Fluminense

#FechadoComOFred

A diferença entre um grande ídolo e um grande jogador é, normalmente, a atitude.  Fred pode ser contestado sob qualquer argumento dentro de campo, afinal, é direito de cada um achar se ele joga ou não tudo isso.

Mas fora, onde assume suas baladas e suas convicções, Fred tem sido mais do que digno da mais cobiçada camisa 9 do mundo.

Hoje, em seu Facebook, Fred se posicionou diante das organizadas. Algo que quase ninguém tem coragem de fazer por motivos óbvios. Ele, então,  alvo fácil, deveria ser um dos mais “medrosos”. Mas não foi.

E então surge a discussão de se organizadas são boas ou ruins, com pessoas ficando do lado dele ou contra, sem ponderar o que de fato está dito ali.

Se você é de torcida organizada e ama seu clube, entenda: O Fred tem razão e você deveria apoia-lo.  Ou estes 20 caras que vão no trabalho do sujeito ameaça-lo por um resultado de futebol te representam?

Se sim, lamento, você é um tremendo babaca. Um cara que acha que por torcer por um clube tem o direito de controlar a vida de algumas pessoas que lá trabalham.  Seu lugar, como o de TODO torcedor, é na arquibancada PAGANDO ingresso e vaiando ou aplaudindo, democraticamente, como bem entender.

Não na porta de um CT, na rua, ameaçando pessoas. Seja de violência, pressão, virar seu carro ou o que for. Ali, não! Não é seu direito, sua hora, nem obrigação de jogador algum tolerar aquilo.

As organizadas estão morrendo e não notam por arrogancia. A maior parte das torcidas já virou as costas pra elas e até os clubes começam a fazer o mesmo. Não vai ser na base do “salve” ou falando grosso que vão ter o respeito de volta. Vai ser mudando postura e excluindo vandalos, não os protegendo.

Pelo bem das torcidas e dos bons organizados, essa gente que ameaça e passa do ponto deve ser condenada, não defendida.

Fred tem razão, sim.

Torcer como profissão é mediocre. Quase um “roubo” ao clube que se diz amar.  E tem gente, mesmo que pouca, fazendo isso e colocando a imagem dos bons organizados em cheque.

Limites! É só isso.

Ninguém precisa ameaçar ninguém para torcer por um time de futebol. Nem é direito que o façam.  O telefone do Fred vai tocar com mais ameaças depois do que disse hoje. Mas se forem inteligentes, os responsáveis e bons organizados o apoiarão. Enfim, tentando dizer que não concordam com “aqueles 20”.

Ou não. E então o atestado de má fé estará assinado. E o fim cada vez mais próximo.

Perdem vocês, perdem os clubes, perde o futebol.

abs,
RicaPerrone

Sobrou pro treinador

1688072_712493252144544_451400198_n

Eu detesto política no futebol, especialmente levá-la ao torcedor. Acho que promove quem não interessa, tira uma dose de mística da coisa e joga muita verdade no que é mantido por sonho e paixão.

Não ignoro. Apenas não exploro.

Renato Gaúcho foi demitido hoje pela manhã e discute-se desde então se ele dava treinos ou rachão. Se era melhor com Sobis ou sem, e se o treinador dava o rumo tático ideal pra equipe.

Porra nenhuma.

A demissão do Renato é mais uma no natural processo de troca de ciclo que Flu e Corinthians se recusam a entender.  Todo time campeão após alguns anos pára de ganhar e não há treinador que arrume. Chama-se “acomodação”.

Não tem nada a ver com nada. Na real este grupo só não tem a mesma fome que tinha há 4 anos e nada os fará sair da zona de conforto natural que o ser humano entra após conquistar muita coisa.

Justifica a série B? Não.

Mas passa pela sua cabeça, torcedor, que o Fluminense tenha perdido de 3 pro Horizonte por algum problema tático?

Acho que não, né?

Abel, Luxemburgo, Renato. Pode trocar quantas vezes quiser.  Um departamento de futebol desgasta naturalmente e nenhum time, tirando o Santos de Pelé, ganhou mais de 5 anos (em média)  sem haver uma queda natural até encontrar um novo grupo disposto a recomeçar toda esta fase.

Não são “irresponsáveis”. É natural. Você talvez não tem idéia do que é um ambiente de grupo de futebol, com ego, treino, pressão, mídia, resultados, troca de diretoria, interesses de empresários, etc.  Não é o BBB. Há um desgaste muito forte.

O ciclo talvez tenha terminado. Talvez esteja passando por uma troca de líderes e referências, enfim.

Não é o Cristovão, o Joel, o Renato ou a puta que pariu que vão chegar com uma varinha mágica e resolver desde o problema de relacionamento entre Unimed e clube até a zaga que não se encaixa e o ataque que não se movimenta.

A demissão de Renato é fruto, também, – e eu diria que principalmente –  de uma pressão interna forte para que o Flu se posicione contra as intervenções impostas pela patrocinadora.

É um “recado”. Um posicionamento. Um “basta”.

Não é o rachão. É mais do que isso.  A demissão de Renato Gaúcho é uma ação política interna necessária para estabelecer limites de um dos lados.  Também normal. Acontece em toda co-gestão.

O sensacionalismo com que isso é tratado nem é maldoso.  As pessoas formadas para levar notícia até você não tem idéia do que é gerenciar empresa, negociar situações, gerir marcas, e principalmente administrar paixão.

Nada do que está acontecendo no Fluminense é estranho, pouco previsível e incomum. Ao torcedor vai parecer o fim do mundo, como aliás, toda derrota domingo parece.

Mas o torcedor não pensa, só torce. Quem deve pensar são os que administram. Quem entra no futebol tem que saber que ninguém vence o tempo todo e que nem todo problema é facilmente identificado e solucionado.

Ja faz mais de um ano que o Fluminense está tentando entender porque parou de funcionar. Desconfio não ser o treinador.

E apostaria alto que, no fundo, eles também.  Mas antes de tudo isso há uma satisfação a ser dada entre parceiros, um recado a mídia e uma justificativa pro torcedor.

Essa é tua, Renato.

abs,
RicaPerrone

O que disseram sobre Vasco 1×0 Fluminense

A AirStrip é uma empresa que consegue monitorar as redes sociais de forma jamais vista antes. Em contato com eles, consegui uma parceria para levantar dados interessantes sobre esporte.

E começamos ontem analisando o dia nas redes sociais falando sobre Vasco x Fluminense. Olha aí o que deu! E olha que “sacanagem” o twitt mais retuitado do dia….

Não é tão simples

Renato Gaúcho se apresenta ao Flu

Longe de querer defender que o Flu possa jogar o que vem jogando. Mas não tente me convencer que a derrota para o Horizonte, por exemplo, é um problema tático.

Apesar disso, o Fluminense tem sim um gigantesco problema tático em 2014. E não, o Renato não é burro e nós todos gênios. Neste caso,  a situação não é tão simples assim.

Time se arma conforme as peças. Odeio treinador vagabundo que tem um sistema na cabeça e improvisa times ao seu ideal, não o contrário. Renato não está tentando fazer isso. Ao que parece, ele não tem duas peças determinantes para escolher o sistema ideal de jogo.

Vou tentar ser prático, teórico, sem ser chato e repetitivo como os analistas táticos que tem por aí.

Hoje, a idéia é essa.

Quais os problemas dessa formação?

– Trio de ataque lento e previsível. Toda bola vai passar pelo Conca.
– Dependencia dos laterais para cruzar na área por ter 2 centroavantes
– Pouca movimentação ofensiva
– Apenas um jogador de articulação em campo

Então, surgem as alternativas dadas pelo torcedor. Por exemplo, essa:

2014-03-31 13.39.08

E qual o grande problema em ter os 3 no ataque por exemplo?

– Nem Fred, nem Walter são atacantes que jogam aberto se movimentando. Se o Sobis abrir numa das pontas, quem abre na outra?
– Conca continua sozinho e sem suporte no meio.

Aí você me diz que pode resolver isso colocando, então, o Wagner no meio e usar um 442 simples.

2014-03-31 13.40.54

Pode. Mas honestamente, é fácil imaginar que Wagner, Walter e Fred formem um ataque que se mexa em campo? Você pode ter um jogador no time que não ajuda muito na marcação. Mas três?

Pesado, previsível, de boa técnica, mas muito lento. Ainda assim, uma das alternativas mais viáveis para ter Fred e Walter, dupla que parece intocável pela lógica.

Numa alternativa mais simples, Renato poderia optar por 3 zagueiros e soltar os laterais pra apoiar. Mas eu pergunto: O Flu tem 3 zagueiros?

2014-03-31 13.40.19

É tudo muito mais complexo do que simplesmente uma escolha por esse ou aquele. O time não tem um equilibrio no elenco capaz de preencher dois meias e dois atacantes diferentes uns dos outros. A não ser que jogue Sobis e Fred. Com Walter no banco, Wagner de titular ao lado do Conca.

Desafoga pro argentino, facilita pros atacantes, surge a pancada de fora da área.

Mas a torcida quer Wagner fora, Walter dentro. E pra isso, Renato vai ter que achar um sistema de jogo bem improvável.

Assim surgem os “Cíceros”. Jogadores não tão badalados mas que equilibram um time do qual muito se espera. O Flu está procurando um “Cícero” pra 2014. Não mais um puta reforço.

Este cara pode vir da base, ser um “encostado”, ou até um reforço. Mas com este elenco hoje disponível, dificilmente o Renato vai achar uma formação que apresente bom futebol e seja consistente.

A não ser que apele pro Muricybol, cruze na área o jogo todo e use os 2 centroavantes esperando que um deles resolva sempre.

Não é tão simples arrumar este time do Fluminense quanto parece aqui de frente pra tv.

abs,
RicaPerrone

O GPS funcionou

Adílson Batista, meu “Padre Baloeiro”.    Se durante os últimos meses só fiz critica-lo, hoje devo me render a seu bom sistema tático que determinou grande parte desta suada, sofrida e merecida vaga na decisão.

Não era tão simples, como nunca será um grande clássico. É claro que o Fluminense tem mais time, em tese. Claro, tão claro, que não soube o que fazer com ele.

Havia uma nítida diferença entre o time que entrou nas duas partidas para buscar uma vaga e o que entrou pra tentar não perdê-la.  Por todos os motivos do mundo este elenco rebaixado do Vasco queria responder. A mim, a você, ao futebol, ao clube.

E com enorme responsabilidade e comprometimento do primeiro ao ultimo minuto desta decisão de 2 jogos, foi melhor e incontestavelmente conseguiu voltar a uma final de estadual.

Um xadrez jogado de véspera.

É simples. O Fluninense entrou com 2 atacantes que se mexem pouco, são pesados, lentos. Um meia, e uma clara alternativa ao escalar 2 centroavantes e 3 volantes: Jogar com os laterais e cruzar na área.

Adílson, que considero sim um retranqueiro, fez o Vasco ir a campo com 3 atacantes, sendo 2 abertos, impedindo a subida dos laterais do Fluminense e numa escalação ofensiva resolvendo um problema lá atrás.

As únicas boas chances do Flu foram de bola parada, justamente cruzando na área.

O Vasco tinha na sua defesa uma situação de retomada de bola rápida e no seu ataque um antídoto contra o principal inimigo.  Funcionou o tempo todo.

Quando Renato foi pra cima, colocando Wagner, Sobis e até Biro Biro, Adílson teve nas mãos a decisão de aceitar o jogo do Fluminense ou se impor como um time grande.

E fez. Manteve 3 caras na frente (Douglas, Edmilson e Everton) e mesmo recuando um pouco com Felipe Bastos, não deixou o Fluminense a vontade pra apenas agredir. Ao contrário, cada bola retomada era uma chance de resolver a partida.

Não sei se chamo de ousadia, necessidade ou acaso. Prefiro, por justiça, dar os créditos quando funciona a quem entrego a culpa quando dá errado.

O Vasco olhou pra final o tempo todo. O Fluminense olhou pro Vasco.

Vasco e Flamengo se veêm no próximo domingo. O Flu, vê na Globo.

abs,
RicaPerrone

Acéfalos

Ah, o charmoso estadual do Rio.  Para míseras 12 mil pessoas, cobrando entrada de cinema em sala VIP a mais barata das entradas, numa fórmula estúpida de um torneio falido.

Quem será o gênio que decide isso?  Não mais inteligente que quem assina e concorda, diga-se.  Ou, daquele que assina, concorda, vê a merda que fez e cobra caro pra que mais gente vá cheirá-la.

É inacreditável.

Mas teve jogo. E o problema persistiu. Se faltou cérebro pra quem o organizou, idem pra quem o disputou.  Muito atacante, volante, pouca gente que sabe jogar futebol.

Douglas e Conca.  Simples: Marque-os e teremos um festival de bicos pra frente e cruzamentos.

São as únicas duas peças de armação em campo. Num jogo de decisão, com cara de coletivo, futebol de muito mais tensão do que qualidade.

Melhor pro Flu, é claro. Joga pelo empate a próxima.  Mas o Vasco não jogou mal. Ao contrário, acho até que melhor que o Tricolor.

Fez o gol de empate numa jogada onde os 3 que entraram no segundo tempo tocaram na bola. Prova que Adílson mexeu bem, e também que escalou mal. Escolhe aí.

Todo espetáculo feito para um público cai de nível quando não tem o público. É um circulo, não acaba. Sem qualidade, sem público. Sem público, pior a qualidade.

A roda vai travar e virar ao contrário se conseguirmos encher o estádio a 10 ou 20 reais. Não esperando que o Pedro Ken passe a jogar a bola do Juninho.

Mas pra entender essa lógica é preciso mais do que “um meia de ligação”. Dentro e fora de campo.

Um Vasco e Fluminense para esquecer, ensinar e rever.

abs,
RicaPerrone

Não há favorito

Por ter feito a melhor campanha, há quem diga que é o Flamengo.  Por ter o melhor time, colocam o Flu. E pelo foco total no torneio somado a “dar sorte” contra o tricolor, até mesmo o Vasco há quem defenda na condição de favorito.

Finalmente começa na quarta-feira o campeonato estadual de 2014. Até aqui, convenhamos, foi pra cumprir tabela. Verdade que o Botafogo não cumpriu, mas convidado foi.

Que venham, então, os argumentos do “empate”.  Seria uma vantagem, não fosse a imbecilidade da Federação em considerar “empate” apenas “dois empates”.  A chance é pequena, a vantagem diminui. Basta vencer o primeiro jogo que você mata sua própria “vantagem”.

Bizarro!

E então me convença que focado na Libertadores este Flamengo é mais time que o Fluminense descansado. Não, não é.  É jogo igual.

Como Vasco x Fluminense, já que mesmo a diferença de elencos dos últimos anos não fez tanta diferença.  De 2000 pra cá, o Vasco venceu 22, o Flu apenas 9.

Sim, temos uma “freguesia recente”.

A mesma que coloca Vasco x Flamengo na final com o rubro-negro mais cotado. Por lógica, talvez. A mesma que já coloca o Fla na final de véspera.

Temos, portanto, três times com argumentos para acreditar que é possível. Nenhum podendo se dizer “o favorito”.

É mais fácil pro Flamengo? Sim, seria. Não fossem as próximas quartas-feiras assombrando a paz que reina na Gávea.

O que, pra mim, equilibra tudo.

abs,
RicaPerrone

Quem não arrisca…

É como um jogo de xadrez. Você posiciona as peças e indica através de seus movimentos se quer atacar ou se defender a cada jogada.

Vasco e Fluminense entraram em campo com times parecidos na formação tática.  Jean não era bem um meia, nem Pedro Ken. E com os dois times atuando com praticamente 3 volantes e um armador, o Vasco fez 1×0.

Jogo bom, podia ter saído pra qualquer lado.

Só que uma grande vitória custa um pouco mais caro do que o mínimo possível.  Quem tinha que ganhar hoje era o Vasco. Pro Flu, o empate bastava pra se manter com a vantagem do empate nas semifinais.

Quando troca Diguinho por Biro-Biro, Renato dá o recado de que vai pra cima buscar o empate.  E em questão de minutos, consegue.

Dali pra frente, onde o Vasco tinha em Everton Costa seu melhor em campo, fica fácil imaginar que se alguém teria que ousar mais era o time do Adílson.

Pois o Flu continuou com 3 atacantes e o Vasco, trocou Everton por Thalles.

O time que parecia precisar do gol era o Flu.  Mas não era.

Adilson, de novo, prejudicou o Vasco com substituições erradas e falta de ousadia.  Se for pra morrer, morra atirando.  Sair do campo com os mesmos 3 volantes ali e ainda ver uma substituição aos 44 que saca um atacante e coloca um meia é debochar da lógica.

E então, ela venceu. Deu a lógica.  O Fluminense sai em vantagem para a rodada final.

abs,
RicaPerrone

Flu brinca carnaval

Se para a maioria de nós, foliões, o carnaval está chegando ao fim, o time do Flu parece não concordar.  Em pleno Maracanã, na triste quarta-feira de cinzas, resolveu fazer um baile por conta própria.

E que baile!

Não apenas pelos gols, lances, chances criadas, mas também pela liberdade dada ao adversário proporcionando um espetáculo incomum no futebol moderno.

Os 5×1 sugerem um jogo chato, fácil. Nada disso. O Flu jogou uma grande partida desde o primeiro minuto, e com tudo resolvido, continuou querendo o gol e se divertindo em campo.

O grande problema do futebol atual é ver time grande jogando como pequeno para diminuir ainda mais as chances de ser surpreendido. O maldito medo de perder, a eterna vontade de fazer o mínimo possível.

Pois bem.  Jogando aberto, um pequeno contra um grande, a chance do pequeno achar um gol é maior. A do grande golear, idem.

 

E o Fluzão, afim de se divertir, foi pra cima.  Fez virar número no placar a diferença brutal entre os dois elencos.

abs,
RicaPerrone

Quem diria?

Inacreditável pela perspectiva, absolutamente incontestável pelos fatos.  O Botafogo entrou em campo sabendo até onde poderia ir com aquele time, enquanto o Fluminense achou que faria um amistoso de luxo e que a bola entraria a qualquer momento colocando a lógica no lugar.

Se futebol tivesse lógica seria só esporte, não futebol.

Eu não apostaria meu dinheiro no time reserva do Botafogo contra um Flu embalado vencendo 7 jogos seguidos.  Nem você, acredito.

Mas os gols do Flu foram bem anulados, o arbitro não cometeu erros determinantes no jogo e o Botafogo, que pode sair de campo passando a impressão de ter sido oportunista e matado o jogo em raras oportunidades, pelo contrário, teve mais posse de bola e tantas finalizações quanto.

Não, não é verdade que o time reserva do Fogão seja melhor que o titular do Flu. Na real, acho que nem mesmo o titular é.

Mas hoje, foi. E com alguma sobra.

Os poucos torcedores que foram lá pensando em ver um passeio, viram. Só erraram o lado.

E nem mesmo o mais pessimista botafoguense dirá, nesta noite, que das “coisas que só acontecem com o Botafogo”, a vitória de hoje não estava nos planos.

Do Flu, é claro.

abs,
RicaPerrone