Maracana

Chatos pra caralho…

De todas as coisas boas e ruins que a internet nos deu, uma das que não contribuem é a velocidade com que se cobra uma opinião de alguém.  Você tem um lance, 5 segundos pra pegar o celular, 5 pra escrever e postar. Nem o replay se foi, mas você já acha coisa pra caralho.

E depois de achado, agredido, confrontado e devolvido, você vai morrer achando aquilo. Não porque acha, mas porque já entrou na briga. Talvez eu nem odeie algumas das pessoas que eu mais “odeie”. Mas eu aposto que tive que brigar com muita gente pra ir contra essas pessoas, logo, passei a odia-las.

O problema raramente é a banda. O difícil de aturar é o fã clube.

O jogo foi bom. Não concordo com a situação em que o torcedor do Flu se coloca comodamente quando não vence de dizer que “torcida menor”, “menos dinheiro”, “menos time”, e portanto surpreendemos. Porque se você acha isso, você acha que o clássico é de um time maior contra um menor. E não, você não acha isso. Então não enche o saco.

Também não concordo com o rubronegrismo de achar que é pra ir pra cima e engolir o Fluminense, clube do qual o Flamengo tem historicamente dificuldade de vencer. Logo, falta de noção de realidade, tambem conhecida como megalomania, não é algo pra se colocar em pauta na hora de avaliar.

O Zé Ricardo é culpado de todos os problemas do país. Talvez do Mercosul.  Eu nem concordo com as últimas escolhas dele, mas calma lá! Tem muito nego ai jogando bem menos do que pode.  E nas mãos dele, nos últimos meses, muito jogador nota 5 jogou nota 7.  Se o time vocês chamam de “frouxo” é porque vocês botam tudo na bunda de um só. Então, que responsabilidade esperam deles se o culpado é o lado mais fraco como sempre?

Aí vem o gordo e convida a mulher que ele está afim pra ir na praia.  É o torcedor do Fluminense após os clássicos com o Flamengo.

Gordo, porra! Tu sabe que praia não te ajuda. Leva no bar! Não se boicota.  O que tem de constrangedor no Flu nos clássicos recentes? A torcida. O que ele quer se vangloriar?  Da torcida.  Jesus! Tua barriga é grande, gordo! Vai no cinema! Não fala em dieta nesse encontro. Tu ta pedindo pra notarem seu ponto fraco.

É o Botafogo fazendo campanha na tv com o Seedorf dizendo que veio “pela magia da torcida”, o São Paulo tentando encher estádio na crise segunda a noite, o Flu querendo falar de torcida com 5 mil pessoas num clássico e 10 numa final.  Daqui a pouco vem o Flamengo e faz campanha dizendo que é vergonhoso pra um clube ter um de seus membros presos.  Me ajuda a te ajudar!

Olha, eu amo futebol. Amo a magia que envolve. Mas o Cristiano Ronaldo não tem caspa, o Seedorf nunca saiu do Milan falando: “To louco pra pegar aquele Engenhao lotado”.

A Globo não é consultada pra ajudar o Flamengo. O Fluminense não faz tapetão porque cai todo ano, nem o Palmeiras é um clube corrupto por ter hoje mais dinheiro que o seu. Se o Corinthians tivesse “roubado o povo” pra ter estádio, ele não estaria fodido de dívida pagando o estádio e ainda sendo lesado com possível super faturamento e não ajudado.

Não vamos chamar o próximo Brasileirão de Taça Jean Willys, vamos?

abs,
RicaPerrone

A vida como ela é

Tricolores do Rio gostam de Nelson Rodrigues e portanto sabem que as vezes nada mais simples do que a vida como ela é. Complicamos para termos o que discutir no outro dia, mas nem precisávamos.

O Grêmio foi ao Maracanã na condição de favorito porque é melhor e porque tem 3×1 no placar.  Simples assim. E com 4 minutos um zagueiro do Flu deu um carrinho por trás numa chance clara de gol. Expulsão. Ponto.

Nogueira não teve intenção de machucar. Nem machucou.  Mas a regra diz que uma falta impedindo um lance claro de gol é para cartão vermelho. E se 3 jogadores do Grêmio sem zagueiro, na direção do goleiro e o campo todo pela frente não for uma situação de gol, eu desisto.

Durante o jogo, dois pênaltis não marcados pro Grêmio.  E reclama o Fluzão de uma não expulsão do Kannemann, que deu uma entrada forte, fora da área, sem direção a gol, de lado, com encenação e tudo mais.  Lances completamente diferentes.  Mas que pela óbvia revolta da derrota iminente virou argumento.

Abel não é burro. Fez o certo.

Não porque “ele podia virar”, mas porque ele tirou um jogador que está bem abaixo fisicamente desde que voltou num jogo onde o time teria que compensar a correria. E ali, naquele momento, era pra evitar uma goleada. Não pra equilibrar o jogo.  Entendi o que ele fez.

O Grêmio não tem nada com isso. Viu o jogo dar a ele  a oportunidade de matar, e matou.  Classificado com todos os méritos, com toda justiça e dentro da perspectiva de favorito que lhe acompanhava ao Maracanã.

Sem choro. O arbitro não determinou o resultado. Talvez, no máximo, tenha evitado uma goleada.  E as vezes o futebol é simples ao ponto de uma expulsão ter decidido o jogo todo. E sim, dela ser justa.

abs,
RicaPerrone

Aquele jogo que você respeita

Os mais de 50 mil torcedores no Maracanã para ver um jogo de abertura entre dois times que tem algo mais importante na temporada indicavam: é clássico.

E por mais impossível que seja cravar o maior dos interestaduais, é sem dúvida um deles. O Galo tem o melhor time do país, o Flamengo um dos melhores e a maior pressão de todas.

Em campo a rivalidade, os titulares, Fred, Robinho, Elias, Guerrero, a jóia de 150 milhões, Vaz redentor e tantos outro figurantes. O roteiro não decepcionou.

Empate, um tempo de cada time, quatros bolas tiradas quase em cima da linha, dois belos gols, casa cheia, apenas 17 faltas no jogo.

Rubro-negro “frustrado” pelo empate, feliz pelo que jogão que viu. Atleticano “sem euforia” porque apenas empatou, mas sabendo que lá é um grande resultado.

E mais do que o resultado. Quando dois times fortes assim jogam de igual pra igual o recado é dado para os dois lados.  Flamengo e Atlético MG abriram um campeonato do qual espera-se deles o protagonismo do inicio ao fim.

abs,
RicaPerrone

Rei do Rio

Há uma lenda nacional sobre “a torcida do Flamengo”.  Dizem que são terríveis, que fazem diferença, que cantam muito alto, que empurram o time, etc, etc, etc.

Os rivais dizem que é tudo mentira. Mas eu adoro uma lenda.

Sou capaz de apostar que o Saci Pererê era um neguinho manco e que o transformaram naquilo tudo.  Que o Pé Grande era só um urso com pé inchado, e que os mais incríveis milagres dos mais aclamados santos não foram “bem assim”.

Mas eu adoro que sejam. Porque se nós contarmos as histórias da vida exatamente como elas são, que graça teria viver e porque diabos faríamos tanta questão em contar?

Eu vou ao Maracanã e fico olhando pra torcida do Flamengo até me lembrar de tudo que ouvi sobre ela. Então eu me concentro em viver o que queria estar vivendo, estejam eles no mesmo clima que eu ou não.  É como se eu procurasse um Zico, uma geral e tentasse ver a minha volta tudo que meu pai me contou a vida toda.

A tal da magia, a tal da energia, o tal do Maracanã e a porra da “nação” que tanto falam. Era um Fla-Flu, meu jogo favorito.  Eu queria ter tido mais gente do outro lado para mentalizar uma mentira bem contada e guardar comigo o meu “maior Fla-Flu”. Mas, não consegui me enganar com tanta gente vestindo a mesma roupa.

Era um jogo do Flamengo.

E como todo jogo do Flamengo, a torcida deles toma conta do estádio. E quase como sempre eles encontram uma maneira de transformar um jogo numa grande história. Seja uma tragédia ou uma glória, as histórias escritas pelo Flamengo raramente são previsíveis.

Tinha que ser aos 40 do segundo tempo. E tinha que ser uma vitória, por isso haveria mais um no final. Para que nem houvesse apito, para que a festa fosse determinada pelo gol e não pelo árbitro.

Para que fosse marcante até mesmo quando subvalorizado.

“Ninguém liga pro estadual”. É verdade, eles estão falidos, desmoralizados, estuprados por federações estúpidas e regras absurdas. Mas o Fla-Flu decisivo transcende o estadual.  Não era pela taça, era pela glória.

Em duas decisões o Flamengo se fez favorito, tomou iniciativa, buscou o gol, fez do estádio a sua casa e das arquibancadas suas cores.  Invicto, vencedor das duas finais, pouco deixou para ser discutido.

E embora ainda discutam, a lenda continua. O Flamengo é o Rei do Rio.

abs,
RicaPerrone

 

Ai, Jesus!

Esperei até terça pra escrever do jogo.  Queria ter certeza de que o silêncio quebraria o tradicional ritual rubro-negro do otimismo extremo em virtude das cores que se postam do outro lado.

Eu sei que o rubro-negro talvez renegue o respeito por puro despeito, mas que tem, tem!

Fosse contra Botafogo ou Vasco os flamenguistas estariam cantando vitória mesmo se tivessem perdido o primeiro jogo. É parte do rubro-negrismo a megalomania, a auto confiança extrema e o bullyng de véspera.  Contra o Flu, não. Aí, não.

É de um respeito mútuo o Fla-Flu que me espanta. Na terra mais debochada do país, nem mesmo o mais abusado dos torcedores arrisca se dizer campeão embora o empate lhe sirva no próximo domingo.

Porque? Porque é Fla-Flu. O maior dos jogos, o mais didático jogo para quem acha que grandeza é torcida, títulos, algo palpável.

Abel Braga viu na não goleada do Flamengo sua melhor oportunidade. E disse, abertamente: “Eles perderam a chance de matar”.  É verdade. E quarta-feira tem Libertadores pra um deles, o que pode pesar muito no domingo.

A vitória do Flamengo contra a Universidad dá ao time total liberdade de perder domingo sem “crise”. E isso é tão raro na Gávea que deve ajudar.  Mas um empate, um milímetro de pressão, e sabemos como o Flamengo reage quando “obrigado” a confirmar um resultado.

A decisão começou domingo, termina só no próximo. Mas tem Fla-Flu na quarta-feira. E como todo Fla-Flu, é melhor não comemorar nada antes do apito final.

abs,
RicaPerrone

A diferença, enfim, apareceu

Se você assistir Flamengo e Botafogo jogando uma partida de Libertadores talvez lhe reste dúvidas sobre as diferenças. Ambos tem enchido estádio, ambos vencem, o Botafogo joga até melhor que o Flamengo. E os dois times montados e sugeridos não são para se confundirem.

O Flamengo tem mais time, mais elenco e portanto ao cair num grupo complicado da Libertadores não pode refutar o papel de favorito. O Botafogo, não. Ele foi dúvida em 2 partidas de mata-mata antes e continua sendo durante. E toda rodada que passa ele é menos zebra, mais candidato.

Só que uma hora os dois cruzariam interesses, e nessa hora o elenco pesaria. Talvez mais do que o elenco, a soma de elenco, físico, torcida, etc.

Ao entrar no Maracanã hoje o Botafogo era eliminado não apenas pelo empate, mas pelo ambiente. Não havia torcida, e parecia uma escolha racional: Se até aqui somos a torcida que mais está presente, neste jogo não vai ninguém.

Era quinta-feira a noite e o Botafogo deixava o gramado no Equador. Não é muito difícil imaginar que seria complicado manter o ritmo no domingo, contra um Flamengo mais inteiro e com elenco mais forte.

Deu a “lógica”, se é que há alguma em clássicos. Mas uma hora essas situações paralelas afetariam a decisão do estadual. E o Flamengo fez o que tinha que fazer.

Mais uma derrota do Botafogo que não lhe diz nada. E uma vitória do Flamengo que pra muita gente era quase “obrigação”, mas que pelo bom jogo passou do ponto e virou até motivo para empolgação.

Na final, o Flu. O único problema histórico do Flamengo em decisões. Não bastasse, ele tem Libertadores antes da primeira partida.

O pior estadual da história do Rio de Janeiro ganhou de presente a final mais emblemática da cidade.

abs,
RicaPerrone

Sobre meninos, lobos e bobos

Meninos que correm por prazer, lobos que já não sabem porque correr. Meninos atrevidos, imprevisíveis e que mereciam mais gente.

Lobos que não merecem o chefe da matilha, e que talvez nem mesmo aquele tanto que os acompanha.

Os meninos bailaram, pintaram um quadro no segundo gol e só não fizeram ainda pior porque não forçaram.

Bobos, seus torcedores não foram ver. Aliás, como é difícil convencer a torcida do Fluninense a ir ao estádio acompanhar seu time. É na festa ou na tragédia, não há meio termo.

Talvez agora os meninos tenham dado a festa que eles esperavam e portanto lá estejam na próxima semana. Mas hoje, bobos, não foram.

Voltemos aos lobos. Que alternam entre a perspectiva do que já foram seus jogadores e o que são hoje.  O chapéu no Rodrigo, o destempero do Nenê, a inutilidade do Luis Fabiano e a ainda rara contribuição do Wagner são casos simples: barriga cheia.

Não tem ali um time formado para ir buscar algo que nunca tiveram, mas sim para empurrar o final bem abaixo do que se acostumaram a ter.  Nenhum ator da Globo encerra a carreira feliz no SBT dando pouco ibope. Esses caras são campeões, não jogadores que brigam pra não cair.

Errado desde o presidente, e principalmente por ele, o Vasco tomou um baile tático. As chances criadas vieram de talento, lances isolados, não de um coletivo forte. O Fluminense, não. Jogou muito bem os 90 minutos, sabia exatamente o que fazer e quando fazer.

Não fosse o erro do arbitro teria feito 1×0 no começo, no pênalti, e seria ainda mais fácil. Mas mesmo permitindo dificultar, não foi difícil.

É menos glamouroso no papel, não está se colocando como favorito a nada no grito, mas o que apresenta é de encher os olhos.

O que te falta pra abraçar esse time, tricolor?

abs,
RicaPerrone

A estréia da nação

Eu seria capaz de contar o jogo de hoje sob a reação de uma torcida ainda viciada em estaduais e torneios de futebol convencionais. O Flamengo sofreria o 2×1, perderia o Diego, surgiriam as vaias ao Cirino, o pânico na arquibancada, a insegurança no time e… 2×2.

Arrisco até que seria gol do Grafite. De cabeça, numa falha do Rever, talvez.

Crise. Zé Ricardo ameaçado, a vaga nas oitavas “por um fio”, o Rodrigo Caetano na corda bamba e “O Brasileiro é obrigação”.

Ah, Flamengo… você as vezes é tão previsível.  Mas não é que, “hoje não”?

Talvez pelos anos passando vergonha no torneio, talvez pelos exemplos recentes de Galo, Corinthians e outros brasileiros, o rubro-negro pela primeira vez na vida jogou uma partida de Libertadores.

Sim, “jogou”. Porque a idéia de que torcida em Libertadores assiste jogo é ignorância. Torcida joga, empata, perde, vira, sofre falta, toma cotovelada e também dá.

Faz 38 anos que eu vejo o flamenguista não entender a diferença de um torneio pra outro.  A cobrança é na mesma proporção do apoio, e isso faz do Flamengo uma bomba relógio pro bem e pro mal.

Hoje, repito, pela primeira vez, eu vi a torcida do Flamengo jogar uma partida de Libertadores.

É Cirino? Então aplaude! É Gabriel? Então é craque!  Tá feio? Foda-se! É 2×1, no sufoco, com emoção, alterando bons e maus momentos.  É Libertadores!

Vaia domingo. É estadual, dá tempo.  Faz analise na terça que vem. Tanto faz.  Mas em dia de Libertadores, apenas jogue. Porque quando você quer jogar, flamenguista, você joga pra caralho.

abs,
RicaPerrone

O favorito

Se você me perguntasse ontem o que esperar da Copa Sulamericana, estaria bem pouco otimistas. Considero um torneio um tanto quanto desvalorizado, de pouco interesse popular.

Mas, é um torneio sul-americano. Aquela final do São Paulo onde o adversário não voltou, seguido de alguns finalistas e semifinalistas inexpressivos acabou deixando um ar de “campeonato inferior”.

E eis que cai o avião da Chape, a comoção no futebol mundial foi toda em torno da decisão de que? Da Sulamericana.

Ela muda de status pela tragédia. Mas muda. E ainda que na primeira rodada, ela tem públicos que deixam bem claro não ser a menina dos olhos de ninguém. Ou de quase ninguém.

37 mil pessoas foram ao Maracanã. Houve mosaico, clima de “jogão” a semana toda, supervalorização do adversário e da importância do torneio. Sintomas claros de quem entrou nele de fato. O Fluminense escolheu a Sulamericana, a torcida comprou, e ela mudou de cara.

Se antes esperaríamos para ver quem embala, quem cai na Copa do Brasil e vai priorizando o torneio por falta de escolha, hoje temos um time que, de véspera, já escolheu.

Tão raro quanto a escolha, a aceitação da torcida. Fizeram barulho, compraram o barulho.  Houve um jogão no Maracanã, onde talvez não fosse estranho ter apenas 10 mil pessoas hoje a noite.

A Copa Sulamericana de 2017 ganhou um favorito. Porque? Porque é o único time grande que a colocou como meta e que fez sua torcida entender isso.

Isso não significa que o Fluminense vá conquista-la. Mas significa que para ser campeão vai ter que eliminar o Fluminense…

abs,
RicaPerrone

 

O reencontro

O Maracanã está para o Flamengo como qualquer estádio particular está para seu dono no mundo todo. A idéia de um estádio de todos é bastante contestável toda vez que o Flamengo entra em campo.

Diria que se os dois pudessem falar, implorariam aos dirigentes para jamais sequer sugerirem a idéia de um outro estádio.  Complementares, parte de uma mesma história.

Hoje o camisa 10 fez de falta. Colocou com a mão, devagarinho, sem defesa. A massa rubro-negra explodia a sua volta e ele corria com o punho direito fechado.

Ah, quem não pensou no passado quando viu essa foto?

Passado brilhante, passado vivido neste palco, e hoje, especificamente, rodo passado no tal de San Lorenzo.

Foram só 45 minutos. Bastou. O Maracanã precisava deste jogo mais do que o Flamengo precisava dos 3 pontos. E os dois aconteceram sob a benção da torcida que já era confiante, agora é quase delirante.

Se hoje o bi era dúvida, agora é questão de data.  O rubro-negro bipolar megalomaníaco que ontem discutia estádio próprio quer o Maracanã. E o time que domingo gerou dúvidas já gera euforia.

O único que nunca mudou de idéia nesta relação é o Maracanã. Este nunca sequer cogitou viver sem ti, Flamengo. Não abandone-o. Vocês são menos quando longe um do outro.

abs,
RicaPerrone