Inter

Goleada!

Fosse 4×0 sem sustos não teria o mesmo efeito. Embora fosse melhor pra classificação e pro saldo, nada poderia ser mais importante pro Colorado do que vencer com o gol aos 52 minutos, casa cheia, explosão e euforia.

O campeonato de pontos corridos é chato. Se você deixar o time e a torcida começam a escolher jogo, a empolgação se torna homeopática e esfria. Ao esfriar muitas vezes perde-se o campeonato.

Tudo que o torcedor quer quando vai ao estádio é uma memória. Algo pra guardar e contar pro resto de sua vida. Uma paulada no Paraná seria mais do mesmo, com todo respeito ao Paraná.

O gol aos 52, na cabeça do torcedor, é história pra título.

Nosso cérebro funciona assim. Vamos construindo uma história pra contar até que ela seja oficializada por um título e então podemos recordar cada passo até a conquista com toques de “eu tava lá”.

Hoje mais de 40 mil estavam. Talvez vire história, talvez não. Mas se virar, esse capítulo será especial. E tinha tudo para nem ser digno de registro.

abs,
RicaPerrone

O “não ídolo”

Guerrero fez o gol do Corinthians no Mundial. Passa longe de ser um dos maiores ídolos do clube, embora reconheçam sua importância.

Foi pro Flamengo com status de craque, maior contratação do “novo Flamengo”, e sai de lá como frustração, pela porta dos fundos e devendo.

Chega ao Inter com impacto pelo grande jogador que é. Renome internacional, mídia, e bom futebol, inegável.

Por mais que não se trate do jogador que iludido o Flamengo pagou quase 1 milhão por mes, trata-se sim de um grande jogador. E o Inter nada tem com isso. Contrata um bom atacante e se torna ainda mais candidato a título por isso.

O que esperam de uma pessoa não necessariamente é o que ela pode dar. Também não podemos cobrar o especial como parte do pacote básico.  O básico diz que a pessoa fará o que a lei deixar. E o especial coloca os valores como gratidão, respeito, etc.

Se eu fosse o Guerrero jogaria até dezembro de graça no Flamengo para compensar o prejuízo que ele deu ao clube. Mas eu não sou o Guerrero, portanto não posso determinar os valores dele.

Tem uma história que não sei o quanto é real, mas é um “case” dito nos bastidores do futebol. O goleiro Marcos ficou machucado um tempo e seu contrato de luva acabou. Uma empresa o procurou e ofereceu um novo acordo. E o Marcão teria recusado dizendo que daria mais uns meses a luva anterior porque ele não jogou e ela pagou a toa.

Nem todo mundo é como o Marcão. E também nem todo mundo vai sair do futebol levando mais do que dinheiro.

Boa sorte ao Guerrero e ao Inter. Ninguém é obrigado a ser especial.

abs,
RicaPerrone

Não serve pra nada

É midiático, mera ação do marketing dos clubes para agradar a imprensa, aparecer e ficar bem internamente. As ações “promovendo paz” entre clubes rivais as véspera de um jogo não servem pra absolutamente nada, não agregam nada e são oportunistas.

Explico.

Quem briga em 100% dos casos é torcida organizada. As brigas jamais partiram de torcedores comuns, e portanto qualquer pessoa de bom senso com o mínimo de conhecimento em arquibancada sabe que essas ações não impactam o alvo, mas sim a imprensa.

Dona Eulália acha fofo. Mas Dona Eulália não briga em estádio. Nada muda.

É legal?

É. E ponto.

Enquanto o mundo promove duelos esportivos com provocação e cara feia, nós vamos no sentido oposto para dizer pra mídia que é luta contra a violência. Não é. É medo. Politicamente correto.

Explico de novo.

As ações recentes são ainda mais inúteis e pra inglês ver. Cruzeiro e Flamengo, Inter e SPFC.

É muito fácil promover paz entre 4 clubes onde suas organizadas formam uma organização nacional (punhos cruzados) e são aliadas de guerra contra outras torcidas. É ÓBVIO que não haverá violência entre facções aliadas.

Não há como a ação “parecer” ruim. Ninguém vai brigar, as torcidas vão juntas pro jogo, como já iriam de qualquer forma por causa da aliança. E então os marketings usam essa mentira pra indicar sucesso na ação.

Rivalidade se fomenta com provocação. Ao final, o respeito.

Não é nocivo que se promova a paz e o nhe nhe nhe antes dos jogos, apenas inutil.

É Libertadores, não Teleton. Façam pelo futebol, não pelos elogios de jornalistas que não frequentam estádio há 20 anos.

Torcedor que briga no estádio é marginal, vocês sabem quem são, onde se reunem, a camisa que vestem e que não vão mudar NADA porque os mascotes são amigos.

Marginal se corrige punindo, não levando pro teatro.

abs,
RicaPerrone

Chato, divertido e…deveria ser só isso

Discutir o D’Alessandro como jogador é uma bobagem. Joga muito, jogou muito, tem títulos e 10 anos de Internacional. É um grande ídolo e merece toda paixão colorada que o acompanha.

Não tenho qualquer expectativa de critica-lo e não se ofendido por todos os lados. Ídolos não erram, e quando erram, o errado é quem notou e não ele.

D’Ale tem uma característica que eu gosto e dou risada.  Ele briga, arruma confusão, tem um metro de altura e se acha enorme. Eu acho divertido o jeitão dele de tomar conta do cenário como se fosse um torcedor revoltado com qualquer motivo, tenha ele razão ou não.

“Ah todo mundo queria um cara como ele no seu clube”.  Sim, sim. Ele tem um perfil que o torcedor adora.  Ele “briga”como um torcedor brigaria. Então certo ou errado a gente adora.

Mas aí vem a parte que não dá pra curtir, porque se os arbitros não fossem tão bonzinhos com ele, convenhamos, ele jogaria 2 e folgaria uma suspenso.  Todo jogo ele apita, todo jogo ele arruma confusão, e não tem sido incomum ele agredir adversários.

Quando ele faz isso, torcedor, e você naturalmente vibra porque está no calor do jogo, ele está colocando em risco o jogo que vem e o atual. Ele pode ser expulso se o juiz ver. Nos últimos 2 jogos ele deu em 2 jogadores. Ambos mais novos, óbvio que não por acaso.

Todo folgado sabe até onde pode ir. O D’Alessandro jamais irá pra cima do Felipe Mello, do Geromel ou do Guerrero. Ele vai no Paquetá, no Luan, no menino da Chape, no lateral que tá começando, ou quando tem um puta tumulto em volta dele e sabe que haverá turma do deixa disso suficiente pra evitar a briga.

Ele não é burro. Se ele brigar, ele apanha de 90% dos caras que ele peita. Quase todos são bem maiores que ele, além de mais jovens.

O problema do D’Alessandro não é ser esquentado, apitar jogo, nada disso. Tudo isso é jeito de ser, só me diverte. Mas os soquinhos na cara, mão na garganta, tapa escondido… aí é coisa de argentino. E até onde sei, não aplaudimos métodos de um futebol rival e derrotado.

D’alessandro pode ser divertido e chato. Violento, não. Se você, colorado ou não, acha maneiro que ele dê um soco na cara do Paquetá porque tomou um chapéu… ok. Sem problemas. O Kleber Gladiador ganha um salário alto até hoje porque existe gente como você.

De alguma maneira, sinta-se bem por sustentar uma categoria de jogador de organizada. O cara que tá lá sem se importar com o cartão, o grupo ou o jogo. Desde que saia nos braços da organizada porque “briga pra caralho”.

abs,
RicaPerrone

Relatório completo de público no Brasileirão de 2012 a 2017

Uma das coisas que o torcedor mais gosta de discutir é o desempenho dele mesmo perante seu clube na arquibancada.

O ADMKT é o Grupo de Pesquisa e Extensão em Marketing e Comportamento do Consumidor da Universidade Federal de Goiás (UFG). Fundado em 2012 pelos docentes e pesquisadores Marcos Severo e Ricardo Limongi, professores efetivos da UFG, o grupo foi criado com o objetivo de promover atividades da área de marketing realizadas no âmbito da instituição de ensino.

Pois este grupo fez uma incrível pesquisa sobre o público do futebol brasileiro dos campeonatos brasileiros de 2012 até 2017.

A comparação começa com a Premiere League, na Inglaterra. E logo se tem a discrepância de público dentro dos estádios.

Dessa forma, o objetivo deste relatório é responder diversos questionamentos relacionados ao Campeonato Brasileiro de Futebol, não somente aqueles que tratam do público pagante e da taxa de ocupação nos estádios, como também os que se relacionam ao desempenho das equipes de futebol.

O contexto brasileiro é particularmente marcado pela existência de 12 grandes clubes, que concentram 53 dos 59 títulos dos campeonatos brasileiros disputados desde 1959, época da primeira edição da Taça Brasil.Conhecer detalhes da dinâmica do principal campeonato de futebol do País é importante, principalmente se for considerado que os principais clubes brasileiros ainda se veem diante de problemas estruturais e organizacionais crônicos, como más condutas de gestão.

Dirigentes e profissionais de marketing que atuam nessa realidade pouco sabem dos fatores que determinam a presença de público nos estádios ou o desempenho das equipes no campo.Poucos são os clubes realmente prossionalizados que organizam ações administrativas baseadas na racionalidade da análise de dados. Entretanto, esse cenário começou a mudar nos últimos anos, com isoladas iniciativas de prossionalização e responsabilidades scal e administrativa. A apresentação do “Relatório ADMKT de Presença de Público nos estádios brasileiros”acompanha esse movimento e se apresenta como fonte de informação para gestores de clubes, prossionais de gestão esportiva e da imprensa especializada

O primeiro gráfico mostra o público médio e também o “desvio” padrão. O “desvio” é como uma margem de erro. É a média de público oscilando pra cima e pra baixo perante o público médio.

A seguir temos um gráfico para mostrar em ordem essas médias de público ao longo deste período.

A seguir a taxa de ocupação, que está sempre diretamente ligada ao público médio em virtude da capacidade de cada estádio.

Temos, então, outro gráfico interessante. A comparação entre começo e final de campeonato, para verificar se as torcidas se comportam regularmente, só nas finais ou só num começo empolgante.

Em seguida uma série de gráficos que indicam o comportamento do torcedor para ir ao estádio no Brasil, e até a sua relação com o resultado.

Esse trabalho detalhado e muito interessante para discussão sobre o futebol brasileiro foi feito pela equipe abaixo, a quem agradeço pela preferencia em ter disponibilizado a este blog primeiro.

Precisamos falar do Grenal

Tem algumas coisas – e não são poucas – que sou meio radical. O Grenal precisa precisa ser matéria escolar com nota, prova, recuperação e os caralho.

Tal qual é dever moral de qualquer emissora detentora de direito de transmissão do clássico que ele seja disputado isoladamente de outros jogos, num horário nobre nacional e transmitido em rede. Se possível sem narrador, comentarista e reportagem.  Só com som ambiente.

É a maior partida de futebol do mundo onde o que menos se faz é jogar futebol. Embora esteja dentro dela o que há de mais importante no futebol.

É no Grenal que o par ou ímpar dá merda. Hoje deu. E que maravilha! Porque é pra isso que vemos futebol e ostentamos camisas e bandeiras: pelo direito a lamentar cenas lamentáveis.

Mas por um minuto de sinceridade, pense o quão lamentável seria não ter mais cenas lamentáveis para se lamentar?

Viva o Grenal. Ele nunca nos deixará sem as tais cenas. Simplesmente porque é um jogo onde até a bola é menos notada do que a intimidação, a rivalidade, a paixão, o ódio e o ambiente.

É possível jogar um Grenal sem a bola. Juro!

O que não é mais possível é permitir que crianças sejam domesticadas e catequizadas sem que este jogo seja parte da cultura nacional e não apenas local.

O Grenal é muito do que nos falta.  E dali se tira muito do que nos diferencia.

O futebol brasileiro respira aliviado quando há um Grenal, e por incrível que pareça e talvez você nunca vá entender, isso não tem nada a ver com a qualidade do jogo.

Tem a ver com a diferença brutal e tão pouco compreendida entre “entender de futebol” e “entender futebol”.

Do segundo quase ninguém entende. O Grenal é uma aula.

abs,
RicaPerrone

A “treta” da Rádio grenal

Semana passada houve uma polêmica sobre uma participação minha na Rádio Grenal.  Os ouvintes acharam que eu fui “cortado” ou “censurado”, e eu fiz questão de dizer no twitter que não. Que fui muito bem tratado e que ninguém me cortou do ar do nada.

Mas que a história de alguém pedir desculpas no ar pela minha participação, se fosse verdade, era um absurdo. Um desrespeito. Eu não pedi pra participar, repeti no ar o que escrevi e portanto quando me ligaram sabiam o que eu diria.

Eu não acho educado e nem necessário um radialista querer agradar os clubes do interior se desculpando pela opinião dos outros. Dá a sua, sustenta seus argumentos, se é que existem, e então tá feito o debate. Mas desmerecer uma que você convidou pra por no ar?

O resto foi barulho de torcedor. Fizeram disso uma puta polêmica quando na real o que me incomodou foi pedirem desculpas pela minha opinião, até porque ela é de milhões de torcedores.

Mas como notei no twitter, ninguém ouviu. Foi meio que disse me disse Então segue a entrevista para que vocês vejam que nao houve desrespeito enquanto estive no ar, muito pelo contrário. A babaquice foi apenas o Espinosa se desculpar pelo convidado dele, sendo que nao ofendi ninguem. E portanto não tem porque me desculpar. Ainda se tivesse, eu pediria, não ele por mim.

A tarde liguei na rádio pra ouvir o que diziam. Havia dois locutores mandando recado e debochando de mim no ar.  Eu não fico triste. Fico feliz. O espaço que conquistei é exatamente por ser o contraponto à mídia tradicional.  Continuem.

É só isso.

abs,
RicaPerrone

99% torcem, mas aquele 1%…

A megalomania dos times brasileiros em apresentar números exorbitantes para indicar paixão são facilmente desmascarados por dados mais concretos.  Brasileiro gosta de futebol quando o time dele ganha. Caso contrário, não é um dos maiores consumidores do esporte.

Consome o clube. E conforme a fase.  O futebol em si, muito pouco. E ainda que pelo próprio clube, embora as vendas de camisas atinjam números expressivos como os 2 milhões por ano do Flamengo, os sócios engajados em ter facilidades de ir a jogos e contribuir com o clube são ridículos.

Com base na pesquisa Ibope de 2017 as maiores torcidas do Brasil tem números de torcedores menores do que ditos pelas massas. A maior delas estima-se ser de 32 milhões e é a do Flamengo.

Fizemos um calculo simples de % entre total de torcedores declarados e sócios de fato, auditados no site oficial da campanha de socios torcedores (Futebolmelhor.com.br).

O Grêmio é o time com maior engajamento. 2,27% dos seus torcedores são sócios.  O Inter em segundo, com 2,01%.

Os cariocas Flamengo e Vasco são os piores na proporção torcida/sócios. Embora o rubro negro até tenha mais de 100 mil sócios, sua torcida é muito maior e portanto o % não acompanha.

Imagine você se cada time conseguisse 10% de sua torcida como sócios ativos. Será que precisaríamos vender nossos garotos pra Europa?

Em média apenas 1% dos torcedores de times grandes no Brasil são sócios torcedores. Segue a lista % de torcedores x sócios.

Time Torcida Socios %
Gremio 6.000.000 136.283 2,27%
Inter 5.600.000 112.752 2,01%
Sport 2.400.000 43.288 1,80%
Atletico MG 7.000.000 100.732 1,44%
Palmeiras 10.600.000 122.923 1,16%
Botafogo 3.400.000 35.132 1,03%
Cruzeiro 6.200.000 64.017 1,03%
Fluminense 3.600.000 37.095 1,03%
Sao Paulo 13.600.000 117.894 0,87%
Santos 4.800.000 24.692 0,51%
Vitória 2.600.000 13.157 0,51%
Corinthians 27.300.000 125.471 0,46%
Bahia 3.400.000 14.762 0,43%
Flamengo 32.500.000 106.938 0,33%
Vasco 7.200.000 17.065 0,24%

11 “crises” e uma reflexão

Tente imaginar que dos 12 grandes do futebol brasileiro 11 deles estejam terminando um ano conturbado e com “crise”.  É quase inacreditável, mas é real.  Com a fase do Corinthians e as cobranças, apenas o Grêmio tem um ano de paz. Todos os demais conseguiram curtir suas crises e terminar o ano com alguma insatisfação.

Veja a tabela. O líder hoje é contestado. O segundo colocado há 2 semanas vivia crise e anunciava seu terceiro técnico no ano. O terceiro colocado mandou o treinado embora sábado.

O quarto, o Grêmio, nem sequer disputa o Brasileirão. E é quarto.

O quinto há 2 semanas teve pressão de torcida no aeroporto e cobranças. O sexto até agosto era “fora mano” o dia todo e o time não prestava. Salvo pela Copa do Brasil.

O Flamengo tem na avaliação de sua torcida “um ano ruim”. É sétimo. O Vasco, também com 3 treinadores no ano, chegou a falar em rebaixamento por diversas vezes.

São Paulo, Galo e Fluminense, nem precisamos desenvolver o assunto. Anos ruins.  Crise.

O Inter, subindo, tomando vaias e com o time rachando com a torcida a um jogo da volta à série A.

E assim vamos encerrando a temporada. Com 11 dos 12 times grandes tendo suas torcidas insatisfeitas com o desempenho de seus clubes.

E eu lhes pergunto com a absoluta certeza disso não ser normal: Seria o reflexo de um ano onde todo mundo vai mal ou de uma nova mentalidade equivocada que compara o desempenho aos grandes da Europa e  esquece-se que aqui não tem 2 times ganhando 90% dos jogos?

O que estamos vendo é um erro de avaliação ou um padrão de exigência que não aceita apenas os pontos, mas também cobra desempenho?

Qual a leitura afinal?  Eu não tenho ainda certeza do que isso significa. Mas sei que algo está muito errado. É inaceitável que todos os times tenham tido um ano contestável, mereçam trocar seus treinadores, viveram crises em determinados momentos e que sejam ainda assim os protagonistas da temporada.

Trata-se de uma nova cobrança, uma forma burra de ver futebol ou de um imediatismo sem fundamento?

Não sei a resposta. Sei que vamos terminar 2017 com todos os torcedores insatisfeitos, menos o do campeão brasileiro e o do Grêmio. Com boa vontade também o do Cruzeiro, que deve ter engolido o festival de “fora todo mundo” com o caneco da Copa do Brasil. E isso se não inventar uma nova crise até dezembro, é claro.

abs,
RicaPerrone

Mascotes modernos

O ótimo ilustrador Eddie Souza fez uma releitura dos mascotes dos times brasileiros.  E olha que maneiro ficou! O do Bahia tem um detalhe genial! 

Curtiu? Eu também!

Boa, Eddie!
https://www.eddiesouza.com.br/

abs,
RicaPerrone