zebra

Ela vem

Talvez a Copa do Mundo seja um dos campeonatos de mata-mata mais previsíveis do mundo, embora seja disparado o melhor deles.  Nós sabemos que quase sempre, aconteça o que for, o trio de ferro terá 2 nas semifinais, um na final e as vezes os 3 disputando as últimas 4 posições.

Brasil, Alemanha e Itália sobram na turma.

Depois vem outro bolo, que não dá pra chamar de zebra. Nem de favorito Nela estão Espanha, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Holanda e França.

Dali pra frente dá pra chamar de zebra. E antes das galinhas mortas, temos México, Bélgica, Suécia, Portugal.

A Copa tem 3 grandes times dos quais 2 estão fora.  Dos outros 6 citados, Holanda está fora, Argentina está fraca.

De um lado do chaveamento das oitavas  há 2 times grandes. A chance de zebra é bem maior. Embora as “zebras” mais fortes estejam do lado de cá.

Portugal e Bélgica, campeão da Euro e time mais badalado dos pequenos, estão no mesmo lado da chave. Impossibilitando uma final.  México, idem.

Se nessa Copa não der zebra, e me refiro a chegar a final não necessariamente ganha-la, acho que não teremos outra tão cedo.

abs,
RicaPerrone

São Paulo precisa amar o São Paulo

Há algum tempo o SPFC se tornou o time da Libertadores. O torcedor comprou esse barulho e até ensaiou deixar de ser uma torcida mimada e ausente para ser referência.  Mas nem toda quarta-feira a noite é Libertadores.

Nem tudo acaba quando se sai de uma Libertadores. E tem ano que sequer estaremos na Libertadores.

Criou-se no São Paulo uma maneira estúpida de ver futebol onde a Copa do Brasil não presta, o Brasileiro só se acompanha faltando 10 rodadas e já campeão, o paulista nada vale, a Liga não querem disputar e… fim.  Ou seja, vive-se em função da Libertadores.

O que são 6 mil pessoas numa oitava de final no Morumbi num torneio onde nunca tivemos a capacidade de ganhar? Ah, mas tava frio, é o Juventude. Ok! Não espero 30 mil. Mas 6 mil? Isso é público de série C.

Aliás, público, futebol, adversário e resultado.

O SPFC é um homem de uma só mulher.  Ele pode até conquistar uma ou outra, mas seus olhos só brilham pra Libertadores.  Disputar uma Copa do Brasil com objetivo de “ir a Libertadores” maior do que “ser campeão” é uma das maiores inversões de valores que existem, e que no Morumbi é absolutamente natural.

Não ganhamos uma Sulamericana. Fomos pra Libertadores. E toda vez que saímos dela, o ano parece que acaba até que haja festinha no final pra pontos corridos quase ganho.

Alma se cobra de time, de diretoria, de clube, de torcida. O SPFC como um todo perdeu o tesão de jogar bem, de vencer, de brilhar. Só se pensa na porra da Libertadores.

Esquecemos, porém, de algo simples que nós mesmos provamos ao mundo: Libertadores é consequência de bom futebol. Não o motivo de fazer o mínimo possível pra se manter nela.

Mais, São Paulo. Você não pode ser de ninguém. Mesmo que esse alguém seja o maior torneio das Américas.

abs,
RicaPerrone

Quem é você? (Costa Rica 1×0 Itália)

A Costa Rica era um país da América Central que ficava entre o Panamá e a Nicaragua.  Com população de 4,5 milhões de habitantes, esteve poucas vezes em destaque internacional, tanto pro bem quanto pro mal.

Uma das democracias mais antigas do mundo, tem em São José sua capital. Lá, nesta cidade, são 300 mil habitantes.

Uma das referências mundiais em relação a meio ambiente, ganhou vários prêmios não muito populares a respeito.  Lá, 96% das pessoas sabem ler e escrever, um dos mais altos índices das Américas.

O turismo é o principal pilar da economia costarriquenha.  Junto dele vem a agricultura como outra fonte considerável de receita.

O clima lá é Tropical. Tem uma tal de Ilha do Coco que é tão bonita que virou patrimonio mundial . Para ligar lá o código do país é 506.

As cores da bandeira, vermelho, azul e branco.

Ou, a partir desta data, simplesmente “o time de Campbell, aquele que ganhou da Itália e Uruguai na Copa de 2014”.

E precisa mais?

abs,
RicaPerrone