Seleção Brasileira

O conceito de estratégia…

Todo grupo, vencedor ou derrotado, tem uma tática de guerra. Todo mundo traça uma meta, uma forma de busca-la e o que os separa do sucesso e o fracasso é exatamente o que é feito neste meio tempo.

Mas, em tese, no papel, todo mundo sabe como ganhar.

Eu não duvido, aliás, até acredito, que a seleção será campeã mais uma vez. Mas eu não concordo com a estratégia dela de “renovar” tudo a cada 4 anos.

Cansa. É burro, repetitivo, sem critério, sem argumentos, uma decisão baseada no medo que se tem no Brasil de ir contra a mídia, embora a gente aprenda dia após dia que a mídia não sabe porra nenhuma de assunto nenhum na maioria dos casos.

Porque temos que trocar uma geração toda vez que perdemos um jogo? Porque o Fred não pode estar na seleção?

Porque a mídia acha que ele é culpado pela seleção toda não ter feito uma boa Copa? Ou porque ele joga no Brasil e num país vira latas como esse vamos direto no pescoço do que é mais “nosso”?

Liga na Colombia e avisa: Quarta jogam Kaka, Robinho, Neymar e Fred.  Eu aposto que amanhã eles treinam com 3 zagueiros. E nós, por consequência, com um volante a menos.

É assim que funciona. Eles não tem medo da nossa juventude, da nossa velocidade e nem da parte tática. Eles temem nossa técnica. Porque diabos temos que trocar o que temos de mais “pesado” no papel para forçar uma renovação que não tem peças a altura?

É nosso jeito de jogar e vencer. Ou não notaram que mesmo copiando burramente europeus há 12 anos quem resolve pra nós é o Neymar e seu talento?

O conceito de estratégia…

Em alemão: coletivo

Em ingles: no apito

Em frances: em casa

Em portugues: no talento.

Cadê ele?!

abs,
RicaPerrone

Vencer o México é mais do que parece

Eu não sei exatamente qual a função da seleção mexicana no mundo.  Se amanhã cedo ela anunciar que nunca mais entrará em campo não mudará uma virgula do futebol mundial.

Mas eu sei qual a intenção dela no planeta.

Dos últimos 13 jogos contra o Brasil, portanto 15 anos, eles ganharam 7, empataram 2, perderam 4.

No mesmo período, por exemplo, contra a Alemanha nós ganhamos 4 e eles duas.

Contra a Argentina? 12 vitórias nossas, 6 deles.

Pode falar da “crise” que for, dos 7×1, da puta que pariu. Você não encontrará no futebol mundial alguém páreo pro  Brasil ao longo dos tempos. Mesmo que num passado bem recente, onde os profetas do apocalipse acham que viramos Honduras com grife.

Mas o México, não.

Esse time tem um poder inexplicável de fazer a seleção brasileira não jogar bola.  Já pensei que pudesse ser “a escola mexicana”. Mas que porra de escola mexicana? A única que ouvimos falar era do Cirilo, Maria Joaquina e Jaime Palilo.

É um daqueles casos tipo SP x Vasco em mata-mata, tipo Palmeiras x Bragantino, ou Vasco x Fluminense.  Não importa quem está dentro das camisas, elas vão te induzir pra um lado.

Então, se hoje não fizemos nada além do “básico”, acho muito bom o resultado.  Ganhar do México é quase um exercício de exorcismo.

Agora é mais um treino de camisa oficial e depois é pra valer. E quando é pra valer, na maioria dos casos, a gente é favorito e não decepciona.

Que venha a Copa América, torneio no qual a “agonizante” seleção que os especialistas teimam e matar de véspera ganhou 4 dos últimos 7.  Alem de ter ido a mais 1 final.

abs,
RicaPerrone

A melhor Copa América

Durante muitos e muitos anos nós olhamos pra Copa América como um torneio de time reserva.  Nunca nos importamos, assim como a maioria dos nossos vizinhos.

Talvez faltasse ao torneio a “sorte” de ter numa edição todas as seleções com seus times principais para, enfim, termos uma grande Copa América e voltarmos a dar valor a ela.

Aconteceu.

Em 2015, muito provavelmente motivados pelas revanches da Copa e pela boa campanha dos sulamericanos, teremos uma Copa América com 5 times capazes de conquista-la.

Argentina, Uruguai, Colombia, Chile e o Brasil, óbvio.

Seleções que na Copa do Mundo foram protagonistas. Que reúnem alguns dos maiores craques do mundo, inclusive o maior deles na atualidade.

Sabemos que ela será avaliada de duas formas: Se perdemos, será uma grande Copa América. Se ganharmos, um torneio sem importância.

Fato é que quem decide a importância do torneio é o time. No caso, as seleções. E se elas toda dizem que vale força máxima, não sobra muito pra contestar.

Teremos nossa Copa do Mundo sem Itália e Alemanha!  Não é assim que eles chamam a Eurocopa? Uma Copa sem Brasil e Argentina?

Nossa vez de fazer um grande torneio sem eles.

abs,
RicaPerrone

É muita sacanagem

“Sacanagem”.  Termo técnico para explicar toda e qualquer coisa que não sejamos capazes de explicar dentro de nossa frágil formação.

No dicionário jornalístico e por consequência popular do Brasil, “sacanagem” refere-se a tudo que alguém ou alguma empresa faz para torna-la mais rica.  Até mesmo chamar uma clausula de sigilo de “segredo”.

A burrice é algo difícil de tratar. Mas ela nós perdoamos. O que fica realmente complicado engolir é a necessidade de se deturpar tudo em troca de uma manchete maldosa que caia no colo dos insinuadores famintos e do povo que acredita em tudo que ouve.

O contrato da CBF com a empresa pode ser questionado. Até deve. (atenção aqui! Leia duas vezes) Mas acusado por uma interpretação burra, covarde e amadora não.

Ninguém vendeu porra nenhuma. A seleção recebe pra jogar amistosos, como seu clube, como você pelo seu trabalho. Marcas pagam pra expor em dia de jogo do Brasil, alguém recebe e repassa uma parte a CBF.

Simples. Natural. Quase primário.

Mas sendo isso um negócio é preciso que seja bom para quem está pagando também. E para garantir que ninguém venderá um evento de “seleção brasileira”  e chegará lá com o time de juniores, existem meios legais de se estipular isso.

Coloca-se num contrato o “Time A” e usam termos subjetivos para determinar que os convocados sejam o time principal do Brasil.  Simples, como em qualquer amistoso que o seu clube faz em Manaus.  Se você mandar o reserva, ganha menos.

A empresa parece não ter sede legal, não entendi bem essa parte porque o que de fato pode talvez importar ninguém explorou. Foram na manchete. Correram pra dizer pro povo: “A CBF faz o mesmo que todos os clubes do mundo! Bomba! Bomba!”.

E você fez cara de espanto.

Eu sei que somos um país de “gado”, que defendemos o mais fraco sempre e que por vocação achamos que qualquer coisa que gere lucro pra alguém é sacanagem.

Mas gerar lucro com manchetes maldosas e deturpar um acordo simples e previsível para transforma-lo em uma bomba de interpretação burra/oportunista é também “sacanagem”.

Aliás, mais do que a primeira. Afinal, só uma delas está em contrato assinado e com firma reconhecida pelas partes.

A CBF deve ter muito o que apurar.  Não confiaria um real a quem esteve lá até agora, e não cometerei a injustiça de já taxar quem acabou de chegar de ladrão.

Mas daí a transformar uma clausula contratual que todo mundo sabia que existia, que é comum e até razoável em “venderam a seleção” é muita sacanagem.

Afinal, é muito mais fácil apertar o botão do “eu sabia!!!” num leitor do que o de “vamos entender como funciona?”.

 

Clausula pra ignorante – O blog não “defende” a entidade, não garante integridade nem mesmo apoia a forma como as coisas são conduzidas na CBF historicamente. Mas não concorda com sensacionalismo feito em cima da “ignorancia” popular sobre um contrato comercial.  

abs,
RicaPerrone

Coerente e previsível

Dunga não é o perfil do treinador que inventa um nome bombástico 2 dias antes da lista final. Pelo menos até hoje não foi. E mais uma vez foi coerente com suas convocações anteriores, manteve todos os convocados e o grupo que formou.

É bom? É. É o que tem.

Faltam protagonistas. Isso me incomoda. Mas aí não é culpa dele, é o momento. Num futebol onde cada vez mais importa o coletivo nós temos que readaptar a mentalidade e cultura de um povo até equilibrarmos isso. Leva tempo.

Destes todos, acho que Robinho, Neymar, Elias  e Coutinho são protagonistas em times grandes. O restante ou joga em time menor ou joga em grande sem o papel de destaque.

No time que eu imagino em campo, Robinho e Neymar atuam de titulares. Elias, idem.

Cabe um Fred ali? Por mérito, cabe. Artilheiro de tudo que disputou desde a Copa. Aliás, assim como costumava fazer antes dela. Mas tirar o Tardelli, que vem bem na seleção, também seria sacanagem. Então segue o jogo.

É time de transição. Safra mediana, longe de ter cara de Brasil. Mas o futebol não é mais técnico, não privilegia mais a qualidade e menos ainda a individualidade. Vamos ter que nos adaptar a um novo conceito de seleção, buscando grupo e não mais 23 nomes incríveis fazendo o torcedor sonhar com um futebol de 1982/1970.

Dá pra ser campeão. Aliás, onde não há Alemanha e Itália, o Brasil é sempre favorito.

Goleiros: Jefferson (Botafogo), Diego Alves (Valencia) e Marcelo Grohe (Grêmio);
Zagueiros: David Luiz, Marquinhos, Thiago Silva (Paris Saint-Germain) e Miranda (Atlético de Madrid);
Laterais: Marcelo (Real Madrid), Filipe Luís (Chelsea), Danilo (Porto) e Fabinho (Monaco);
Volantes: Luiz Gustavo (Wolfsburg), Fernandinho (Manchester City), Elias (Corinthians) e Casemiro (Porto);
Meias: Everton Ribeiro (Al Ahli-EMI), Douglas Costa (Shakhtar Donetsk), Willian (Chelsea) e Philippe Coutinho (Liverpool);
Atacantes: Neymar (Barcelona), Diego Tardelli (Shandong Luneng), Robinho (Santos) e Roberto Firmino (Hoffenheim).

abs,
RicaPerrone

Sr. Olhão avalia a lista da sub 20

O técnico Alexandre Gallo, chamou seus escolhidos para defenderem a Seleção Brasileira no Muncdial sub-20, são 26 escolhidos, ou seja 4 ainda serão cortados. Abaixo minha análise de cada atleta, sempre lembrando que mesmo para um olheiro profissional, existem atletas desconhecidos, principalmente os que saíram muito cedo do Brasil.

Goleiros

Marcos – Fluminense – seguro com bons reflexos e velocidade. Faz o normal, falha pouco e sem defesas espetaculares

Jean – Bahia – filho de um dos maiores goleiros da história do Bahia, dentre os escolhidos é o mais experiente. Acho espetacular goleiro, veloz, bons reflexos, as vezes como na final da Copa do NE falha feio. Seria o meu titular

Georgimy – Cruzeiro – goleiro muito alto, e talvez por isso não muito rápido, faz boas defesas mas também falha bastante, essa inconstância me incomoda, bom 3º goleiro.

David – Criciúma – muito pouco observado não tenho opinião formada sobre ele.

Zagueiros

Marlon – Fluminense – zagueiro de muita força e pouca técnica, tem bom posicionamento mas exagera na vitalidade, um pouco lento.

Lucas – São Paulo – ótimo na bola área tanto defensiva como no ataque, costuma se posicionar bem, o que o ajuda contra atacantes mais velozes, sabe sair jogando porém é lento.

Léo Pereira – Atlético Paranaense – não estava presente em jogos do Atlético que analisei.

Iago – Criciúma  – outro zagueiro voluntarioso, muita força e pouca velocidade. Bom posicionamento e cabeceio. Pouco técnico.

Laterais

João Pedro – Palmeiras – muito hábil, técnico, carrega muito bem a bola. Chega bem a frente, cruzamentos precisos. Precisa melhorar um pouco na marcação, porém creio ser muito bom jogador.

Rodrigo – Coritiba – não me chamou atenção nas partidas que vi do Coritiba sub-20.

Caju – Santos – Muito forte, vai ao ataque e volta a defesa com boa velocidade. Não é driblador, mas é veloz e com bom cruzamento. É bom marcador

Jorge – Flamengo – hábil, muito técnico, ótimo nas subidas ao ataque e excelente nos cruzamentos. Marca normal, driblado as vezes com facilidade, porém demonstra boa recuperação. Jogador de muito futuro.

Meio-campo

Danilo – Braga – volante de muita técnica, bom passe porém não é muito firme na marcação, procura mais interceptar passes que fazer desarmes.

Jaja – Flamengo – Ótimas subidas ao ataque, excelente passe e tabela. Chuta com precisão, outro que também marca mais na interceptação que no combate mano a mano.

Mateus Biteco – Grêmio – veloz e hábil, jogador de condução de bola, as vezes é muito fominha.

Alef – Olimpique Marselha – quando vi, um jogador com seu porte físico, titular da Ponte com menos de 18 anos, fiquei com os olhos mais arregalados que o Rica vendo Picanha no porcão. Porém Alef, é carne de segunda, é só força e trombada. Pouca técnica.

Boschilla – São Paulo – ótima bola parada, bate falta como poucos, com a subida recente ao profissional, melhorou muito sua marcação e pode ser uma boa alternativa como volante. Passe e chuta bem, evoluiu bastante esse ano no professional.

Andreas Pereira – Manchester United – desculpem mas nunca ouvi falar

Gabriel Jesus – Palmeiras – aqui para mim já começa uma divergência. Na minha opinião Gabriel é atacante e não meia. Pois bem, é extremamente hábil, ótimo passe, visão de jogo e faro de gol. Acredito que será a grande estrela do Brasil nesse mundial.

Atacantes

Marcos Guilherme – Atlético Paranaense – joga tanto de 2º atacante como de atacante de área, boa velocidade e habilidade. Tabela bem e tem um faro de gol e posicionamento na área invejável, lembra o velho Dagoberto.

Judivan – Cruzeiro – jogador de boa condução e habilidade. Chega fácil na frente é vertical, busca sempre o gol, pela pouca experiência com a seleção, creio que será 1 dos cortados.

Kenedy – Fluminense – talvez um dos mais conhecidos da lista. Muita velocidade, força e ótimo chute. Não é muito técnico nem hábil, porem sabe usar muito bem sua força e velocidade.

Yuri – Grêmio  – Yuri que me desculpe, mas ele é forte e só. Não me agrada sua convocação.

Caio Rangel – Cagliari – ao contrário de Gabriel, para mim, Caio é meia não atacante. Aliás joga muito bem vindo de trás, com boa condução de bola e drible. Exagera no individualismo. Veremos se jogando na Italia a um ano evoluiu nos passes, tem características muito parecidas com o Judivan.

Bruno Lopes – Criciúma – Esse foi um dos meus destaques na minha utlima coluna falando sobre a nova geração do Criciuma. Atacante de área com boa movimentação joga de lado também, bom posicionamento de área pivô e finalização.

Jean Carlo – Real Madrid – desculpem, nunca vi jogar.

Quem é o Sr. Olhão?

Guilherme Momensoh
10 anos de experiência no mercado do futebol
Paulista FC – Dep Marketing e Futebol
São Paulo FC – Socio Torcedor
RCD Espanyol – Olheiro mercado brasileiro
Villlarreal CF – Olheiro para o mercado Sulamericano
Cuiaba EC – Gerente de futebol
Consultoria Esportiva – gestão de futebol e marketing
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Fora Dunga!

Dunga deveria ser demitido da seleção.

Seu time joga por resultado, ele não tem grande experiência como treinador, em 2010 “perdeu a Copa” e isso tudo resume o que devemos saber sobre o assunto.

Para a mídia esportiva brasileira, seleção tem que vencer. E quando vence, “tem que dar show”. E quando dá, “tem que vencer”.

Ninguém, nem Espanha e Alemanha, últimas campeãs do mundo, dá show. As duas passaram por contagens mínimas e prorrogações inclusive contra pequenos. Mas venceu, é o que importa.

Importa pros outros. Aqui, nada presta.

Onde já se viu um treinador sem passado assumir uma seleção brasileira?  Por isso estamos em crise, afinal, não seguimos o modelo alemão! Que começou, diga-se, com Klinsmann….  Ops.

E então, mesmo perdendo, é preciso dar sequência! Por isso que Dunga caiu em 2010, onde fez ótima campanha em 4 anos e uma boa Copa até os 10 do segundo tempo contra a Holanda.

Mas o que importa é vencer.

E então ele volta. Só vence, e então o que realmente importa é vencer e convencer. Desde que nos convença que é possível não vencer convencendo.

Ou desista. Porque estamos sempre lidando com uma paixão encubada pela seleção onde todos querem algo e fazem questão de dizer “nem se importar tanto “.

Nós adoramos a seleção. Quando ela ganha, é claro.

Fora Dunga! Você não pode calar nossa boca e nos deixar sem ter do que reclamar!

abs,
RicaPerrone

O combustível 7×1

Na minha cabeça os “7×1” nunca representaram nada além de um jogo muito ruim, uma tarde onde tudo deu errado e um desequilibrio emocional enorme de um time pressionado como nenhum time havia sido em todos os tempos.

Na cabeça de outros tantos, 19 jogadores que atuam na Europa e um treinador que acaba de passar 10 anos lá representam “os problemas do futebol brasileiro”. Eu, honestamente, não vejo nessa ligação nada além de oportunismo, sensacionalismo e superficialidade.

Mas começo a dar valor pros “7×1”.

Porque se ele será o argumento motivador que fará da seleção um time disposto a vencer, vencer e vencer para provar pro mundo que aquilo foi uma aberração, então que seja.

Esse time, que não perdia antes dos 7×1 e depois dele voltou a ganhar de tudo mundo, é insistentemente (e burramente) avaliado pelo dia ruim, nunca pelos outros 500 dias bons. Mas é Brasil, e é natural por aqui a paixão pelo fracasso.

Hoje, contra a França lá na casa deles, 3×1. Futebol melhor, posse de bola, toques rápidos, time compacto e competitivo ao extremo.

Estamos formando um novo time, tentando convencer quem não tem grande noção da realidade que aquilo foi um fato isolado. Mas estamos usando os “7×1” a nosso favor.

E se for este o combustível pro hexa, então que se repita todo dia pelos próximos 4 anos a frase mais mongolóide do país desde julho de 2014: “Gol da Alemanha!”.

abs,
RicaPerrone

A lista de Dunga

Não vou concordar nunca com 23 nomes de um treinador de seleção. Aliás, ninguém vai.  Mas Dunga é no mínimo coerente com seu grupo e costuma administrá-lo bem. Dessa lista de hoje, algumas ponderações.

Jefferson (Botafogo)
Marcelo Gröhe (Grêmio)
Diego Alves (Valencia)
Fabinho (Monaco)
Marcelo (Real Madrid)
Filipe Luis (Chelsea)
Danilo (Porto)
David Luiz (PSG)
Marquinhos (PSG)
Thiago Silva (PSG)
Miranda (Atlético de Madrid)
Luiz Gustavo (Wolfsburg)
Fernandinho (Manchester City)
Elias (Corinthians)
Souza (São Paulo)
Oscar (Chelsea)
Willian (Chelsea)
Firmino (Hoffenheim)
Neymar (Barcelona)
Philippe Coutinho (Liverpool)
Diego Tardelli (Shandong Luneng)
Robinho (Santos)
Douglas Costa (Shakhtar Donetstk)
[list icon=”undefined” icon_bg=”circle” ]Não vejo qualquer necessidade em chamar o goleiro do Valência tendo aqui o Victor.,Não acho absurdo convocar o Robinho. Ele está dando nome e peso ao ataque. Uma referência, mesmo que fora de campo.,Não concordo com a convocação do Souza.,Não faço idéia como anda Douglas Costa pra avalia-lo.,Michel Bastos tinha que estar nessa lista. É o melhor meia do país hoje jogando aqui.[/list]

Num geral, gosto da lista e do trabalho do Dunga. E não concordo em “montar time pra 2018” porque isso nunca funcionou e seleção não treina. Monta time pra amanhã, e vai mantendo. Quando tiver que mexer, mexa! Mas não dá pra prever time pra 4 anos.

abs,
RicaPerrone