Iguatemi – Rua Felisberto de Menezes – Rua Mariz e Barros -…

LINHA: 622

►Sentido Zona Norte (SOMENTE DAS 23H ÀS 2H): … – Rua Barão de Mesquita – Rua Major Avila – Pça. Varnhagen – Rua Felipe Camarão – Boulevard Vinte e Oito de Setembro – Rua Jorge Rudge – Rua Luis de Matos – Rua São Francisco Xavier – …

►Sentido Tijuca: itinerário inalterado

LINHA: 629

►Sentido Zona Norte (SOMENTE DAS 23H ÀS 2H): … – Rua Felipe Camarão – Boulevard Vinte e Oito de Setembro – Rua Jorge Rudge – Rua Luis de Matos – Rua São Francisco Xavier – …

►Sentido Tijuca: itinerário inalterado

LINHAS: 627, 630

►Sentido Zona Norte (SOMENTE DAS 23H ÀS 2H): …- Rua Gonzaga Bastos – Rua Duque de Caxias – Rua Gal. Zenóbio da Costa – Rua Luís de Matos – Rua São Francisco Xavier – …

►Sentido Tijuca: itinerário inalterado

O Centro de Operações Rio (COR) atuará fazendo alterações semafóricas, se necessárias, nas vias, com o objetivo de garantir a fluidez do trânsito. As interdições terminam às 2h desta quinta-feira (28/11).

IMPORTANTE: O acesso a área do Complexo do Maracanã estará restrito a moradores e veículos credenciados ao estacionamento do complexo, que deverão seguir pela Rua São Francisco Xavier, Avenida Paula Sousa e Rua Professor Eurico Rabelo.

A zebra

Outro dia disse aqui que nenhum resultado na final da Copa do Brasil poderia ser chamado de “zebra”.  Me perdoem, cometi um grande erro.

É sim uma “zebra” se o Atlético PR for campeão.  Tamanho se mede também na postura antes do combate, e neste quesito nosso “glorioso” Atlético parece ter um caso de amnésia oportuna fazendo-se de “menor da turma”  na escola, escondendo-se atrás do professor.

Naquela cena patética onde o pequeno corre para se proteger gritando “olha ele, professor! Olha ele!”, enquanto o grandão enfrenta e disposto a colocá-lo em seu devido lugar, tem o combate “melado” pela pré-covardia alheia.

A mídia local e o próprio clube levantam insinuações sobre “força política”,  “arbitragem”, e outros que podem favorecer o Flamengo.

Mas pera lá! O Flamengo é uma potência e como tal sempre teve suas ajudas e suas épicas garfadas. Nenhum grande clube colecionador de títulos dorme sem nenhum “porém” no travesseiro.

Mas você, justo você, Atlético? Falando em força política e arbitragem?

Vamos aos fatos, já que os ignora.

Quem esteve no escandalo de arbitragem em 1997 foi o atual presidente do Atlético. Lembra? Não? Olha aí.

Feio, né? Mas é parte da história.

Do mesmo clube que fez um juiz decidir que o jogador Dagoberto, contundido, teria que compensar seu tempo machucado num tempo extra de contrato, na decisão mais absurda já dada no futebol brasileiro.

Atlético PR que enfrentou Santos e Chivas em 2005 sem 8 titulares num jogo, 4 no outro. Porque? Porque eles estavam em suas seleções, mas os jogos foram mantidos, beneficiando o Atlético e levando um time comum a uma decisão.

Decisão onde o regulamento dizia não poder ser jogada na Arena. E ainda assim, sabendo e tendo assinado, fizeram todo o berreiro antes do jogo insinuando as mesmas “forças ocultas” que insinuam antes desta final.

Chama-se “medo”. Sindrome de coitadinho.  O garotinho que corre para trás do professor com medo do amigo maior que ele.

“Ele é repetente! Me socorre!!”

Mas você, Atlético? Justo você?

Se fazendo de coitadinho tendo tanto passarinho morto pela própria arma? Criando um ambiente de vítima antes de ser de fato morto?

Lute como um homem. Em pé, de frente, sem justificar nada de véspera.

E assim, quem sabe, após uns 60 anos repetindo a postura, possa ser colocado um dia por um clube menor como o “possível vilão” na véspera de uma grande decisão.

Sei que é novidade. Entendo a dificuldade em saber como agir.  Mas entenda: Quando um clube desconfia de véspera de um torneio ou da legitimidade dele, se ganhar, diminuiu a própria conquista.

Então, seja por “medo”, “defesa” ou “burrice”. Fica quietinho, fica.

abs,
RicaPerrone

E agora?

Flamengo e Atlético PR fazem a final da Copa do Brasil.  Dois times tecnicamente mediocres, mas que tem seus méritos em chegar onde chegaram.  Um carregado pela torcida, o outro pela boa condição física de quem não jogou estadual e um time bem montado.

Não se engane com posição de pontos corridos. O Flamengo tirou 3 dos 5 primeiros do Brasileirão.  Pontos corridos é regularidade, e ninguém “regular” ganha nada épico.

Finais são épicas.

O Flamengo é favorito porque é. Só haverá uma inversão nestes valores pré jogo entre Flamengo e Atlético PR quando os cariocas jogarem com os reservas. E olhe lá.

Pro Flamengo, acreditem, seria melhor o Grêmio.  Por ser maior, mesmo nível, dividiria a mídia e a responsabilidade.  Neste caso, com o CAP, vai ser tudo em torno do Fla porque o outro lado não tem o “ibope” compatível.

O que pode ser mais interessante do que ser “a surpresa” com um time parecido, contra toda a responsabilidade do grandão ter que te vencer? O Atlético joga confortável essa final. Nunca será sua obrigação vencer um Flamengo.

Não. Se der Atlético ele não entra na lista de Juventude, Santo André e Paulista.  Ele é maior que isso, bem maior.

Zebra? Não. Não seria.

A lógica, menos ainda.

A final é no Maracanã. O Flamengo é o Flamengo, o Atlético é o Atlético.

Não vamos inverter as coisas.

Há um favorito. O que não quer dizer muita coisa diante de um mata-mata. Mas há. E é o Flamengo.

Se te parece um puta negócio convencer o time e até a torcida que não, saiba que discordo. Pra jogar no Flamengo tem que saber ser favorito e ainda assim aguentar a pressão. 

Não se engane. Nem os engane.

Você sabe dos riscos, mas até eles acompanham sempre o maior.

Não é arrogância respeitar a própria história.  Mas é burrice se fazer menor do que é por medo de uma derrota.

Há uma hierarquia.

abs,
RicaPerrone

E agora?

Não fossem os primeiros 25 ou 30 minutos de Flamengo 2×4 Atlético PR eu teria um post fácil pra fazer. Diria que é uma merda, que o time isso, aquilo, o Mano não sei o que , fora Pelaipe e tá tudo certo.

Mas me explica. O que foi aquilo?

Um surto de futebol bem jogado massacrando o adversário e criando pelo menos 5 chances claras de gol em menos de 20 minutos?

Porque a goleada contra se ela estava desenhada a favor? Que diabos aconteceu naquele Maracanã?

Ao final, onde todos esperavam mais uma coletiva de “calma”, “estamos trabalhando”  e mais bla bla bla, o Mano se demite e nem permite perguntas.

Em seguida, Pelaipe fala qualquer coisa e sai. Ficam todos sem entender nada e fim de papo.

O novo Flamengo mais uma vez vive uma situação do Flamengo que todos conhecem.

O técnico caro que substituiu o barato que se encaixava na nova filosofia do clube.  Agora, ninguém sabe qual é a filosofia do clube.

Vem aí um de 500 ou um de 100?

É pra não cair ou era competitivo? Se era, erraram no prazo ou subestimaram o talento?

Eu não sei responder. O problema é que eles, pelo jeito, também não sabem.

Mano deixou o clube sob um argumento um tanto quanto vazio. Talvez com Inter e Corinthians em crise seja melhor estar no mercado do que no Flamengo.

Talvez não.

Mano tem crédito pois não é um cara que costuma fazer isso. O Flamengo não tem tanto crédito assim, mas desta vez foi surpreendido.

Uma noite sem explicações. Mas vai amanhecer, e elas vão ter que sair.

Não perca, amanhã, em “Vale a Pena ver de novo”: Crise na Gávea.

abs,
RicaPerrone