2×0

Wallace, o zagueiro

Não passa pela minha cabeça tirar do torcedor o “direito” de achar um jogador bom ou ruim. Na real eu nem acho o Wallace um jogador incontestável, longe disso. Meu ponto vai no mesmo motivo que me faz detestar alguns jogadores.

Wallace não é diferente porque lê. Nem porque fala bem ou porque se posiciona contra o PT. Wallace é capitão porque é um raro jogador que hoje em dia volta pra casa e sente o resultado.

Wallace sente vaias, sente derrota, se incomoda e briga contra.  Se com falhas, se em má fase ou não, eu vejo clubes procurando “Wallaces” para seu grupo entendendo que não cabe mais a liderança de fanfarrões pouco profissionais.

Talvez você o considere o pior zagueiro do mundo, e é normal que cada torcedor selecione seus idolos e vilões.  Mas no futebol de hoje eu pensaria muito antes de romper com um capitão que assiste VT, se preocupa com o time, busca melhorar, se incomoda com vaias e que não vai ao pagode com o “bonde” após uma derrota.

Wallace não tem a técnica que muitos gostariam que ele tivesse, mas tem um respeito pelo clube e pelo que faz que a enorme maioria não tem.

Vaiem Wallace. Toda vez que ele errar, vaiem! Jogar no Flamengo é isso.  E talvez Wallace seja um dos poucos caras que entendem o que é jogar no Flamengo.

Nem só de técnica vive um grupo vencedor. Wallace é fundamental ao Flamengo há mais de 2 anos. E talvez eu não me refira a zaga apenas.

O Wallace, diferentão, você lê aqui! 

abs,
RicaPerrone

O Fla, o Guerrero, o Galo… a Liga!

Achei que não chegaria nunca mas finalmente a bola voltou a rolar. Já estava cansado de ver jogos que não me dizem respeito.

Cansado estava Guerreiro, meses sem marcar. Cansado de ouvir, de esperar, de saber que uma hora ela entraria. Entrou.

Os atleticanos, cansados de ver o time reagir a situações inacreditáveis, hoje, não puderam nem acreditar. O time cansou.  Um segundo tempo onde o Flamengo jogava em outro ritmo, outro nível.

Muricy começa a montar um Flamengo fácil de entender. Se Wallace e Juan são lentos e não podem ficar num contra-ataque, então o Flamengo tentará não ser contra-atacado.

Já cansei de dizer que não gosto do futebol do Muricy, mas ele trabalhou perto de mim tanto tempo que aprendi a entender a lógica que ele aplica nos times de futebol.

O Flamengo terá um ou dois jogadores rápidos puxando contra-ataque, não terá a bola o tempo todo, e nem vai pra cima expondo a defesa.  Será um time que se posta atrás e sai rápido, não um time que avança em bloco tocando bola.

E mesmo tendo jogado muito mais no segundo tempo, os lances principais são exatamente de retomadas rápidas de bola.  É isso que o rubro-negro deve esperar.

O Galo, cansado, não voltou do intervalo.  Só posso acreditar numa questão de ordem física para a apresentação do segundo tempo.

Mas por mais que eu tente dizer o que vi da partida, analisar os dois times e ponderar atuações, nada é mais prazeiroso na noite de hoje do que ver 30 mil pessoas recebendo a estréia de dois times grandes que organizaram seu campeonato sem recuar.

Nesta noite o CAP venceu, o Flamengo venceu, o Inter empatou, mas na real… tanto faz. Ganhamos todos!

Eu não sei o que vai dar, eu nem acredito que tenha sido bem organizada, mas é o único movimento de fato para algo novo. Entre mil manifestações e uma ação, fico com a ação sempre.

Parabéns aos clubes pela Liga! Nós merecemos.

abs,
RicaPerrone

Flu encontra forma de jogar. SPFC segue irregular

Previsível.  O SPFC ou chegaria ao Maracanã atropelando o Fluminense, ou estaria cochilando em campo esperando o adversário ganhar o jogo.  O Tricolor paulista oscila entre esses dois cenários ha algum tempo.

E no Maracanã o Fluminense encaixou o jogo, o SPFC deu uma bela descansada em campo após dias de muito treino, e o resultado veio naturalmente.

Longe de ter visto o Fluzão fazer algo incrível, o time foi mais organizado pela lógica do Batista. Afinal, tem coisas que são lógicas e só gente com muita vontade de ser gênio se recusa a fazer.

Gérson no meio, homens rápidos nas pontas, qualidade na saida de bola, Fred pra resolver. Tá resolvido! Fluminense 2×0.

Ainda não tem um futebol pra convença, mas tem um time onde todo mundo rende. Meramente porque jogadores rápidos estão abertos, lentos e técnicos estão no meio e o time não precisa mais tentar atacar em velocidade com o Gérson puxando contra ataque de ponta direita.  Não é “genial”. É o simples.

O São Paulo comete erros bobos quando escalado.  Luis Fabiano, que parece estar fazendo um sacrifício em entrar em campo, é uma escalação equivocada.  E sem Michel Bastos sabemos que o SPFC fica travado dependendo muito da boa vontade do Ganso, que convenhamos, não é algo pra se contar com ela.

Resultado é justo embora o jogo tenha sido ruim.  O Fluminense teve, ao menos, uma forma clara de jogo e foi organizado em suas ações. O SPFC parecia esperar uma bola.

Ela até veio, mas caiu nos pés do Luis Fabiano  que, de férias e ainda em campo, não conseguiu fazer nada com ela.

Segue o barco, até porque, sabemos, os dois querem mesmo é a Copa do Brasil.

abs,
RicaPerrone

Tá na cara

É preciso pouca sensibilidade pra olhar em volta e perceber algumas coisas. Enquanto discutirmos tática, modernidade, estrutura, cbf e a puta que pariu, vamos passar batido pelo que de fato tem sido determinante nas dezenas de passes de 3 metros que erramos.

Convenhamos, se todos eles jogam no brilhante futebol europeu, o fato de errarem passes toscos de 3 metros não diz respeito a qualidade deles, nem a questão tática. Algo além disso ronda a seleção.

Olhe pro Chile.

O time entra sorrindo, a torcida vibrando, a imprensa gritando, os jogadores mordendo os lábios para fazer história.  Isso se chama confiança e, mais do que isso, desejo.

Qual o desejo do chileno? Fazer história.

Qual o desejo do brasileiro? Evitar vexames.

Eles entram sérios, tem medo de arriscar, fazem o mínimo possível pra não ter “culpa” numa eventual cagada. O Brasil entra em campo pra não perder.  Entra pra se defender.

Não do Chile! De mim, de você, de todos nós. A seleção pega o avião da Europa pra cá de cara fechada. Porque deixam seus clubes onde são ídolos pra vir aqui ouvir que são fracassados, a pior geração e que vamos perder.  Pra serem atrelados a dirigentes e questões políticas.

Qual o sentido de estar na seleção?

Servir seu país, ser amado, aplaudido, ter a chance de escrever história e ser notável.  Qual é a realidade imposta pra eles hoje? Venha ser vaiado, cobrado, ofendido e ouse não jogar bola pra ver o que te acontece.

Essa é a nuvem que carregam sobre eles.  Está uma merda ser convocado pra seleção. Está uma merda torcer pra seleção. Está uma merda discutir todo santo jogo do Brasil com centenas de jornalistas estúpidos e torcedores adestrados sobre se devemos ou não torcer pra seleção.

Ora, meu Deus! Que dúvida é essa?

A mesma que um deles tem quando olha pra bola e pensa em partir pra dentro. “Eu? Nem fodendo! Se eu errar sou um lixo e dependemos do Neymar”.

Do lado de fora só tem tiro voando. Ninguém vai botar a cara pra fora.

Erros táticos, técnicos e o escambau se justificam com treinamento, convocações e métodos. Erros de 3 metros de jogadores mundialmente consagrados, não.

Jogamos muito mal. Mas eles não jogam só isso. E todos nós sabemos disso.

Armas no chão, senhores. Ou terça-feira será pior, pois será literalmente na casa do nosso maior inimigo: o Brasil.

abs,
RicaPerrone

O sonho continua

Se a meta era G4, o Flamengo chegou a atingi-la. Quando “dobrou a meta”, se perdeu um pouco e entendeu que sua briga é por vaga, não por título.  Hoje, com os pés no chão mais uma vez, jogando com muito esforço porque sabe que é limitado ainda, o Mengão pode dizer que segue firme na briga.

São 2 pontos neste momento (13h de domingo) para o G4. Sim, o Flamengo é candidato a essa vaga.

Embora não tenha feito um grande jogo, correu muito, criou e venceu com méritos e tranquilidade, apesar do placar não ser tão elástico.

Guerrero segue com dificuldades, o time sem Sheik perde referência, mas ganha mobilidade.  As boas jogadas saem quase sempre com espaço, num time que hoje é muito mais interessante ao contra-atacar do que atacando.

Com Guerrero e Sheik juntos, ao contrário, o time agride melhor quando vai com mais calma. Essa variação na forma de jogar com competência é muito boa porque o Flamengo mostra mais de uma arma.  Hoje o banco do time não é exatamente só pra repor mas sim pra mudar as características do jogo.

53 mil pessoas, contra o Joinville, sem promoção, vindo de derrotas. É difícil não fazer uma citação ao menos, por mais irritante que seja aturar os infiéis de outros clubes que não suportam constatação de fatos quando não lhes convém.

O G4, embora próximo na tabela, ainda é uma conquista distante. E acredite: É melhor o Flamengo tendo que buscar o G4 do que tendo que segura-lo.

abs,
RicaPerrone

Salvador

Com o gol, salvou o time, o ingresso e o pescoço de Ronaldinho e Gérson, que tiveram atuações horrorosas no Maracanã.  O jovem Scarpa é um dos menos “empolgantes” novatos do clube tecnicamente e, veja você, foi o autor do mais belo gol de todos eles.

De útil e tático a “decisivo foi Scarpa. De decisivo a “volante tático” foi Cícero.  E de gênio a peso morto, Ronaldinho Gaúcho segue de férias mesmo em campo.

Um erro escala-lo, outro insistir nisso. Eduardo acabou de chegar, quer testar, pois bem, está testado. Ronaldinho não está apto para jogar futebol em alto nível. Se é físico, psicologico ou mera vagabundagem, só ele sabe. Mas em campo, um a menos.

Foca no gol.

Foi só isso.  O Fluminense fez outro jogo ruim, especialmente no primeiro tempo, onde o time ficou parado cada um em sua posição esperando a bola.  Gérson, Fred e R10 fica complicado esperar movimentação. Fácil de marcar, dependente de uma jogada isolada, o Flu está longe de competir em alto nível de novo.

As entradas no segundo tempo de Oswaldo e Marcos Junior deixam isso claro não exatamente pelas suas atuações, mas pelo fato de terem o mínimo de vontade de buscar um espaço em campo e expor o quanto são nocivos, hoje, nesse esquema, Gérson e R10 juntos do Fred.

Fred que, mais uma vez, fez a parte dele. Tirou lá atrás, marcou o dele, empurrou o time e até brigou com a torcida pedindo aplausos. É um capitão invejável.

Mas vamos falar do gol. É o que tiramos desta noite no Maracanã.

Um surto de genialidade do menos genial dos garotos que o Flu inventa na fábrica de Xerém.  É dele o lance que separa Fluminense e Goiás na noite de hoje e, por consequência, coloca o Flu de novo numa situação ainda não tão dramática no campeonato.

Scarpa é um garoto que se mexe, já atuou em 3 posições diferentes e que num momento difícil do jogo puxou pro “pé ruim” e fez o gol.

Quantos jogadores de 30 e tantos anos caem sentados quando a bola vai pro pé errado?

Talvez Scarpa não seja o “menos genial” dos garotos do Flu. Talvez seja o mais moderno, o que tenha entendido melhor o jogo e suas novas cartas.  É rápido, versátil, tem qualidade e joga pro time.

Um time que depende tanto de um lance individual, veja você, quem diria, voltou a vencer num lampejo de brilhantismo de um de que privilegia o simples.

E o futebol é simples.  Mesmo quando genial.

abs,
RicaPerrone

É o juiz!

Se te conforta, é o juiz!

Eu juro que compreendo que é muito difícil enxergar méritos num adversário e ainda mais cogitar a idéia de copia-lo.  Eu já fui só um torcedor sem ser obrigado a ver o futebol por outro ângulo e também estaria procurando um erro do árbitro a cada vitória do Corinthians.

Mas já são quase 30 jogos, uma liderança pouco ameaçada, um futebol constante, intenso, bem definido e muito bem jogado, embora não seja espetacular pra muita gente.

Eu acho espetacular o Renato Augusto e o Jadson trocando passes. Acho o Elias um jogador espetacular. Acho que ver um time construir mais de 80% dos seus gols em lances trabalhados espetacular.

Mas eu entendo que pra muita gente o espetáculo é malabarismo. Até pra esses, hoje, Jadson deu seu show.

Mas você ainda pode achar que é o juiz.

Talvez o fato de ter trocado 464 passes no jogo com 83% de acerto e ter cometido apenas 8 faltas em 90 minutos lhe pareça detalhe. Talvez os 14 chutes a gol contra 6 do adversário também sejam irrelevantes.

Quem sabe os 17 dribles contra 8 do adversário mudem seu conceito de pragmatismo. Ou, talvez, ainda lhe pareça ser só o juiz.

Pode ser também que as 41 entradas na área adversária com a bola dominada sejam acaso. As 22 do Santos, azar.

São 4 derrotas em 27 jogos.

Mas se te conforta, e eu entendo, insista: É o juiz!

abs,
RicaPerrone

… F!?

A frase mais dita no Rio de Janeiro na última semana foi: “deixou chegar, fodeu!”. E de bar em bar ela se propagou como uma verdade absoluta e assustadora que colocaria o quase rebaixado a quase hepta.

Sim, eles acham que serão heptacampeões em 2015.

Talvez eles tenham ainda alguma timidez em demonstrar publicamente tal “delírio”, mas ao ver Luiz Antônio colocar aquela bola no angulo, não teve um rubro-negro vivo que não fez um calculo maluco na cabeça onde o Corinthians perdia loucamente e o Flamengo, embalado, ganhava quase todas.

Era mais do que um sonho. O hepta pra eles já é uma realidade.

Não chegaram no G4. Arrombaram a porta com dois gols espetaculares num dia de atuação ruim. Veja você, quem diria?  Eles. Eles sempre dizem.

Nós é que não acreditamos, teimamos com a lógica deles, os consideramos meio malucos que vivem num universo paralelo. Enquanto entendemos que 51 – 38 é igual a 13, eles entendem que é um tropeço aqui, uma derrota óbvia ali e “tamo lá!”.

Duvida?  Infiél!

É irritante não ser Flamengo, especialmente em sextas-feiras como essa.

Deixamos chegar. Resta saber se F….

abs,
RicaPerrone

Tá bom, eu falo!

É o que há de mais irritante na vida de quem trabalha com futebol.  A rodada termina, tem golaços, jogos incríveis, resultados polêmicos, erros de arbitragem e… “você não vai falar nada do roooooubo…?”.

E eu normalmente nunca falo. Porque? Porque no dia que eu achar que é roubo eu sou maluco de fazer o que faço.  E no dia que eu achar que você, torcedor, friamente, acha que tudo isso é armado, eu perco o respeito por você. Afinal, só um tremendo imbecil perderia a calma e a noite de quarta-feira pra vibrar e torcer por algo armado.

Partindo do princípio que você é inteligente, eu não sou irresponsável e que os arbitros do futebol mundial são caixas de banco de segunda a sexta, os erros se tornam normais. A favor dos times de maior torcida, mais ainda, pois a pressão do erro é maior. E quanto melhor estiver um time na tabela, mais ajudado ele será, meramente porque ganha seus jogos e assim sendo só se nota os erros quando ele venceu.

Em 2012 eu não concordei com a “CBFlu” do Galo. Porque? Porque você também não concordou. Mas porque não foi contra você, principalmente.

Eu entendo a canalhice que há dentro do torcedor quando ele passa a amar um clube. Somos todos assim, só enxergamos 11 cones e nossa camisa do lado de cá. É sempre contra nós, somos contra tudo e todos, a mídia nos odeia, nós sempre perdemos jogos no fim, etc, etc, etc.  Na real, é só você olhando pro seu time como TODOS os outros olham os deles.

Na cabeça do corintiano, saiba, o Fluminense virou a mesa 2 vezes e é o time mais “sujo” do país.  Na do Tricolor, hoje, o Corinthians é o time mais ajudado do mundo. E segue o jogo

Não tava impedido!

Se isso faz da sua noite tão mais feliz, tricolor, eu digo de novo:  Ele errou! Não tava impedido!

Quer mais uma?

O que cabe a mim é afirmar que não houve impedimento e em seguida perguntar: Será que são erros de arbitragem que fazem o Fluminense jogar mal há mais de 10 jogos e perder 7 dos últimos 9 jogos?

Se você acha que sim, pouco temos a conversar. Se não, volte amanhã, mais calmo, onde poderemos discutir inclusive a irresponsabilidade de um presidente que prezo, como Peter, de ir na rede social jogar o imaginário popular contra algo que ele mesmo ergue orgulhoso em dezembro quando “ninguém erra contra”.

Pronto, tá falado sobre “o impedimento”.

abs,
RicaPerrone

Os macacos e a árvore

Embora não seja mais tão incomum olhar pra cima e ver um “Tatu” pendurado numa árvore, sabemos que ele vai cair dali assim como sabemos que alguma situação incomum o colocou lá.

Soa temporário.  Incomoda, mas não assusta. Uma hora a árvore estará lá sem ele.

Quando olhamos pra cima e vemos um macaco na árvore, soa mais natural. E mais do que isso, temos a impressão de estarmos de frente para o verdadeiro dono da árvore.

A natureza quis assim. A história atrelou macacos e árvores. Quem sou eu pra estranhar ele brincando de galho em galho?

 

Passam os anos, mudam as estações, mas são sempre os macacos que acabam dormindo na árvore.  Mesmo que as vezes dividam espaço com algum intruso, o lugar é meio cativo.

O Grêmio não tem um timaço.  Sequer entrou na lista de qualquer especialista antes da bola rolar como um dos favoritos, porque de fato não era.

E aí a bola começa a entrar. Uma vez, duas, três, e lá está o Grêmio dando seta.

Até que se chega num ponto onde os olhos que se negam a enxergar são colocados em situação constrangedora. Ou você nota ou ele te atropela.

E é hora de notar.

Eu não sei te dizer ao certo se temos um Guardiolla nascendo no banco, 5 neymares no elenco ou apenas uma fase onde tudo dá certo. O diagnóstico é precoce, embora possível.

Sei que a árvore ganhou um macaco.  E que macacos podem viver na árvore, ao contrário de tatus.

É hora de começar a respeitar quem já está pendurado lá em cima.

abs,
RicaPerrone