
Se a meta era G4, o Flamengo chegou a atingi-la. Quando “dobrou a meta”, se perdeu um pouco e entendeu que sua briga é por vaga, não por título. Hoje, com os pés no chão mais uma vez, jogando com muito esforço porque sabe que é limitado ainda, o Mengão pode dizer que segue firme na briga.
São 2 pontos neste momento (13h de domingo) para o G4. Sim, o Flamengo é candidato a essa vaga.
Embora não tenha feito um grande jogo, correu muito, criou e venceu com méritos e tranquilidade, apesar do placar não ser tão elástico.
Guerrero segue com dificuldades, o time sem Sheik perde referência, mas ganha mobilidade. As boas jogadas saem quase sempre com espaço, num time que hoje é muito mais interessante ao contra-atacar do que atacando.
Com Guerrero e Sheik juntos, ao contrário, o time agride melhor quando vai com mais calma. Essa variação na forma de jogar com competência é muito boa porque o Flamengo mostra mais de uma arma. Hoje o banco do time não é exatamente só pra repor mas sim pra mudar as características do jogo.
53 mil pessoas, contra o Joinville, sem promoção, vindo de derrotas. É difícil não fazer uma citação ao menos, por mais irritante que seja aturar os infiéis de outros clubes que não suportam constatação de fatos quando não lhes convém.
O G4, embora próximo na tabela, ainda é uma conquista distante. E acredite: É melhor o Flamengo tendo que buscar o G4 do que tendo que segura-lo.
abs,
RicaPerrone

Quais são suas escolhas, vascaíno? Fingir que não se importa a distância, tentar que aprendam a jogar sob vaias ou dizer “eu já sabia” em dezembro para que a razão tente amenizar sua paixão?
As coisas mudaram. O Fluminense não é mais o time do patrono rico que compra, compra, compra e a torcida vai lá cobrar dos medalhões. A torcida também não é mais aquela apática de anos atrás que foi reinventada na Libertadores de 2008.