Flamengo

Flamengo vive entre o alívio e a dor

Não há prazer na Gávea. O que o Flamengo se transformou nos últimos anos é um projeto muito improvável de se tornar o Bayern do Brasil e conquistar todos os títulos meramente por obrigação de mantê-los.

O torcedor mais novo comprou o barulho. Acreditou na ideia e agora sofre com qualquer coisa que há poucos anos seria considerado um “resultado normal”.

A mídia embala, os influenciadores inflamam, e o Flamengo virou um clube que só alterna entre o alívio e a dor, excluindo o prazer.

Que graça existe na glória se ela for rotina? Se é glória, não é comum.

Entendo que o investimento é alto. Mas entendo o suficiente de futebol pra saber que onde se compra resultado com garantias é na Europa. Aqui, berço de craques, nunca se sabe se o que você comprou o rival não vai lançar da base. Ou se o treinador vai surtar, se o jogador vai cheirar, se o grupo vai rachar.

Aqui são outros 500. E mesmo que seja 2 mil, 500 ainda mudam resultados.

O Flamengo evita perder títulos. E isso é um absurdo tão grande que eu chego a sentir pena do que virou torcer pro Flamengo.

Hoje fala-se em “salvar o ano”. Ok, então ser campeão brasileiro é salvar o ano e não conquistar algo incrível? Que merda que deve ser viver na cabeça desse torcedor. Ele busca a glória como alívio e qualquer insucesso como tragédia. Não há gozo. Só dor e alívio.

Se o Flamengo ganhar o Brasileiro – e pode – será incrível! Não uma “salvada” no ano ruim.

Desde quando não ganhar a Libertadores é vexame? Como você, torcedor não acéfalo, compra esse discurso sensacionalista vazio de quem quer te pegar no calor da derrota pra vender clique?

Você está indo buscar um título enorme em cima de um rival. Se isso te soa como “salvar o ano” ou aliviar o que deu errado, você morreu pro futebol. A soma da arrogância de parte da diretoria do Flamengo com a soberba natural da torcida e a validação midiática do absurdo transformaram o Flamengo numa máquina de memes.

Porque não dá pra ser só grande e disputar títulos? Quem evita perder algo que não lhe pertence? Porque é tratado assim todo campeonato que o Flamengo disputa?

A Flapress sempre fez mal ao Flamengo. Hoje ela está somada a alguns influenciadores que não carregam a obrigação da isenção mas inflamam ainda mais a torcida nas horas de derrotas comuns.

Que sentido tem terminar o ano brigando por um título e ao invés de euforia só se fala em “salvar ano”?

Quem dera meus anos todos fossem salvos com um título brasileiro.

Desfrutem. Ser Flamengo não pode ser um peso, mas sim um prazer.

Vê-lo brilhar, lembra? Então…

RicaPerrone

O Flamengo é melhor

Lá vai o atleticano passar pela noite mais comum do futebol sulamericano: tentar entender e encontrar motivos para não ter vencido o Flamengo mesmo tendo jogado uma boa partida.

Esse é o dilema de quase todos. Como vencer um time que precisa de 5 bolas enquanto você precisa de 25 contra ele?

Como parar um ataque com 5 jogadores fora de série e ainda conseguir levar perigo ao gol adversário?

Como que, durante o jogo, eu posso resistir a pressão se do banco podem vir 3 ou 3 jogadores de seleção?

O Flamengo, hoje, de novo, menos do que em 19, mas ainda é irresistível.

O Atletico não funciona há 1 ano e meio. Já foram vários treinadores e nenhum fez acontecer. Talvez o Felipão seja culpado, mas eu duvido que ele tenha a maior parcela de um time que não engrena de jeito nenhum.

Hoje, melhor. Inverteu os atacantes, deixou um volante mais fixo, soltou os laterais. Bom jogo. Nem merecia perder. Mas, como Renato dormiu na quarta, dorme hoje o Felipão: Dá pra ganhar do Flamengo sem que eles estejam num dia muito ruim?

Não sei. Sei que o bom jogo de hoje pode indicar mais uma noite de pesadelo ou uma esperança de evolução clara em relação aos jogos anteriores pro Galo.

Pro Flamengo, que ainda busca reforços nem ele sabe pra quê, segue o baile. Literalmente.

RicaPerrone

Quando convém, tudo bem

Caros canalhas;

Por toda minha carreira fiz oposição ao que chamamos de “imprensa tradicional”. Porque? Porque eu entrei, vi, não gostei e propus fazer diferente.

Embora hoje milhares naveguem no mar que eu abri por coerencia e concorrencia, ainda há um poder paralelo alinhado e forte.

Por ideologia política muitos de vocês abraçam até o diabo. Por ética dizem que bandido é “suspeito”, mas por ideologia também criminalizam inocentes e verdadeiros “suspeitos”.

O que vimos nos últimos anos escancarou a verdadeira intenção da “imprensa tradicional”. Manipular você pra onde ela quer.

E isso não é apenas político. É onde ela quer em tudo que ela quer. Foda-se os fatos, a não ser que ela mesma possa cria-los.

E quanto aos crimes e bandidos, depende muito de que lado estão para que ela decida o quanto vai lembra-lo.

Quando centenas de marginais foram as ruas na cena mais hipocrita do mundo falar que eram a favor da democracia e antifascistas, elogiaram.

Porque? Porque era conveniente pra intenção política da maioria. Ninguém quis lembrar que ali havia o que há de mais antidemocratico e fascista no esporte. Era só interessante por ideologia, e portanto eles fingiram que não notaram.

Na época fiz um vídeo alertando. Quando esses mesmos caras ameaçarem ou matarem um de vocês, lembrem-se que por política vocês os validaram.

Ontem morreu mais um torcedor. Os antifascistas do bem estarão domingo em casa vendo jogo porque os democratas da imprensa acham que tem que fechar o estádio. Amanhã será o metrô, depois a rua, depois a cidade. Porque a burrice é como a eplepisia. Você não cura, trata e convive com ela.

Mas a soma da burrice com má fé torna qualquer ato um grande perigo. Se não pela irresponsabilidade, pela maldade. Ambos são intoleráveis com microfones.

Veja você que loucura. Os mesmos que abominam quem fala besteira publicamente dando sua opinião e até aprovam a censura permitem que seu colega ao lado o faça sem o menor problema. Porque além de incoerentes são covardes.

Ou você briga por algo ou você fica quieto. Brigar quando convém não é causa, é marketing.

Já citei aqui o absurdo que é uma emissora massacrar um treinador condenado por estupro e anunciar no intervalo que sua proxima atração é a luta de outro condenado por estupro. Mas isso só é óbvio pra quem não está disposto a ser manipulado por um idiota qualquer que fez 4 anos de jornalismo e acha que saiu de la formado em direito, medicina, educação fisica e gestão publica.

Agora vão cobrar que prendam o assassino da torcedora. Mas ué? Não era pra punir o clube? Fechar portão? Então, foi lá fora. Fecha o que agora, meu caro canalha?

Eu tenho uma sugestão.

Fecha a boca pra falar do que você não sabe. Mesmo que a ideologia política o seduza pra defender o indefensável.

Boa parte de vocês estão destruindo uma profissão altamente relevante pra sociedade por interesses pessoais, políticos ou financeiros.

Se te faz feliz que todos pensem como você ao invés de ver problemas resolvidos de fato num país que os coleciona, você não é um mau jornalista. Você é mau caráter.

Bastava que uma vez por semana houvesse uma matéria questionando a justiça sobre os criminosos do jogo do ano passado. Eles seriam presos por pressão e os outros não fariam com a certeza da impunidade.

Mas não. Vamos fechar portão. Culpar a PM, a sociedade, a puta que pariu. Mas jamais ter o trabalho de cobrar justiça até que ela seja feita.

A não ser que a vítima seja uma parceira de luta. Aí, irmão… vira até filme.

Viva os antifascistas! E que calem-se democraticamente os que discordam deles.

RicaPerrone

Carta ao Flamengo

Flamengo, meu caro Flamengo;

De tanto te defender levei fama de te amar. Durante décadas acreditei que sua glória era lutar, que sua grandeza era ser o povo e sua graça ser imprevisível.

“Um dia eles se organizam e aí, fudeu!”.

Quem não disse ou ouviu essa frase? E aconteceu.  Foram anos pra que se tornasse real, mas aconteceu.

O homem que liderou o clube no processo que o levou até o atual status sequer foi convidado para um “obrigado” na hora das conquistas.  Tudo bem, politicagem é foda. A gente entende e o torcedor corrigiu o ato egoísta no próprio estádio em Lima.

Os seus torcedores, em maioria pobres, com sonhos, condições e expectativas semelhantes aos meninos do ninho já não se sentem confortáveis com tanta estima por dinheiro apenas.

Das arquibancadas, sumiram. Hoje só se você tiver financeiramente em “outro patamar”.  Na hora de clamar pelos 40 milhões e vender a marca, fundamentais. Quando pra inclui-los, pague quem puder e que se dane o povo, o DNA, a “nossa gente”.

Flamengo, Flamengo… rico que esquece de onde veio acaba voltando.

Na mesa da CBF, diante de quem já fez o que com enorme atraso hoje você merecidamente conquista, esnobação e soberba.  “Somos o único que…”. E voto vencido.

Na FERJ, chegou falando em dinheiro com o mundo em pânico clamando por saúde. A noite, teste positivo do seu treinador.

Nem assim, com a vida dando sinais?

É fácil “saber tudo” quando se herda o trabalho quase pronto. É mole botar a cereja e vender o bolo, mesmo que você tenha ajudado a escrever a receita.

Querem vender pro torcedor que o Flamengo está brigando contra tudo e todos como vítima.  Na real o que está havendo nos bastidores do futebol é um clube tentando jogar sozinho, vender treino, ignorar todos os rivais, viver de títulos fáceis e destruir o produto que o sustenta em pé.

Não sou eu. São os clubes, as competições, a TV, os demais dirigentes e até parte dos rubro-negros não hipnotizados que estão assustados com tamanha soberba.

As faculdades de administração que ostentam os dirigentes do clube não ensinam a gerir paixão e sim negócios. Talvez aí esteja a falha brutal.

Um Flamengo que beira a perfeição no futebol.  Que patina na própria arrogância fora de campo.

Mengão, olha só.

Tua grandeza está em quem você carrega, não no caneco que você levanta.  Tua empatia com essa gente está em identificação, não em saldo bancário.

Tua glória não é lutar. É representar a luta. Representar sua gente que auto proclama-se favelada.

Favelado quer sair da favela mas não quer esnobar quem ficou.

Favelado tem orgulho de onde veio.

Favelado não deixa os outros na mão.

Favelado quando fica rico não humilha pobre nem esquece de quem ajudou na dificuldade.

Favelado se diz “comunidade”. E comunidade é um todo, não a idéia do bem estar de um só em troca da destruição alheia.

Favelado é Flamengo. E o Flamengo, ainda é favela?

Dá pra ser vencedor sem ser odiado. Dá pra ser referência sem pisar nos outros. Dá pra ser minimamente inteligente em vender suas glórias como glórias e não obrigação.

Não é inveja do mundo pelo resultado. Todos os outros já os tiveram, inclusive mais vezes e antes de ti. Mas saber perder é fácil. Duro é saber ganhar.

Contra tudo e todos, não há outra alternativa se não perder. Sem todos, você não existe. Logo, contra todos, você não tem como vencer.

Há um bolo pra ser repartido e esse bolo é pequeno. Você pode tentar aumentar o bolo coletivamente ou tentar ter a maior fatia de um bolo cada vez menor.

Se és tão grande, seja a locomotiva do futebol brasileiro, não o trem descarrilhado.

RicaPerrone

Eu, Deus e o Zico

Era maio de 1986. Eu tinha 7 anos e já uma paixão por futebol fora do comum. Minha mãe, Testemunha de Jeová na época. Meu pai, quase ateu.

Nas “missas” que minha mãe me levava era comum que nos ensinassem a rezar e incentivassem a isso. Naquela religião, porém, as orações eram “conversadas” e não decoradas. Você tinha que cria-las.

Naquela época não existia esse monte de babaca que “não torce pra seleção”. Todo mundo era fechado com o time, ninguém queria aparecer no facebook e pra isso ser “diferentão”. Nós amávamos a seleção. Era o nosso time, independente de quem vestisse a camisa.

Eu me lembro como se fosse hoje. Assisti ao Globo Esporte, logo depois minha mãe entrou no quarto e eu estava, pela primeira vez, rezando por contra própria.

Orgulhosa, foi ao meu encontro parabenizar e fazer “festa” pela minha primeira oração por conta própria. E então, me perguntou:
– Conta! O que você pediu pra Deus?
– Pro joelho do Zico ficar bom, mãe.

Acho que ela não gostou. Mas com 7 anos eu ainda não sabia mentir e portanto ela não reagiu mal. Só deu risada e me orientou a pedir coisas “mais importantes”.

Ora, mãe! Mais importantes que o joelho do Zico em maio de 1986? Em que mundo você vive?

Não adiantou muito. Deus até colocou o joelho dele em condições de jogo, mas esqueci de pedir pra que ele não dar o poder de “condenar” alguém nas mãos de uma gente tão ingrata e covarde.

Chorei bastante quando perdemos. Metade porque meu herói era o vilão, metade pela seleção.

Hoje, profissional do futebol, eu acho graça. Mas não me lembro de ter feito nenhuma oração tão sincera quanto aquela desde então. A gente nunca mais é sincero tanto quanto quando criança.

O conheci, já fiz programa com ele na rádio, já tive o hábito de encontra-lo toda segunda-feira e até trocamos mensagem pelo celular, veja você! Mas ainda não consigo entender com naturalidade poder falar com Zico.

Nenhum sujeito no mundo, nem Pelé, conseguiu ser tão “Rei” para sua gente quanto Zico para os rubro-negros. O menino de 15 anos o idolatra tal qual o senhor de 50 que viu cada lance do Galinho. É um ritual, uma credencial.

Foi o mais próximo que cheguei de ser religioso na vida.

Parabéns, Galo!

abs,
RicaPerrone

O mais puro Imperador

Hoje é dia de verdade. Dia de subir o morro pra encontrar quem cresceu comigo. Dia de meter gol no rival e mostrar os musculos pra mais tarde.  Dia de chorar feito moleque num corpo de gladiador.

Dia de cometer burrices imperdoáveis em meio a conquistas geniais. Dia de andar descalço na favela tendo aos seus pés uma mansão em Milão.

É dia de estacionar a BMW na comunidade pra empinar pipa na laje. Dia de ser herói com a 9 da seleção e jogar bilhar no boteco pra comemorar no outro dia.

Dia de ser gente como a gente, mesmo sendo um super herói trapalhão.

De trocar o amigo ator pelo amigo frentista do posto de gasolina que foi criado com você.  Dia de recusar entrevista pra Globo porque tá com sono.

Dia de chorar a morte do pai. Dia de encher a casa de mulher. Mas mulheres de verdade, do dia a dia, não as da revista.  Mulheres da Vila Cruzeiro, por exemplo.

Dia de ser o ídolo que fez tudo pra dar errado e deu certo. Dia de ser o herói de uma nação.  O mais favelado da “favela”  rubro negra. O estereótipo perfeito do que um dia foi “mulambo”  por ofensa.

Adriano é o carioca. É o povo do Rio em forma humana, descalço e louco pra sorrir a toa, mesmo metendo a marra por instinto.

Hoje, aos 38, comemora uma vida cheia de altos e baixos mas com todos os erros e acertos de quem corre o risco de ser quem  de fato é.  Nosso Imperador não pode usar ouro, roupa chique, sapato italiano e nem passar o domingo sóbrio.

Imperador do Flamengo? Não. Adriano é o jogador que nós seríamos.

O nosso erro possível. O inatingível mais real que já tivemos.

Erre sempre, Adriano.  Nós amamos você assim, todo errado.  Afinal, nossa vida não é como a do Instagram.’

RicaPerrone

Bolo sem cereja não estraga festa

A luta é longa, o sonho é claro e tem data marcada. Todos querem a Libertadores, que é a realização meritocrata do possível.

O Mundial, hoje, e há alguns anos, é um sonho distante e que conta mais com uma dose de acaso do que com ser, de fato, “o melhor do mundo”.

Por isso os europeus não dão tanto valor. Pois pra eles antigamente era inviável, em seguida virou obrigação. Veja você. Nós já fomos os imbatíveis.

Hoje o Flamengo poderia perder de goleada, tentar vencer por uma bola, travar o jogo em pontapés.  Jogou como time grande, de frente, buscando, lealmente, a vitória.

Não foi por uma bola. Foi por várias. E elas até existiram. Pra lá e pra cá, é verdade.

A cereja do bolo não veio.  Ficamos com os brigadeiros, os convidados, o bolo em si e a alegria de ter muito o que comemorar.

Inclusive, pasmem, a forma com que perdeu. Pois se há muito o Brasil vai ao Mundial pra não jogar, hoje foi pra trocar tiro e não pra correr deles.

O placar de Lima talvez não seja coerente com o jogo. O de Doha idem.

As vezes a bola escolhe lados meio sem critério.  O Liverpool é melhor. Hoje, o Flamengo foi “maior”.

É diferente.

RicaPerrone

Planejada 2019 #34

Todo começo de temporada os treinadores fazem um planejamento. Aí você pode perguntar: “Que diabos de planejamento é esse? Ele planeja perder? Não era pra tentar ganhar todas?”. Sim, era. Mas nem treinador é tão apaixonado e maluco de imaginar que vencerá todos os jogos de um campeonato como o Brasileirão.

Assim sendo, eles planejam uma forma média de atingir os pontos do último campeão, ou perto disso. E você pode se perguntar: “Qual critério ele usa pra saber onde pode perder ou onde tem que ganhar?!”.

Normalmente eles seguem uma linha simples. Ganhar todas em casa, bater nos pequenos fora, empatar com os médios e aceitam perder pros gigantes fora de casa. Esta soma dá o suficiente para você estar, no mínimo, brigando pelo título. A não ser que alguém dispare e quebre todo planejamento.

O mais afoito pergunta: “Mas se um time tem 20 pontos e o outro 18, com os mesmos 13 jogos, é óbvio que ele está melhor, não?!”.Não. E se o que tem 20 pegou 5 pequenos fora, 1 clássico e 7 grandes em casa? Significa que ele pegará os 7 grandes fora no returno. Talvez os 18 pontos conquistados sobre clubes mais fortes sejam mais valiosos do que 20 em pequenos.

Atenção:
– A conta busca uma fórmula de se chegar aos 74 pontos, que aproxima muito do título.
– Alguns times podem perder clássicos, outros não. Isso porque alguns tem 2 clássicos por ano, outros 6.
– “Ah mas se meu time perder um jogo que era pra ganhar, ja era?” Não. Você calcula por outro jogo que “não era pra ganhar” e equilibra. Compensa.
– Eu não entendi! Facilitando: O importante não é seguir a risca os resultados. É chegar a rodada X perto ou com mais dos pontos planejados pra rodada X. O percentual diz o quanto seu time fez de pontos perto do que DEVERIA ter feito até aqui para brigar pelos 74 pontos. Só isso.
– As tabelas são INDEPENDENTES entre si. Não as compare procurando o mesmo resultado pois não serão 11 campeões.
Enfim, aí está! Se você não entendeu, pergunta pro amiguinho do lado que ele explica.