Maracana

E o destino?

“Destino, porque fazes assim? Tenha pena de mim, veja bem não mereço sofrer…”

Aos 31 anos, após amassar a bola em boa parte da carreira de empréstimos, o pra muitos “imprestável” viveu o dia em que tudo valeu a pena.

O futebol pode ser cruel por uma vida com você, mas um dia, pelo menos uma vez, ele te devolverá com juros e correção tudo que você passou numa emoção sem igual.

Hoje foi o dia do Fabrício entender a lógica que havia nisso tudo. O Fluminense virou, teve o contra-ataque aberto e é sua melhor arma. O Vasco tinha que fazer dois. O Maracanã assistia a uma contundente classificação tricolor em mais uma má atuação do lateral.

Paulinho e seu talento raro empatam o jogo. E aos 50, num acréscimo justo mas que será o “porem” do lado de lá do dia seguinte, a bola sobra pra ele fazer o gol da sua vida.

O campeonato carioca está uma merda. Vide o público de um jogão desses. Mas ainda que mal organizado, estupido e sem credibilidade pelos seus dirigentes, quando duas camisas dessas se enfrentam valendo uma vaga o que menos importa é a vaga.

Em campo o time da virada. Lá em cima o time do amor.  Como parece ser a sina vascaína em 2018, no ultimo minuto, Como na eleição, na altitude, e agora no estadual.

Cuidado, Fogão. Se quiser o título, marques-os até o final.

abs,
RicaPerrone

Punir o clube é punir o futebol

Eu nunca entendi bem a relação segurança/clube no futebol.  O clube é responsável pelo jogo mas a segurança é feita pela polícia, logo, não é dele. E embora ele seja o organizador, a parte fundamental de logística de segurança ele não determina.

Então de quem cobrar?

Vou usar exemplos simples:  Quando o Grêmio é expulso da Copa do Brasil por racismo, comete-se um erro brutal.  Se dá o poder a 20 elementos de eliminar o sonho de milhões e o trabalho honesto de um clube, grupo, elenco, diretoria, etc.  Se há o vídeo, se há como saber de onde partiu, porque eliminar 3 milhões de torcedores e não procurar os 20 ou 30 elementos?

“Pra dar exemplo”.

Que bosta de exemplo! Punimos todos porque somos incapazes de identificar e prender aqueles que todos nós sabemos quem são. Exemplo de incompetencia do estado. É o único que foi dado.

Quando acontece dentro do gramado, aí é um problema mais ligado a organização do evento. Ok. Vamos relevar problemas como Boca x River, por exemplo.  Até cabe a discussão de punir o clube.

Mas quem é que cuida da segurança de uma possível invasão ao estádio? A polícia, até onde sei. E então como você pune 30 milhões de pessoas porque 300 das quais sabemos de onde vem, que roupa usam, onde combinaram e até onde ficam na arquibancada, invadiram um local?

Até que página o Corinthians é responsável por um torcedor levar um sinalizador e soltar na Bolívia?

“Ah mas se punir o clube esses marginais vão ter que parar porque está prejudicando o time deles”.

Jura que vocês acham que esses caras tem algum critério de amor a clube que possa fazer dele um “não marginal”?  Essas regras são aplicadas há decadas. Se tira mando, torcida, pune, multa, elimina…. e?  Nada.

Porque diabos não se usa a primeira a simples opção: identifica uns 40, prende e não solta. Jogo seguinte, prende mais 5 que fizeram merda no estádio e não solta.  Quer ver como eles param rapidinho?

São como deputados. Roubam porque tem mil formas de escapar. O problema é social e atrelado a impunidade. Não a Flamengo, Vasco, Santos, Gremio… Eles só usam o futebol e a multidão para esconderem seus crimes.

Quando você dá uma punição esportiva a eles, você dá o direito de que 200 marginais representem e tomem de sequestro uma entidade esportiva que carrega milhões de pessoas de boa índole. É a vitória maior deles.

O que aconteceu é absurdo, lamentável, etc. Mas me diz: Como o clube poderia evitar que 300 marginais sem ingresso invadissem o Maracanã além de avisar a polícia que aconteceria?

Eu honestamente não entendo essa relação. São todos liberados, a polícia dá porrada pra todo lado sem o menor critério e tudo bem, os bandidos respondem em bando e ficam todos livres e o clube perde mandos.  Resolvido!

Mas que puta solução idiota.

E segue o enterro. Ou você acha que o futebol é capaz de se blindar de um problema social? Num estado em guerra, uma cidade onde há aplicativos para avisar onde tem tiroteio, a polícia mal recebe, os moradores de comunidade pedem ajuda a traficante e não a polícia por segurança, e você espera que o Maracanã esteja livre de invasão de marginais?

Meus caros, eles vão fazer mais 300 vezes até que a justiça os torne João, Pedro, Rogério, Marcos, e não mais “a torcida do….”.

Punir clube é punir a gente que ama futebol. E seja você um doente torcedor rival louco pra ver o Flamengo “se fuder”, não seja bobo, amanhã 30 marginais da sua organizada atiram uma pedra num dirigente e quem tá fora do campeonato é você.

Eles só mudam a camisa.  O que a justiça no Brasil não consegue entender é que eles USAM o futebol pra cometer crimes e não os cometem por serem amantes do futebol. Punir o futebol não atinge esses caras.

Mas atinge a nós, torcedores de bem.

abs,
RicaPerrone

A blindagem dos marginas é você

Ontem no Maracanã aconteceram diversos absurdos isolados com violência, vandalismo e etc. Nada muito anormal infelizmente pra quem frequenta estádio sempre, mas é óbvio que cada vez acontece menos e portanto há alguns movimentos para mudar isso.

O meu ponto hoje aqui é você.  Você mesmo, que usa imagens como essas para falar de “torcida do xxx”, que usa “influenciadores” concordando com rojões para insinuar terem incentivado qualquer quebra-quebra ou invasão. Pessoas de má índole, ou burras. Nunca se sabe.

Não vi NENHUMA pessoa sugerir que por hostilizar o Independiente os flamenguistas invadissem estádio ou se matassem com a polícia. Logo, achar alguma interferência de terceiros para justificar é blindar os marginais.

Se você não sabe, e aposto que não tem idéia porque não frequenta, a torcida argentina estava blindada bem longe das confusões. Portanto, mais uma vez, não há qualquer ligação entre a polêmica de hostilizar ou não os rivais com o que houve no Maracanã.

Mas, burro, ou meramente afastado de arquibancadas acostumado a tv, a pessoa coloca tudo no mesmo saco e pede uma punição exemplar:  E exemplar pra esse gênio é agrupar indivíduos e não punir ninguém.  Não porque é melhor, mas porque dá mídia.

É muito mais notícia “torcida do Flamengo não entra mais no estádio” do que “Tadeu do Santos é preso por roubar cervejas no Maracanã”.

Quem blinda esses caras são vocês, que acham que trata-se da “torcida do Flamengo”. Que acha que alguém que considera válido revidar rojão em hotel uma sugestão de invasão e agressão.

“Mas você sabe que o torcedor é burro, não pode sugerir nada que ele não entenda bem”.  Pois é mas aí o burro é você. Pois ele entendeu. Nem 0,1% da torcida do Flamengo presente ao estádio foi agredir ou fazer qualquer coisa contra argentinos.

Mas você, que blinda, que torna o individuo parte de um grupo, que procura culpa no GTA pra violência entre adolescentes, é o verdadeiro motivo pelos quais eles são relativizados e não presos.

Diria o Capitão Nascimento: “o Che Guevara ta entrando e sem colete”.  Mas tu nem entra, né Che? Então cala a boca.

Os principais bandidos de torcida de SP por exemplo são dirigentes e desfilam no Anhembi sob aplausos todo ano. E você acha que eles tão ali porque? Porque você fez deles “a torcida do….”.   Você tirou o cpf deles.

Eles tão soltos porque vocês não conseguem enxergar pessoas e sim “a torcida do…”ali.  Por manchete, clubismo ou burrice. Tanto faz.  A blindagem deles são vocês.

abs,
RicaPerrone

Entre o santo e o bobo

O Independiente da Argentina é um time grande, mas argentino. E como tal, sabemos, vai usar tudo que puder dentro ou fora do esporte, para ganhar o campeonato.  Se for preciso chamar de macaco, farão. Se precisasse prender a torcida até as 4 da manhã, fariam. Se pudessem perder a chave do vestiário, perderiam. E se pudessem tirar qualquer conforto do Flamengo, o fariam, e fizeram.

Tá certo? Nao. Acho nível futebol argentino. Mas, há uma discussão maior do que essa e mais simples. Você quer ser pai do mongol que apanha no intervalo mas não revida porque mamãe disse pra ele que ele era especial ou do cara que ninguém sacaneia porque respeita?

Somos pais do mongol.

Nossos clubes jogam esses torneios sulamericanos a base de passar perrengue. E quando chegam aqui, só amor.

Afinal, somos evoluidos. Mas ser evoluido e trouxa são coisas muito conflitantes as vezes. É bonito o discursinho de alguns intelectuais que “devemos agir como maiores”, etc.  Mas pro filho deles eles não falam isso quando ele apanha na escola.

Então sejamos práticos. Não é pra bater em ninguém.  Só não manda flores.

Se tiver rojão no hotel, foda-se.  Deixa ter. Se perder a chave do vestiário, que pena! Entra faltando 20 minutos. Se não puder aquecer no campo, não pode. E se puder nem deixar reconhecer gramado, o faça.

Quando um rival te dá um tiro você não pode ir pra cima dele com as mãos gritando que acha covardia a arma. Ele vai te matar.

Pára de tratar quem nos trata como macacos com tapete vermelho. Se é ambiente hostil, então também sabemos fazer.

Gosto da lei de Mané Galinha em Cidade de Deus. “Sou bom de paz. Mas se precisar…”.

Pressão nos caras! Sem violência, mas sem qualquer facilidade. Ou o moleque leva o seu lanche e você ainda volta pra casa chorando e com fome…

abs,
RicaPerrone

Chapeuzinho vermelho

Dizem que é mídia, lenda, história bem contada.  Desesperados com a virada após a prévia gozação, contestam o maior patrimônio rubro-negro como quem briga com a capacidade de pilotar um carro de Ayrton Senna.

“Não cantam”. “É flapress!”.  “Tem que cantar 90 minutos”, Blá, blá, blá…

Eu não sei quem criou o manual de torcidas modernas, mas eu acho um saco. Torcidas reagem diferente, e o Flamengo é céu e inferno o tempo todo. Isso implica em ir das vaias ao apoio em uma bola na trave.  Gosto não se discute, mas a cultura de um clube vencedor e de um cartão postal do país estabelecido por méritos apenas se respeita.

Essa história que “inventaram” sobre a torcida é tão bem contada que até os jogadores compram. Todos eles falam sobre “jogar no Maracanã contra a torcida do Flamengo”.  Todos eles sonham em correr pra torcida do Flamengo. Talvez eles sejam comprados pela FlaPress, talvez sejam a referência que precisam para confirmar o óbvio.

A virada é fruto de uma torcida bipolar. O empate, de um time pressionado pela mesma torcida que ali cobrava.  São malucos, mas são malucos à sua maneira.

“É tudo histórinha”.  “A Globo que inventou!”. “Nem é tudo isso!”.

Pode até ser que seja. Mas fato é que Chapeuzinho vermelho está na boca do lobo mais uma vez.  Goste ou não, a história vai trocando gerações e mantendo seu final.

Do inferno ao céu. Da quase crise ao quase em Tóquio.

  • Que torcida enorme você tem, vovó…
  • É a mídia, chapeuzinho. É a mídia…

abs,
RicaPerrone

Voltei!

Sabe a diferença entre um tijolo e um gato? Joga os dois na parede, o que miar é gato.

Alguns nascem pra casar, ter filhos, sogra, jantar de domingo, casa na praia e vida de revista. Outros não.

O Flamengo hoje domesticado por um pai de família cristão e mão de ferro não suporta a vida que leva. É triste, embora aceitável aos olhos da sociedade.

O Flamengo hoje é o que se espera dele. Mas o que os outros esperam, não o que os flamenguista esperam. E eis o erro brutal. Fazê-lo infeliz por clichês.

Um dia, mais especificamente hoje a noite, o Flamengo saiu pra missa, parou no bar, encheu a cara, faltou no culto, beijou a puta, arrumou briga, se declarou pros amigos completamente alcoolizado e voltou pra casa carregado por eles.

Assim, nos braços dos seus, dopado de poesia e com mais uma história pra contar, ele foi dormir Flamengo de novo.

Não se trata de fidelidade, honestidade, conduta. Se trata de identidade.

O Flamengo é do bar. A sorte dos bebados o acompanha, e quando sóbrio vira quase azar.

Deixa o malandro  batuqueiro descer o morro como ele sabe. O uber não sobe viela.

Ele não é branco, santo, nem será o que você espera.

Ele é vermelho, preto, o rei da favela.

Hoje ele saiu de casa pra sambar, beber, fumar e não fazer o que dele se espera.

Já era.

Avisa o morro que hoje tem festa. Voltou o barão da favela!

abs,
RicaPerrone

 

Experiência ruim

É uma merda dizer isso, mas o Fluminense sabe como escapar de um rebaixamento. Por diversas vezes disputou, outras chegou a cair.  Um amigo meu diz que a diferença entre o SP e o Flu é que o Flu tem pavor de cair, o SPFC ignora a hipótese. E pra ele, por isso, cairá o Flu.

Eu digo exatamente o contrário.

O Fluminense sabe que não pode mais cair. E sabe como cair. O SPFC acha que sabe o que está fazendo e só ele acha. Todos já notaram que não. Caminho aberto pra queda. Até porque só se cai de cima, e o São Paulo jura sempre estar por cima.

Os dois gols do Flu hoje são de quem precisava de uma bola. Os mesmos dois gols sofridos pelo São Paulo de quem acha que está tudo bem.

A diferença das campanhas é nula. Mas o SPFC tem muito mais estrutura, dinheiro, elenco, etc. Logo, o Fluminense faz um ano melhor que o do São Paulo.  Mesmo jogando pouco, e joga pouco há meses, foi suficiente.  Porque o São Paulo é ainda pior.

Tão incapacitado de ler o cenário que nem usar a porra da camisa do clube, que é a unica coisa que restou daquele clube glorioso que todos temiam, eles sabem. E olha que o cara que cuida do futebol é do marketing, não do futebol.

O que aliás, explica muita coisa do futebol, confunde na questão da camisa, mas somando as duas, explica o Z4.

O Flu não está livre, mas está respirando bem. Faltam menos de 10 jogos, é confortável o cenário agora.  Respirou.

E o São Paulo, que vem vencendo algumas jogando muito mal, hoje só jogou muito mal. E segue achando que está tudo bem. Até que não dê mais pra achar nada…

abs,
RicaPerrone

Bom para todos

Imagine você que existem algumas pessoas que podem pagar um alto valor por algumas coisas exclusivas.  Imagine agora que na outra ponta existem pessoas que não podem pagar nada nem pra sobreviver dignamente.

Entre os dois há em comum a paixão, os ídolos, o esporte, a música. Os sonhos.

A ThanksFan! foi lançada hoje para fazer um elo entre as duas pontas da sociedade através dos ídolos, dos lugares, das marcas de tudo que vende um sonho.

Neste site o ídolo disponibiliza produtos exclusivos, raros. Quem pode pagar, compra. E o ídolo reverte parte disso para caridade, atingindo a 0utra ponta.

Todos ganharam. Alguém realizou o sonho, o ídolo recebeu o carinho, repassou uma parte (ou total) para quem precisa, e quem precisa teve ajuda.

O ThanksFan! nunca vai conseguir vender experiências pra todos. Ele quer apenas proporcionar que sonhos de “quem pode” tornem menos difícil a vida de quem “não pode”. E pra isso usa a boa fé dos famosos dispostos a fazer o bem.

Quantos %? É o artista quem decide. Alguns passarão tudo para caridade. Outros, uma parte. Cada um avalia e coloca preço no seu trabalho. Mas todos passaram alguma coisa para uma instituição de caridade. É regra! A ThanksFan! só faz a ponte.

Ir ao Maracanã ver uma final, num camarote, ao lado do Petkovic é uma experiência rara e exclusiva. Mas obvimente, para poucos.  E saber que além de realizar o seu sonho você vai ajudar quem não tem a mesma condição que você?

Isso é ThanksFan! O bem sem “poréns”.

https://thanksfan.com/ 

abs,
RicaPerrone

E isso aqui?

Imagina se um rubro-negro pudesse hoje encontrar sua versão de 2 semanas atrás. Sim, ele e ele mesmo, com um simples intervalo de 15 dias. O que um diria pro outro? Ou pra si mesmo, enfim, você entendeu…

O trágico ano que “nada deu certo” agora é conflitante com o time que faz boa campanha no Brasileiro, está na Sulamericana e na final da Copa do Brasil.

Esse Berrío, que ninguém entendia, agora é absolutamente compreensível.

E Diego, que deixara de ser o “homão da porra”, volta ao cargo com todo o glamour de herói.

Rueda é a prova que “eles”, rubro-negros, estavam certos.  E o Zé, no Vasco, é o reconhecimento de firma desta história.

O Maraca é nosso. A Ilha? Que ilha? Quem disse que a preferia?

As versões de vocês mesmos fazem do Flamengo o apaixonante clube que todos odeiam amar ou amam odiar. Mas que ninguém consegue ignorar.

Era mandante. Mandou. No jogo, no estádio, na cidade.  E especialmente, seu pessimismo pra longe.

E em 90 minutos, mais uma vez, “aquilo lá” vira “isso aqui”.

E isso aqui, você sabe…

abs,
RicaPerrone

 

Irritante Corinthians

Não é bonito, não se propõe a isso, passa longe de estar na lista dos memoráveis times do Brasil. Mas o que este Corinthians faz como ninguém é irritar os adversários.

Seja pela arrancada quase inacreditável, seja pelos 30 jogos sem perder. Talvez pelos gols contra, apenas 7. Talvez pelo título estadual improvável e a soma de um começo de Brasileiro invejável.

Começo? Estamos na metade.

Não são 3 pontos como os de hoje que enchem a torcida de confiança e os rivais de desespero. São onde os pontos são conquistados.

Foram 3 no Allianz, 3 no Maracanã, 3 em São Januário e 3 na Arena do Grêmio. São 12 pontos que nem o mais otimista dos treinadores prevê de véspera.

São 12 que valem mais do que isso. Não pelo “confronto direto”, já que nos pontos corridos isso é relativo. Mas pelo recado. É aquele piloto que lidera a prova, vê alguém se aproximar e faz a volta mais rápida.  “Aqui tem mais se precisar”. É um recado duro, um atrás do outro.

Esse time não tem posse de bola e não é muito ameaçado. Ou seja, ele anula o adversário sem ter a bola. E quando tem, resolve.

Guenta? Não sei. Na real sou um dos que apostava que não. Acho que o Vicente Matheus apostaria que não… sei lá.

Mas cada vitória como a de hoje somam mais do que 3 pontos. Desmotivam o resto.

E segue o baile.

abs,
RicaPerrone