entrevista

Cara a Tapa – Deco

O ex-jogador Deco não foge de pergunta alguma. Fala sobre a polêmica passagem de Felipão no Chelsea, compara os momentos do Barcelona, dá nota para o presidente do Flu e até escolhe entre as torcidas de Flu e Barcelona!

Duvida? Olha aí!
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Jovem se passa por analista do SPFC e engana a imprensa

Gabriel é um jovem de 21 anos que fez um curso de analista de desempenho.  Até aí, nenhuma novidade. Apenas um jovem buscando um preparo para seu mercado futuro.

Mas durante esse curso Gabriel começou a mentir e disse aos seus colegas que trabalhava no São Paulo. Detalhando inclusive possíveis transferências, avaliando jogadores e se colocando como funcionário do clube.

Os meses passaram, Gabriel manteve a mentira. Ela cresceu. Passou a dar entrevistas e se tornar fonte de informações de bastidores na imprensa de Belo Horizonte sobre possíveis transações envolvendo o Otero, Nenê, Jucilei.

Entrou em lives no periodo de quarentena dando informações sobre o São Paulo, como trabalhavam, citando nomes de pessoas do departamento e espalhando sua imagem sem o menor constrangimento. Até que virou notícia.

A notícia ganhou as páginas do Galo, que falavam das possíveis negociações reveladas pelo então analista do São Paulo. E Gabriel entrou em pânico.

Ainda que em pânico, aceitou dar uma entrevista ao vivo pra mim. Eu o surpreenderia ao vivo. Antes que isso acontecesse ele parou de responder e sumiu. Então o abordei dizendo que já sabia de tudo e que a farsa havia acabado.

Gabriel se justificou, pediu desculpas, disse ter sido uma mentira que saiu do controle. Fato é que a exposição das informações “oficiais”  de dentro do clube dadas por alguém que sequer lá esteve incomodaram. Atingiram a credibilidade de jornalistas enganados, um podcast sobre o SPFC enganado, notícias sobre transferências na mídia convencional e obviamente a imagem do clube.

“Foi totalmente infantil tudo que eu fiz. Estou arrependido. Não queria prejudicar ninguém. Estou aqui humildemente pedindo desculpas. Tenho 21 anos, nem sei porque fiz. Foi sem pensar. Fui estupido ao fazer e estou aqui pedindo desculpas”, disse Gabriel ao blog.

Essa matéria tem como intenção esclarecer aos torcedores que consumiram tais conteúdos e expor a verdade. Além de defender a integridade do São Paulo, de seu departamento de analise de desempenho e dos jornalistas enganados pelo garoto.

RicaPerrone

Rubinho por Rubinho

Numa ótima entrevista ao GloboEsporte.com, Barrichello falou sobre tudo. E ao passar pela relação com Michael e sobre a Áustria 2002, ele confirma os motivos pelos quais o respeito sem ser um admirador.

Ele acha que melhorou a F-1 ao fazer do seu acordo um circo. Eu acho que ele desrespeitou e ridicularizou a empresa que o pagava e ainda a deixou em situação impopular ao ponto de não poder sequer demiti-lo.

Foi a mesma coisa que o Ganso fez com o Oswaldo. Ele calculou a porrada e a blindagem. Usou o povo pela causa, esqueceu a hierarquia que concordou quando assinou seu alto salário e resolveu ser coitado.

Compreendo. Mas minha admiração por um esportista se determina exatamente aí. Eu não sou fã de quem tenho dó. Sou fã de quem fode a porra toda e, aí sim, muda a Fórmula 1.

Imagina se ele ganha a corrida, diz que recebeu a ordem e que não cumpriu porque vai peitar o Schumacher? Ganha apoio popular, ferra a equipe, mas teria sido coerente. Só entregar pra ser vítima me soa mais covardia do que ousadia.

E na cabeça dele, conforme dito na entrevista, ele se acha próximo do Michael. Algo que obviamente não é. Estamos falando de um bom piloto com zero perfil de campeão e de um campeão nato, aliás, o maior deles.

É confuso na cabeça dele, conforme a entrevista, a relação entre tomar uma medida populista e ousada. Fazer barulho não é ousado. Fazer o que acredita seria. E ele acredita que tinha que ganhar. Eu acredito que ele não tinha que ter renovado, portanto.

E se fez, em algum momento foi contraditório. E se foi, não seria ousadia. Mas sim rebeldia.

Sou a favor de que quando o esportista pára, as críticas acabam e ele se torna uma bela história. Portanto não cabe mais avaliar o Rubens, apenas tê-lo com carinho em nossa lista de notáveis.

Mas que essa versão de 2002 é bem contraditória, é. E insisto nela porque sou torcedor da Ferrari e me senti muito mais agredido do que ajudado. Talvez não se lembrem, mas ele trabalhava pra Ferrari, não pra F-1.

RicaPerrone