Seleção Brasileira

Nocaute!

foto

Entre socos, pontapés e alguma vontade de ver o adversário no chão, o jogo desta noite não passou de uma prorrogação das quartas de final da Copa do Mundo.   A Colômbia não queria jogar um amistoso mas sim “se vingar” de uma derrota.

Neymar, que nada tinha com isso, apanhou o jogo todo. Do chão, mostrava desespero e pedia cartões que não eram sequer discutíveis.

Faltou futebol, sobrou pancadaria.

Ganhariamos por pontos a “luta” desta noite. Mas antes que pudesse encerrar o cronômetro, Neymar acertou uma em cheio e nocauteou o adversário.

Colômbia na lona, fim da luta!

Deu Brasil, de novo.

Sem muito o que avaliar, afinal, avalio futebol, não UFC.  Contra o Equador, se a boa fé alheia permitir, tentaremos ver futebol na seleção.  Hoje, rezamos por canelas e tornozelos mais do que por gols.

abs,
RicaPerrone

#SomosTodosComuns

É uma merda dizer isso, mas infelizmente a convocação do Dunga levou muito perto do que de fato temos de “melhor”.  E note que o que hoje é considerado melhor há pouco tempo estaria no patamar do “mediocre”.

Note também que muitos dos nossos craques não vingaram por culpa deles mesmos e que essa conta não cabe ser depositada no treinador, na CBF, na Globo ou em qualquer outro alvo fácil para se justificar qualquer coisa.

Na real, quando concordamos com a lista que fracassou na Copa e com a primeira após a Copa significa não que somos bipolares, mas que não temos mais tanta opção.

Chover no molhado é entrar no discurso vazio de que “não temos mais” isso ou aquilo, sem que ninguém consiga dizer exatamente porque. Mas não choverei nessa água.  Quero entender algo maior do que isso.

Porque nossos jogadores não são mais protagonistas? Ok, o nível mundial de “foras de série” diminuiu MUITO e hoje a seleção campeã, por exemplo, não tem esse puta craque no time.  Isso nos enfraquece, já que nosso jogo sempre foi muito mais técnico e individual do que coletivo.

Mas porque apenas Neymar é “o cara” no time dele, ao lado do Messi, enquanto os outros ou são apenas muito bons ou no máximo craques de times médios?

O Cruzeiro, líder do Brasileirão e atual campeão, não tem um fora de série. É a “Alemanha” brasileira. Jogam todos, pra todos, sem um fator de desequilibrio indvidual e previsível.

Mas se somos criados desde o primeiro chute na bola para desequilibrar, como agora dizemos pra nossos garotos todos que procuramos menos erros e riscos, e que tudo que ele fazia de melhor hoje é condenável?

Nossa geração de Robinho, Pato, Ganso e Neymar não conseguiu evoluir pra jogar junta. Mas aqui, quando juntos, deram um show de futebol recente pelo Santos que não sabemos repetir.

Eu concordo com quase toda a lista do Dunga.  Mas concordo porque o futebol me convenceu a aceitar menos brilhantismo e mais simplicidade em busca de errar pouco.

Essa seleção, que é pouco contestável, me faz imaginar uma partida contra outro time, formado por lúdicos “craques” nacionais como por exemplo Diego, Robinho, Ganso e Pato.  Que seja.

Em quem você apostaria seu dinheiro num jogo desses?

Eu sei. Eu também apostaria.

abs,
RicaPerrone

Culpa da CBF

A pior frase que existe hoje no Brasil é “culpa da CBF”.  Ela liberta todos nós de culpa, aponta um vilão que nunca vai se defender e nem virar o jogo, e ainda nos dá espaço para tirarmos o corpo fora e continuarmos incapazes de dizer “nós”.

Porque na real, quando vamos a fundo, o problema do futebol brasileiro está longe de ser “problema”.  São diversos problemas dos mais diferentes assuntos e das mais distantes soluções. Mas como é preciso pensar, acusar o golpe, assumir culpa e mudar, é mais fácil dizer “culpa da CBF”.

Eu não gosto da CBF. Mas eu sei que ela tem uma eleição e que os nossos clubes elegem e reelegem quem está lá simplesmente porque estão tão felizes quanto ela. Afinal, alguém tem que estar ganhando alguma coisa pra manter um sistema. É matemática simples.

O curioso e preocupante é que toda vez que dizemos  “culpa da CBF”, acabamos com a discussão e não vamos a lugar algum. Pois ela não vai se mexer, sabemos. E não é “culpa só dela” que estejam de acordo com o sistema atual 20 clubes da série A e mais 27 federações.

Quando uma geração inteira de sub 20 convocados em 2008 não chega a seleção principal, a culpa é da CBF?

Quando um empresário manda na base de um clube por trocar favores e dividir lucro com um diretor do clube, é culpa da CBF?

Quando a imprensa massacra um futebol bem jogado por uma derrota e impõe um futebol de resultado, é culpa da CBF?

E quando nós, torcedores e amantes de futebol, notamos que assistimos nosso time e ignoramos quase que por completo os outros e então percebemos que não gostamos de futebol e sim de um clube… é culpa da CBF?

A CBF liberta.

Quando o dedo vai na direção dela todo mundo se torna dono da tese que resolveria tudo, isento de culpa e cheio de “eu avisei” na cara.

Mas a CBF, meus caros, é apenas uma parte do problema. Sequer a maior parte.

Enquanto ela for culpada por tudo, vamos continuar patinando em soluções simplistas e mentirosas, tão hipocritas quanto os 200 comentaristas que passam o dia nas mesas redondas apontando dedo e não sugerindo uma solução.  Quanto a enorme parte das pessoas que não tem nenhum conhecimento comercial na vida e quer discutir os problemas de gestão de um campeonato.

Ou pior, quando ligamos a televisão e vemos as mesmas pessoas que acham nossos dirigentes “bandidos” e culpados pela nossa crise insinuando que a solução seja ser tão mafioso quanto alguns clubes europeus que a custo de crimes muito piores que os daqui, mantém grandes times fortes para disputar um campeonato que, veja você, reflete numa seleção ridícula e que não é parâmetro quando convém, como a nossa foi.

Estamos longe da solução. Mas muito perto de sentarmos em cima do problema e dizer, de novo: “A culpa é da CBF”.

abs,
RicaPerrone

Entrevista: Rogério Lourenço

Esse cara foi técnico da seleção brasileira por 2 anos e meio. Dirigiu a base do Flamengo por outro longo período e pode nos dizer melhor do que ninguém: É na base o problema?

Qual era sua relação com Dunga enquanto técnico da base da seleção?

Qual o problema do futebol de base no Brasil?

Porque os 21 jogadores convocados para o Mundial sub 20 de 2009 não chegaram a seleção principal?

E a mais divertida parte da entrevista: Histórias do Flamengo de 1992, com Djalminha e Jr Baiano aprontando todas nos bastidores.

Gostei do que ouvi. Muito mais objetivo e com argumentos do que o bla bla bla dá mídia sobre como deveria ser o futebol ideal.  Esse esteve lá, cuidou da base da geração que hoje poderia ser o time do Brasil.

Mas não vingaram.  Porque?

[ca_audio url_mp3=”https://ricaperrone.com.br/Podcast/RogerioLourenco.mp3″ url_ogg=”” download=”true” skin=”regular” align=”none”]

Ou, download aqui.

abs,
RicaPerrone

Sempre!

Minha profissão me tirou o “direito” de odiar Corinthians, Palmeiras e Santos. Me fez enxergar coisas boas neles e defeitos em meu clube.  Me mudou a perspectiva de ver futebol aos domingos  e quarta-feira, tal qual me “broxou” como doente fanático que um dia fui.

Eu não tenho o direito de cobrir futebol se eu me colocar naquele pedestal jornalístico de quem não sente mais o mesmo que você, e portanto te da aula de como você deveria se sentir. E tento manter isso de alguma forma.

A melhor que encontrei foi a seleção, único lado torcedor meu que não vai “desrespeitar” leitores porque estarei torcendo pro mesmo que eles.

Esse time de amarelo é a única coisa que eu ainda posso sofrer, xingar, amar, gritar, acompanhar e perder a razão como qualquer torcedor. E assim será até o último jogo que eu puder ver da seleção.

Talvez lhe pareça pouco profissional. E eu lhes digo que pra mim pouco profissional é tentar falar de futebol por profissão e não por paixão. Pois é de paixão que ele vive e ao perdermos isso para virarmos jornalistas perdemos, também, a propriedade sobre o que estamos falando.

Futebol é muito mais do que eu possa entender. Portanto não perco meu tempo tentando loucamente entende-lo para estar acima de você.  Eu sou como você. E chorei no Mineirão. Como vou chorar muito quando ganharmos em 2018. Como vou discutir com amigos, discordar, odiar um jogador e reagir exatamente como você enquanto eu puder torcer pra minha seleção.

Se escrevo num tom diferente da maioria é exatamente porque ainda subo a arquibancada, pago ingresso, não uso a credencial sempre e porque tenho um time pra torcer sem “poréns”. É a seleção.

Dunga é, hoje, meu treinador. E não importa qual seja, eu vou jogar a favor até quando puder. É o papel que eu escolhi fazer. Mesmo que te pareça papel de bobo.

Boa sorte, Dunga! Avaliações apenas após a primeira convocação e estréia. Não avalio trabalho de ninguém pela coletiva.

Que aliás, foi ótima.

abs,
RicaPerrone

Dunga, o prato cheio

É foda falar da volta de Dunga.  Não pela contratação em si, ainda nem confirmada, mas pela circunstancia bizarra em que acontece.  Na verdade tudo foi colocado de forma tão precipitada após o 7×1 que qualquer decisão que não fosse Leonardo e Caetano na diretoria e Tite ou Guardiola como treinador seria tomada como “errada”.

Dunga mexe em 3 lados de uma mesma história, mas que precisam ser muito bem separados.

O futebol brasileiro –  A seleção, no máximo, reflete alguma coisa do futebol brasileiro. Nunca foi termômetro de merda nenhuma pois ela só tem como ser a consequência de qualquer problema e não a causa. Não será um cara treinando um time de jogadores que atuam na Europa uma vez a cada 2 meses num treino escroto de 20 minutos que fará alguma diferença nos conceitos básicos do futebol brasileiro.

Se você realmente está preocupado com o nosso futebol e entende que precisamos mudar, entenda também por onde. Não é pela ponta do iceberg. A seleção é a mais tosca forma de avaliar este resultado já que os jogadores que lá estão não fazem parte do ‘futebol brasileiro’.

Portanto, com Dunga, Mourinho, Guardiola ou Joel Santana, nada disso teria qualquer impacto no futebol praticado no Brasil. E portanto, não seria nada além de um time europeu treinado de vez em nunca pra ganhar amistosos.

O treinador – Dunga merece?  Não. Não tem feito nada pra isso.  A vez era de Tite ou Cuca.  Mas Dunga fez um trabalho ruim na seleção?  Não. Nem mesmo o Alex Escobar pode dizer isso.

Ele venceu todas as competições que participou, goleou a Argentina 2 vezes, arrebentou nas eliminatórias e na Copa perdemos pra Holanda por meio tempo ruim e por falhas individuais que “acontecem”. Isso numa geração anterior a esta que era tão fraca ou pior do que essa.

Seu trabalho na seleção foi muito bom.  Mas ele não sabe lidar com a mídia.

A escolha –  A decisão de quem será o treinador não tem relação com o que eu ou você achamos do Dunga como pessoa.  Mas é óbvio que para o bom andamento da coisa é também importante que seja um cara que consiga dialogar com a mídia, se é que alguém no mundo ainda consegue ter uma relação não animalesca com a imprensa sendo técnico da seleção brasileira e carregando no ombro birras da mídia com a CBF transferidas pro campo de jogo.

Mas tendo que ser assim, Dunga não é o cara. Não porque brigou com o Escobar, mas porque não tem paciência, tem muita magoa da mídia desde 1990 e não é o tipo do cara que vai permitir festinha no treinamento. Sabe aquelas que toda emissora usa, entra ao vivo e quando perde diz que não concorda? Então. Essa aí.

O técnico da seleção não tem absolutamente NADA a ver com a renovação do futebol brasileiro. Isso diz respeito a base, dirigentes, clubes, diretorias e mentalidade. A parte tática é o último dos nossos problemas, ainda que seja um deles.

A conclusão?

Que Dunga pode até ser o cara certo mas na hora errada. Que é um cara que não devia ser escolhido pelo momento e não pelo que foi feito quando lá esteve.  A idéia de colocar alguém que confronte brutalmente a mídia num momento desses é uma estratégia de marketing estúpida justamente na hora em que, mesmo perdendo como perdeu, o povo se reaproximou da seleção.

É um anúncio infeliz. Que eu não faria. Mas que não faria pela situação, não pelo trabalho que Dunga entregou até 2010.

E se for confirmado na terça, desejo sorte. A ele, a quem for fazer dos próximos 4 anos um inferno a cada amistoso e aos idiotas que farão disso motivo pra torcer mais ou menos pela nossa seleção.

O que tem de bom nisso tudo?

O fundo do poço é o exato momento em que você coloca os pés no chão. E é dali que você dá impulso pra subir de volta. Talvez estejamos colocando o pé e sentindo o fundo do poço.

Talvez.

Abs,
RicaPerrone

Riscos desnecessários

A CBF é comandada por pessoas tidas como “malandros” por diversas denúncias disso e daquilo que nunca dão em nada.  Mas se tem uma certeza que carrego comigo sobre a CBF é que de malandros eles não tem nada. Pelo contrário, são de inteligência bastante duvidosa.

Tudo que a mídia queria ver hoje cedo era um nome que os agradasse e portanto pudesse trabalhar em paz. Um cargo conquistado por merecimento, não pelo risco de uma aposta.

Eu não tenho nada contra o Gilmar. Não sei como será seu trabalho e não vou detoná-lo a troco de nada. Boa sorte pra ele. E só.

Mas a CBF, se fosse um pouco malandra teria colocado Brunoro, Leonardo e Rodrigo Caetano na mesma mesa hoje e dado um prato vazio pra imprensa comer. Seria uma forma de transformar frustração em expectativa. Uma maneira de dizer que “mudou”.

Mas não.

Ainda colocam um cara que era empresário, que por mais que eu duvide que esteja lá com qualquer má fé, sempre haverá alguém de microfone na mão pra fazer insinuações e de véspera rotular alguém que nem sabemos se é o caso.

A CBF tem todos os defeitos do mundo. É o reflexo dos nossos clubes, tal qual a seleção brasileira.  E por isso, talvez, justifique sua falta de inteligência na hora de administrar crises e situações.

abs,
RicaPerrone

Um gringo para nos salvar

Imagine você que o Brasil vive a maior crise de identidade da história de seu futebol.  Que  não sabemos mais exatamente quem somos, como jogamos, porque pioramos, onde falhamos.

Quer dizer. As pessoas não sabem muito bem, só os jornalistas, autores do conceito que estragou tudo e que hoje querem regrar como corrigir.

Mas enfim.

Vamos buscar num Guardiola ou num Mourinho a solução.

Que puta absurdo!

A seleção brasileira é a consequência de um futebol, não a base dela. Se mudar a cereja do bolo, alguém realmente acredita que o bolo todo vá se transformar numa massa melhor?

Se é técnica a crise, conceitual e da base, o que adianta pegar um treinador europeu e mandar ele comandar 23 jogadores brasileiros que já atuam na Europa e que não tem nenhum envolvimento com o nosso futebol?

Qual o sentido dessa tese? O Mourinho faz a seleção jogar igual o Real Madrid e…?  E a base do Vasco? E o problema dos garotos que saem com 14 anos e viram robôs de esquemas táticos e não mais nossos talentosos meias?

Vamos chegar a um acordo. O que queremos é retomar a condição de diferenciados ou nivelar e fazer simplesmente o que todos fazem? Eu não torço pra time que faz o basicão. Não nasci pra aplaudir o “comum”.

Se queremos Brasil de volta, então que se arrume a base, os clubes e a CONSEQUENCIA disso será uma seleção melhor e mais preparada.  Em termos. Afinal, jogam todos fora. E assim sendo, se der certo, também vão dizer que é pela maturidade que a Europa lhes deu.

Cadê a maturidade dos 17 europeus chorando a cada jogo?

Vamos parar de babar ovo, por favor.  O que precisamos mudar é aqui dentro, não indo buscar um treinador para cuidar de jogadores que já atuam com ele num time onde sequer ele terá treinamento pra dar. Que diabos ele pode nos passar se nem treinar ele vai?

Menos bla bla blá, mais coerência nas escolhas.

Guardiola, Mourinho. Tanto faz.  O que precisa mudar é o treinador da base do seu clube. Ou o comando da CBF, que lembre-se, é eleito e reeleito pelo seu clube ano após ano.

Então, antes de sairmos jogando pedra onde o problema aparece, note que estamos bem mais próximos e em condição de cobrar de onde ele realmente surge.

A cobrança tem que ser jogo a jogo, por ingressos baratos, futebol de qualidade, treinadores sérios e revelações da base não queimadas pela mídia no primeiro gol perdido.

Um novo futebol passa, também, por uma nova mentalidade de quem forma a opinião dos torcedores.

São tão velhos e ultrapassados quanto Felipão, Parreira e outros tantos. Só que o microfone é nosso, não deles.

Mudem todos. E pela raiz. Pelos galhos não adianta nada.

abs,
RicaPerrone

Burro!

Felipão tem 65 anos, a idade do meu pai. Poderia ser meu pai.

É tecnico de futebol há muitos anos e não há qualquer exagero em citá-lo como um dos maiores vencedores da história do futebol brasileiro.  Não há qualquer contestação sobre a importância deste sujeito ao nosso futebol quando se coloca o cara no auge da história de clubes como Grêmio e Palmeiras, além de um título mundial pela seleção.

Dizem os mais “entendidos” que ele não foi bem na Europa.  Meu Deus! O que é isso? Ele pegou uma seleção que sequer se classificava pra Copas, levou ao quarto lugar de uma, a final de uma Eurocopa e foi o cara que mais treinou a seleção portuguesa em sua história.

É um ícone por lá.

Mas não. Ou ganha, ou ganha. Seja com o Criciúma ou a seleção brasileira. Só importa ganhar.

Ops, mas com o Criciúma ele ganhou uma Copa do Brasil.

Aliás, ganhou outras 3.

Felipão pode ou não levar sua simpatia e aprovação.  Mas seu respeito, é o mínimo.  Um trabalho ruim não pode tornar 30 anos de incontestável capacidade numa porcaria.

Se é assim que tratamos nosso futebol e seus protagonistas, de que estamos reclamando afinal?

Que saia, que se aposente, que assuma um clube ou que vá vender cachorro quente na praça em Porto Alegre. Mas que seja sempre lembrado e tratado, no mínimo, como um ídolo respeitável.

Porque se realmente passa pela cabeça de alguém que sentado numa mesa com um microfone ou um computador na frente sabe mais que o Felipão, é oficial:  Há um burro em pauta.

abs,
RicaPerrone