São Paulo

Everton no SPFC: separemos as coisas

Everton chegou ao São Paulo. Ótimo reforço.

Everton deixou o Flamengo. Uma perda sentida.

Everton custou 15 milhões ao SPFC. Um risco alto.

Everton rendeu 15 milhões ao Flamengo. Muito bem vendido.

Uma coisa não tem relação com outra. O fato dele ser um jogador “caro” na minha opinião não significa que não seja um bom jogador.

O Cristiano Ronaldo, por 1 bilhão, é “caro”. E é o Cristiano Ronaldo.

Há uma possibilidade do SPFC ter um prejuizo se isso não der certo. Essa possibilidade é bem menor de amanhã o Flamengo ver o Everton virar um jogador de, sei lá, 30 milhões.

Aos 29 anos é bem difícil acontecer. O limite do Everton parece já ter sido atingido, e não falamos aqui de um jogador de seleção mas sim de um “bom jogador”.

Gosto de vê-lo em meu time. Não sei se gosto do valor pago.

Mas também me cansa essa coisa do torcedor ter virado um fiscal de finanças. Eramos mais felizes quando hoje o tricolor estaria euforico com o reforço e foda-se quanto custou e o flamenguista puto, foda-se quanto ganhou.

Mas na era onde se comemora renda, se ostenta borderô e certidão mais do que títulos, eu compreendo o debate.

abs,
RicaPerrone

Everton e o retrato do futebol

Hoje em dia o futebol é tecnicamente inferior ao que já foi um dia.  Acho que não precisa ir muito longe pra notar isso, basta ter bom senso.

Everton é um jogador de 29 anos que passa longe de ser fora de série. É um bom jogador, mas não tem status de destaque nem no seu clube. A não ser de 48 horas pra cá, onde o valorizaram por desespero.

O São Paulo busca o jogador por 15 milhões. Eu acho muito dinheiro, mas não acho um absurdo tipo os 40 milhões no Pratto.  O Flamengo recebeu a notícia e como o valor se aproxima da multa e ele pode perde-lo sem ter escolha, fez uma oferta de renovação.

O jogador ficou interessado, é óbvio. Qualquer um ficaria aos 29 anos ter luvas de uma transferência grande sem ter que ir pra China ou pra Arábia.

Absolutamente tudo dentro do normal. A não ser pra quem vive numa bolha.

 

A polêmica em torno disso tudo pra mim é mero clubismo. A megalomania rubro-negra em achar que um jogador não pode querer sair do clube somada a repentina glamourização do Everton. Outra parte bairrismo, onde até jornalistas se submetem ao ridículo de achar que por uma “fase” ruim o SPFC é um retrocesso pra algum jogador e sua vontade de ir tem que ser “explicada”.

Tanto faz. Meu ponto é que chegamos no dia em que o Higuain vale 100 milhões, o Everton é uma grande perda pro Flamengo e um grande reforço pro São Paulo. Que o Kleber Gladiador é esperado no Fluminense aos 34 anos e que o treinador que há 2 anos era chacota recebeu uma oferta de 850 mil. E recusou.

O Geuvanio ganha uma fábula, o Gabigol é craque, o Felipão é burro e Ramiro campeão da América apenas “agrega valor”.

O Alisson era convocado só por ser gaúcho e tinha fama por ser bonito. O Ganso era melhor que o Neymar, tal qual o Bale seria o melhor do mundo em alguns anos. Lembra? Esqueceu né?

O futebol precisa ser revisto. E não é nem por velhos dirigentes cansados, menos ainda por jornalistas que juram ter a solução de tudo enquanto tomam café ignorando a capacidade lógica de quem de fato entende, faz e vive futebol.

Eu  não sei qual a solução. Se eu soubesse fatalmente não estaria desse lado da mesa e sim do outro. Mas o futebol está sofrendo de ejaculação precoce em todos os sentidos.

abs,
RicaPerrone

Feito time grande

Aguirre parece ter entendido bem rápido o maior problema do São Paulo. O time dele não tem ainda nenhuma invenção tática radical, nem teve tempo pra isso. Mas tem vergonha na cara.

De alguma forma o uruguaio conseguiu tirar o elenco da zona de conforto e os fez entender que o resultado pode até não vir, mas  a briga tem que existir.

O time que perdeu pro Corinthians ostentava uma dignidade incomum nos últimos anos. E ainda que com nova derrota, conseguiu sair de campo sem ser vaiado.

O de ontem foi ainda melhor. Com um a menos, agrediu. Quase venceu. Quando sofria agressão, revidava. Não ficou com medinho de cara feia de argentino e deixou a classificação bem encaminhada pro jogo da volta em casa.

Eu não vou perder tempo falando da meia duzia de argentinos escrotos que chamaram nossos torcedores de macacos e cuspiram neles. Até porque também temos meia duzia de escrotos em nossa torcida, como em todas.

Mas como sempre na Argentina é pontapé, torcida em lugar ruim, catimba, pressão, todo o perrengue extra-campo padrão de um jogo lá.

E como digo há anos, chiliques de Rizeks a parte, o brasileiro precisa sim aprender que respeito é algo que se dá a quem também te respeita. Aqui vai ter tapete vermelho, escolta, torcida isolada, zero pressão e conforto. E se um dos nossos der uma cabeçada no rival, será expulso.

Regra é regra desde que seja contra nós. E enquanto nossa mídia achar o máximo a catimba e a “malandragem” argentina, temos que brigar em campo apenas.

No Morumbi a gente conversa. E se não quiser conversar, a gente também topa. Mas do jeito que for, manda quem pode obedece quem tem juizo.  Tenha juizo, Rosário.

Aqui, não!

abs,
RicaPerrone

Relatório completo de público no Brasileirão de 2012 a 2017

Uma das coisas que o torcedor mais gosta de discutir é o desempenho dele mesmo perante seu clube na arquibancada.

O ADMKT é o Grupo de Pesquisa e Extensão em Marketing e Comportamento do Consumidor da Universidade Federal de Goiás (UFG). Fundado em 2012 pelos docentes e pesquisadores Marcos Severo e Ricardo Limongi, professores efetivos da UFG, o grupo foi criado com o objetivo de promover atividades da área de marketing realizadas no âmbito da instituição de ensino.

Pois este grupo fez uma incrível pesquisa sobre o público do futebol brasileiro dos campeonatos brasileiros de 2012 até 2017.

A comparação começa com a Premiere League, na Inglaterra. E logo se tem a discrepância de público dentro dos estádios.

Dessa forma, o objetivo deste relatório é responder diversos questionamentos relacionados ao Campeonato Brasileiro de Futebol, não somente aqueles que tratam do público pagante e da taxa de ocupação nos estádios, como também os que se relacionam ao desempenho das equipes de futebol.

O contexto brasileiro é particularmente marcado pela existência de 12 grandes clubes, que concentram 53 dos 59 títulos dos campeonatos brasileiros disputados desde 1959, época da primeira edição da Taça Brasil.Conhecer detalhes da dinâmica do principal campeonato de futebol do País é importante, principalmente se for considerado que os principais clubes brasileiros ainda se veem diante de problemas estruturais e organizacionais crônicos, como más condutas de gestão.

Dirigentes e profissionais de marketing que atuam nessa realidade pouco sabem dos fatores que determinam a presença de público nos estádios ou o desempenho das equipes no campo.Poucos são os clubes realmente prossionalizados que organizam ações administrativas baseadas na racionalidade da análise de dados. Entretanto, esse cenário começou a mudar nos últimos anos, com isoladas iniciativas de prossionalização e responsabilidades scal e administrativa. A apresentação do “Relatório ADMKT de Presença de Público nos estádios brasileiros”acompanha esse movimento e se apresenta como fonte de informação para gestores de clubes, prossionais de gestão esportiva e da imprensa especializada

O primeiro gráfico mostra o público médio e também o “desvio” padrão. O “desvio” é como uma margem de erro. É a média de público oscilando pra cima e pra baixo perante o público médio.

A seguir temos um gráfico para mostrar em ordem essas médias de público ao longo deste período.

A seguir a taxa de ocupação, que está sempre diretamente ligada ao público médio em virtude da capacidade de cada estádio.

Temos, então, outro gráfico interessante. A comparação entre começo e final de campeonato, para verificar se as torcidas se comportam regularmente, só nas finais ou só num começo empolgante.

Em seguida uma série de gráficos que indicam o comportamento do torcedor para ir ao estádio no Brasil, e até a sua relação com o resultado.

Esse trabalho detalhado e muito interessante para discussão sobre o futebol brasileiro foi feito pela equipe abaixo, a quem agradeço pela preferencia em ter disponibilizado a este blog primeiro.

Você num guenta, Diego!

Diego Souza está perto dos 33 anos, portanto, indo pro final da carreira. Poucos jogadores de talento – como é seu caso – jogaram em tanto time grande quanto ele. E dos que jogaram, talvez nenhum tenha saído com tão poucas medalhas no peito.

Trata-se do jogador diferenciado, mas que não aguenta. Nunca decide decisões. Quando protagonista, some. Quando coadjuvante, brilha.  E brilha feito vaga-lume. Porque já já some, e aí vocë nem sabe onde vai piscar de novo na próxima.

Eu não estou escrevendo isso por causa do pênalti. Seria covardia.

Mas a bola nos pés dele nos acréscimos, de frente pro Cassio, e ele corre pra lateral pra fazer cera ao invés de matar o jogo, é o simbolo de um jogador que não sabe decidir.

Aí vem os penaltis. Ele abre, e ele erra. Era um roteiro facil, convenhamos. 90% de quem assistia ao jogo disse “ele vai perder”. Mas o Aguirre é novo no futebol nem desconfiou que era melhor abrir com um jogador menos abalado do que o quem fudeu o jogo nos minutos finais.

Diego Souza joga muita bola. Mas joga quando quer. E quando precisa, nunca quer. Tem gente que nasceu pra vestir a camisa do São Paulo, do Flu, do Grêmio, e tem gente que nasceu pra ficar no Sport. Com todo respeito, há uma diferença.

E se você não sabe qual é, tá explicado hoje pela milésima vez.  Tem camisas que tu não guenta, Diego.  Volta pro Sport, volta.

abs,
RicaPerrone

Raça, medo e mimimi

Se era raça que faltava, hoje não faltou.   A técnica, a intensidade, a qualidade tática do time ainda estão longe, mas o Tricolor deu hoje sinais de algo mais urgente: vergonha na cara.

O primeiro tempo foi tão superior que o placar saiu barato. O segundo tão feliz com o 1×0 que saiu justo. Em momento algum o Corinthians fez uma grande partida.

Em boa parte do jogo nenhum deles fez. E para isso basta ver a quantidade de cruzamentos na área, laterais pra escoradas de cabeça e chutões pra ver quem ganha no alto. Quanto mais isso acontece num jogo, pior o jogo.

Mas teve algo de novo. Um São Paulo disposto a ser mandante, propor o jogo e não se postando como azarão. Porque não é, nem nunca pode ser.

Sem Jadson e Rodriguinho o Corinthians emburreceu. Fosse mais ousado, o SPFC poderia ter feito 2×0 hoje e adiantado muito a vaga. Recuou, não quis o segundo gol e ficou feliz com 1×0.

Sob as bençãos de mais um ato que contraria o futebol brasileiro, um cartão pra quem sequer gritou um palavrão. Agora tem direção na comemoração. Nene, que em 15 minutos foi de brigão a artilheiro, a debochado e encerrou tirando da reta.

Era só uma provocação.  Se você é desses que acha que isso faz mal ao futebol, que os dois estão errados, que é um erro tremendo dois profissionais discutirem numa partida, parabens! Voce tem meio caminho andado pra vaga de comentarista de tv.

Se não for o caso, imagino que não tenha seu tampão do dedão invicto. O que aumenta sua credibilidade no tema, óbvio.

Mimimi a parte, o SPFC jogou melhor, mereceu vencer, perdeu a chance ate de resolver.  E como a gente sabe que não se perde chance em clássicos, acho que quarta-feira tem um jogão por vir.

abs,
RicaPerrone

Quando vencer até dói

Eu nem me lembrava dele, pra ser honesto. Talvez eu nunca o tenha notado. Mas aos 35 anos, Paes não terá um futuro brilhante. Tem uma carreira digna, boa, mas que a idade só permite manter, não mais sonhar.

O São Paulo jogou mal. Mas mereceu a vaga porque o São Caetano jogou pior ainda.  O que na verdade era pra ser uma partida de eliminatória simples com resultado bastante comum e previsível, comoveu mais do que convenceu.

Aquele “chupa!”  de torcedor na hora que ele erra virou nó na garganta quando, ao final do jogo, ele se deita no chão e, conforme ele mesmo revelou, olha pro céu e diz “porque comigo?”.

Na entrevista, chora. É um cavalo de quase 2 metros experiente chorando feito um garoto por uma bobagem que eliminou o provável eliminado.  Mas o choro dele é mais alto que os aplausos do Morumbi.  Porque é mais sincero e merecido que os aplausos.

Ele merece ser o vilão pelo erro que cometeu. E também pode chorar, porque como todos nós, um dia dá tudo errado e a gente se sente o mais injustiçado do mundo.

Paes vai sumir. Ele não é uma promessa, nem o primeiro goleiro a falhar e sair chorando. Não será o último também.

Mas seguramente foi a coisa menos esquecível que o Morumbi viu nesta noite.

abs,
RicaPerrone

Vencedores e figurantes

Sabe qual a diferença entre o Rubens Barrichello e o Mansell?  Um não aceitava de jeito nenhum estar ali pra trabalhar e ir pra casa. Acho que ninguém na Fórmula 1 deve acreditar que o inglês, autor de lambanças inacreditáveis, seja tecnicamente um gênio.

Mas era “louco”. E louco por vencer.

O time do São Paulo de 2004 era frouxo, mas era bom. O de 2005 tinha Junior, Amoroso e Luizão.  Ali estava compensado toda a falta de títulos do restante do elenco. Havia liderança, referência gente com fome e gente acostumada a vencer.

O São Paulo hoje tem 5 jogadores “famosos” em seu elenco. As “referências”.  Rodrigo Caio, Nene, Petros, Jucilei e Diego Souza.

Nenhum dos 5 é um grande campeão.

O Rodrigo não venceu nada ainda. O Petros não tem títulos, o Jucilei idem. Diego Souza tem 2 Copas do Brasil, só atuou em uma delas. Na outra era um garoto que integrava elenco.

O Nenê, embora com carreira internacional, soma em toda sua carreira alguns estaduais e um campeonato francês.

Essa é a referência de um clube grande que obrigatoriamente disputa títulos e é favorito em tudo que entra.  Esse são os caras que inspiram os jovens que vão chegando ao grupo.

E não, não há demérito algum em não terem grandes títulos. Mas o SPFC tem um elenco mal pensado quando não tem NENHUMA referência vencedora em seu grupo. Imagine ter 5, todas acostumadas com a derrota muito mais do que com as conquistas.

O Amoroso de 2018 não será um treinador. O Luizão não virá da base. E não adianta esperar que o Rodrigo Caio vire Lugano, porque não é seu perfil.

O time do São Paulo não é ruim. É apenas um time que não sabe vencer, não tem paixão por isso e que vai embora feliz todo dia as 18h com o salário na conta.

Pra alguns “ganhar” é ser bem pago e cumprir o que lhe pedem minimamente. Para outros é questão de vida ou morte.

No SPFC, há alguns anos, e pode incluir alguns com títulos de pontos corridos, o mínimo está bom.

Mas não está. Pode trocar de treinador mais 20 vezes. Tem gente que quer chegar em casa e dar um video game novo pro filho, tem gente que quer que o filho diga na escola quem é seu pai.

abs,
RicaPerrone

Aguirre: tanto faz


Não há suspiros entre os tricolores. Aguirre não causa revolta, não gera problemas, muito menos cria expectativas. Não é nem de longe o que a torcida queria, nem passa perto de ser alguém que ela odiaria ver ali.

Tanto faz. É mais uma tentativa de buscar algo novo onde não há novidade.

O Aguirre fez um trabalho no Inter que considero “ok”.  Pra mim o responsável pela eliminação naquela Libertadores, inclusive, foi ele. No Atlético foi um horror. Mas é gringo, e ao contrário da vitimização da semana do Romero, ser gringo no Brasil é um puta elogio.

Pode ter evoluido? Deve. A vida evolui todo mundo. Ou quase todo mundo.

O Tite chegou ao Corinthians em 2010 cheio de dúvidas. Taí.

Vai que…

Mas não. Eu não gosto muito do trabalho dele, não.   Pra mim tinha umas 10 opções melhores sendo umas 3 ou 4 delas arriscar em algo de fato “novo”.  Como o Jardine, porque não?

O que tem de novo nessa escolha é que trata-se da primeira grande decisão do trio Raí, Ricardo Rocha e Lugano.  O resto eles herdaram mais do que escolheram.

Se tem um na reta com essa escolha não é o do Aguirre. Mas sim de Ricardo, Raí e Lugano.

Que saiam todos ilesos. Amém.

abs,
RicaPerrone

Respeite quem pode chegar onde a gente chegou

Se eu tiver a dúvida de um moleque e um jogador mediocre de 28 anos, eu sempre apostarei no moleque. Talvez ele também seja mediocre. Mas ele me dá ainda a esperança de não ser.

Isso serve pra treinadores. O problema é quando se coloca numa mesma sacola os treinadores mediocres dos maiores vencedores deste país.  E mais do que vencer: montaram times incríveis e fizeram clubes viverem momentos épicos.

Você não pode olhar uma lista com Felipão, Luxemburgo e Cuca e falar em “falta de opção”.  Pode ser que você não goste deles, ok.  Talvez você os ache desatualizados por algum trabalho recente. Ok. É um direito seu.

Mas esses caras são a história do futebol brasileiro e de alguns dos nossos maiores clubes.  Não estamos falando de treinadores de um ou dois trabalhos. Estamos falando do cara que fez um Cruzeiro, um Santos, um Corinthians e um Palmeiras inesquecíveis.

De um bicampeão da América, campeão da Copa (jogando bem), um dos caras que reinventou a seleção de Portugal. Dois brasileiros que chegaram na porra dos times europeus que vocês tanto amam.

Estamos falando do Cuca. O cara do Botafogo, do Galo campeão após 40 anos, do Palmeiras campeão brasileiro, que montou o SPFC campeão do mundo.

Estamos falando de caras que fizeram uma união cada vez mais rara: times vencedores e que jogavam futebol.

Pode ser que não lhes agrade hoje. Entendo, respeito. Mas existe uma hierarquia, existem patamares na vida profissional. Tem gente que tu fala olhando de frente, tem gente que você olha de baixo pra cima.

Aí você pode pensar em Parreira, Leão, Muricy. E eu lhes pergunto qual deles tem por característica fazer algum time jogar futebol? Nenhum. É resultado, no máximo. Bom futebol e título é coisa pra gente de outro nível. Tal qual os citados.

Eu posso não querer o Leão “nem fudendo” no meu time. Eu não posso tratar assim um destes nomes.

Talvez não por gosto pessoal. Mas por respeito a história do futebol brasileiro.

Se eu pudesse escolher, era o Cuca.  Só pra não ficar no muro.

Mas vamos separar os “aspiras” do “capitão”, né?

abs,
RicaPerrone