Maracana

Religiões

Por Deus! Como é embaraçoso escrever este post após a final do carioca 2014.  Tudo que prego é que num momento de alegria se fomente a paixão e ignore a derrota para, amanhã mais calmo, tocar na ferida sem que machuque tanto.

Faria, hoje, um texto exaltando o Flamengo e seu incrível poder de reagir e frustrar quando ninguém espera. Mas já fiz uns 20 desses, seria “mais um”. Seria também injusto com o vascaíno que não se conforma escrever linhas ignorando o fato de ter sido irregular o gol que mudou a história.

E que história.

De um Vasco melhor em dois jogos, a 2 minutos de colocar o rival em crise “sem nada” e sair de um buraco fundo mesmo que por algumas semanas apenas.

O campeonato carioca não valeu nada durante meses. Até os 30 minutos do segundo tempo deste jogo, não valia nada.

Douglas fez o gol num raro pênalti incontestável para um Flamengo x Vasco.  Não há pênalti incontestável em Flamengo x Vasco. Mas até isso teve hoje.

E então, aos 30 do segundo tempo, o vascaíno passou a entender aquele título como a coisa mais importante da década. E o rubro-negro, vendo sua piadinha do “vice” acabar e crise se instalar na Gávea novamente, passou a comer unhas como quem sai de uma Libertadores.

44, acabou!

Zagueiro no chão, escanteio. Não pode ser cera. Se for, demita-o!  Bola na área, lance complicado, bate na trave, volta, dois empurram, gol do Flamengo.

O bandeira diz que não viu nada. O arbitro nem poderia. Está feito.

O Flamengo é mais uma vez o clube do imponderável, do inacreditável, da vocação cinematográfica incomum para grandes jogos. E o Vasco, “vice”, olha e nem nota que havia impedimento.

Pela tv, segundos depois, são informados que o gol que lhes tirou o até então merecidíssimo título carioca não era legal. Enquanto começavam a se lamentar, o Rio de Janeiro era tomado por gritos e camisas rubro-negras que até ontem não se importavam com o estadual.

Hoje se importam. Óbvio, por um momento assistindo ao jogo até eu achei que valia.

Vascaínos não podem ignorar o erro que, hoje, lhes determinou um resultado negativo sem chances para recuperação. Nem podem os rubro-negros fingirem não achar graça da desgraça alheia.

Se fosse rubro-negro, agradeceria a todos os santos e orixás pelo imponderável que o acompanha.

Se fosse vascaíno, com absoluta certeza não acreditaria em qualquer força oculta vinda de nenhum ser inexplicável para “nos ajudar” quando muito precisamos.

Todo vascaíno tem o direito de ser ateu. É compreensível, quase lógico.

Eu seria.

abs,
RicaPerrone

“Sem vergonha”, não!

Eliminações geram alucinações.  Hoje, neste exato momento, minutos após o jogo, centenas de rubro-negros estão jurando “nunca mais torcer pra essa merda!”, outros milhares menos radicais que “cansaram de se iludir em Libertadores”, e os restantes que “foda-se o estadual”.

Amanhã estarão no máximo discutindo um lance ou outro e no domingo serão todos novamente apaixonados pelo clube e farão do “foda-se” uma grande alegria em caso de vitória e uma enorme crise em caso de derrota.

“Isso aqui é Flamengo”.

E o Flamengo não tem um grande time. Está prometendo pouca coisa, andando com pés no chão e ao contrário do que sugere o título épico da Copa do Brasil, não é um time favorito a nada.

Menos ainda a Libertadores.

“Onde erramos?”, pensam os rubro-negros nesta noite de pouco sono.

E talvez, hoje, após 90 minutos esclarecedores, seja difícil enxergar.  Mas a verdade é que quem não errou foi o León, que em 2 jogos mostrou ser indiscutivelmente melhor time que o Flamengo.

A eliminação é justa, um tanto quanto “normal” pelo time que tem e também pouco surpreendente pela camisa que veste.  Flamengo é o que faz milagres quando não dá e quando dá.  Hoje, dava.  Não deu.

Daí a ser um “time sem vergonha”,  merecer protestos e uma “crise” por ter sido eliminado na primeira fase de um grupo não tão fácil, acho exagero.

Tem erros, vilões, coisas a repensar. Mas não trata-se de “um time sem vergonha”.

De um “time comum”, talvez.

Não é sempre que a camisa vai conseguir esconder o que de fato há dentro dela.

abs,
RicaPerrone

Acéfalos

Ah, o charmoso estadual do Rio.  Para míseras 12 mil pessoas, cobrando entrada de cinema em sala VIP a mais barata das entradas, numa fórmula estúpida de um torneio falido.

Quem será o gênio que decide isso?  Não mais inteligente que quem assina e concorda, diga-se.  Ou, daquele que assina, concorda, vê a merda que fez e cobra caro pra que mais gente vá cheirá-la.

É inacreditável.

Mas teve jogo. E o problema persistiu. Se faltou cérebro pra quem o organizou, idem pra quem o disputou.  Muito atacante, volante, pouca gente que sabe jogar futebol.

Douglas e Conca.  Simples: Marque-os e teremos um festival de bicos pra frente e cruzamentos.

São as únicas duas peças de armação em campo. Num jogo de decisão, com cara de coletivo, futebol de muito mais tensão do que qualidade.

Melhor pro Flu, é claro. Joga pelo empate a próxima.  Mas o Vasco não jogou mal. Ao contrário, acho até que melhor que o Tricolor.

Fez o gol de empate numa jogada onde os 3 que entraram no segundo tempo tocaram na bola. Prova que Adílson mexeu bem, e também que escalou mal. Escolhe aí.

Todo espetáculo feito para um público cai de nível quando não tem o público. É um circulo, não acaba. Sem qualidade, sem público. Sem público, pior a qualidade.

A roda vai travar e virar ao contrário se conseguirmos encher o estádio a 10 ou 20 reais. Não esperando que o Pedro Ken passe a jogar a bola do Juninho.

Mas pra entender essa lógica é preciso mais do que “um meia de ligação”. Dentro e fora de campo.

Um Vasco e Fluminense para esquecer, ensinar e rever.

abs,
RicaPerrone

Eles entenderam

Foram muitos anos sem para criar saudades.  Fracassos para gerar interesse. Um sufoco danado pra alimentar a paixão. E apenas 6 jogos pra criar intimidade.

Botafogo e Libertadores não falam a mesma língua.  Nunca se entenderam bem, mal se olhavam.  Ao confirmar o encontro para 2014 o inevitável pessimismo nos levaria a crer que “eles não sabem jogar Libertadores”.

Como que por instinto, nos surpreendem.

Longe, bem longe, de jogar um grande futebol. Como se a Libertadores fosse um torneio de futebol…

Aqueles que nem iam agora vão. E lá, ao invés de cobrar, empurram.  Entendem que o sufoco desnecessário é, as vezes, inevitável. E se uma vaia puder ajudar a atormentar um dos inimigos, cá estou para vaiar.

Sofrido, suado, quase injusto.  Foda-se.

Ninguém convidou o Botafogo para um espetáculo artístico com a bola, nem mesmo uma campanha monótona de pontos corridos em busca de  regularidade.

O chamaram pra guerra.  Pra um confronto de camisas, pontapés, divididas e, também, futebol.

Talvez hoje, como há alguns jogos, tenha faltado o futebol.  O resto, não.

Nem mesmo torcida, marca registrada do pós jogo do Fogão, está em pauta. Foram 26 mil, não é muito. Nem pouco.

São suficientes, desde que entendam o que foram fazer lá.

Hoje, quando a bola do Independiente começou a rondar a área do Botafogo a torcida tinha duas escolhas.  Cobrar um futebol melhor ou empurrar a bola pra longe com eles.

Escolheu certo.

E no final, onde tudo poderia insinuar uma vaia, ouviu-se uma explosão.   Não teve “eles”, “nós”, “vocês”.

“Vencemos!”

Eles já entenderam tudo.

abs,
RicaPerrone

Quem não arrisca…

É como um jogo de xadrez. Você posiciona as peças e indica através de seus movimentos se quer atacar ou se defender a cada jogada.

Vasco e Fluminense entraram em campo com times parecidos na formação tática.  Jean não era bem um meia, nem Pedro Ken. E com os dois times atuando com praticamente 3 volantes e um armador, o Vasco fez 1×0.

Jogo bom, podia ter saído pra qualquer lado.

Só que uma grande vitória custa um pouco mais caro do que o mínimo possível.  Quem tinha que ganhar hoje era o Vasco. Pro Flu, o empate bastava pra se manter com a vantagem do empate nas semifinais.

Quando troca Diguinho por Biro-Biro, Renato dá o recado de que vai pra cima buscar o empate.  E em questão de minutos, consegue.

Dali pra frente, onde o Vasco tinha em Everton Costa seu melhor em campo, fica fácil imaginar que se alguém teria que ousar mais era o time do Adílson.

Pois o Flu continuou com 3 atacantes e o Vasco, trocou Everton por Thalles.

O time que parecia precisar do gol era o Flu.  Mas não era.

Adilson, de novo, prejudicou o Vasco com substituições erradas e falta de ousadia.  Se for pra morrer, morra atirando.  Sair do campo com os mesmos 3 volantes ali e ainda ver uma substituição aos 44 que saca um atacante e coloca um meia é debochar da lógica.

E então, ela venceu. Deu a lógica.  O Fluminense sai em vantagem para a rodada final.

abs,
RicaPerrone

Cobertor de pobre

Dizem que “cobertor de pobre” é aquele que quando cobre a orelha, escapa o pé e vice-versa.  Pois bem, nada define melhor o Flamengo desta noite.

Era o jogo mais fácil e sim, era pra ganhar. Não passou pela minha cabeça durante o dia um resultado que não fosse uma vitória fácil e talvez até folgada.  Me enganei.

O Flamengo respeitou o Bolivar muito mais do que ele merecia no primeiro tempo e por isso ficou no zero a zero.  Sabia, de alguma forma, que era mais seguro a cautela por um gol do que o risco do jogo franco.

Até a bola entrar. Aí, não mais em suas mãos, a decisão de ir pra cima ficou óbvia.  E em questão de minutos o Flamengo fez 2×1 e entendeu que se tivesse ido pra cima, teria vencido sem dificuldades.

Minutos depois, com o Maracanã ainda em festa, outra bola didática explicou porque o Flamengo não foi pra cima.

Não é o João Paulo, esse ou aquele. Hoje, foi uma condição clara de um time que tem limitações, vontade, noção de suas fraquezas e condições de fazer uma boa Libertadores.

Mas que não tem condições de prometer nada.

Sem Elano, não havia mais criação alguma. E aquele buraco mal feito entre defesa e ataque devolveu a bola para os bolivianos muito mais rápido do que seria com o time devidamente organizado.

Numa dessas, o gol de empate.

Não é fácil o Emelec lá, nem a altitude que o Bolivar usa como centroavante.  Mas não era fácil pra eles chegar no Maracanã e arrancar um ponto também.

Libertadores é Libertadores.  Libertadores é foda.

Pra nós, mas também pra eles.

Que assim seja.

abs,
RicaPerrone

Flu brinca carnaval

Se para a maioria de nós, foliões, o carnaval está chegando ao fim, o time do Flu parece não concordar.  Em pleno Maracanã, na triste quarta-feira de cinzas, resolveu fazer um baile por conta própria.

E que baile!

Não apenas pelos gols, lances, chances criadas, mas também pela liberdade dada ao adversário proporcionando um espetáculo incomum no futebol moderno.

Os 5×1 sugerem um jogo chato, fácil. Nada disso. O Flu jogou uma grande partida desde o primeiro minuto, e com tudo resolvido, continuou querendo o gol e se divertindo em campo.

O grande problema do futebol atual é ver time grande jogando como pequeno para diminuir ainda mais as chances de ser surpreendido. O maldito medo de perder, a eterna vontade de fazer o mínimo possível.

Pois bem.  Jogando aberto, um pequeno contra um grande, a chance do pequeno achar um gol é maior. A do grande golear, idem.

 

E o Fluzão, afim de se divertir, foi pra cima.  Fez virar número no placar a diferença brutal entre os dois elencos.

abs,
RicaPerrone

Trago boas novas

Alô torcida do Fogão, trago boas novas!  O time que nunca chegava, chegou. O estádio que nunca enchia, encheu. O time que não sabia decidir, decidiu.  E o reforço que ninguém sabia quem era, agora é ídolo.

O torcedor que não acreditava que “torcida ganha jogo”, agora tem certeza que sim. O time que o Seedorf carregava andou sozinho, sem ele, e venceu.

Eu posso tentar falar com milhões de botafoguenses mas só vou atingir 50 mil deles.  Só quem entrou, viveu aquilo e chegou em casa sabe do que eu estou falando e não vai dormir cedo.

Hoje, onde disseram valer vaga na Libertadores, valia muito mais do que isso.  Há anos e anos o Botafogo não tem uma chance real de olhar pra um estádio cheio e vencer uma decisão.  Dizer a todos eles que “não, não é sempre igual”.  Explicar em gols que vale a pena, que o Botafogo é outro clube quando entra em campo ao som de um time grande.

Libertadores é “lá” e “aqui”.  Lá vai ser sempre foda de jogar. Aqui, depende de vocês.  Hoje foi, e o placar confirma.

A retomada da fé, da vontade de ir a um estádio ver seu time e a certeza de não ter ido perder tempo são muito mais importantes do que a tal vaga na Libertadores. Na verdade, só uma garantia de mais 3 jogos para reviver esta noite.

Acabou a angustia. A vaga é real. O Botafogo encheu o Maracanã, tem torcida pra isso e venceu o jogo decisivo.  Cadê seu deus, pessimista?

Quando o juiz apitou o fim do jogo, não tinha fila pra ir embora correndo. Eles ficaram pra ver o que raramente conseguem ver.  Não reconhecem em público, mas sabem, entre eles, que sentem falta deles mesmos.

Quando entraram em campo, se olhavam e sorriam. Veja no VT.

Hoje, pela primeira vez desde que estes jogadores vestiram a camisa do Botafogo, eles tiveram que erguer as mãos para 4 lados do estádio pra agradecer o apoio.  E tiveram dúvida de pra que lado “correr”.

Eles conseguiram a vaga, dinheiro, patrocinio, mídia, exposição internacional e principalmente… você de volta.

Seja bem-vindo, botafoguense.  Isso é Libertadores!

E sim, você pode conquistá-la.

abs,
RicaPerrone

Vai pro jogo?

Tudo para Flamengo x CAP desta quarta-feira.

Para a decisão da Copa do Brasil, nesta quarta-feira, às 21h50, no Maracanã, entre Flamengo x Atlético-PR, antecipe a troca de ingressos para facilitar o acesso ao estádio. Além do postos de trocas informados pelo Flamengo, os contêineres da Mata Machado, próximos aos acessos E e F, no Maracanã, estão efetuando as trocas de ingressos dos sócios-torcedores e dos bilhetes comprados pelos torcedores que não são sócios até as 22h50.

Por questões de segurança, a distribuição das gratuidades garantidas por lei será efetuada a partir da abertura dos portões, às 18h50, apenas nas catracas dos setores Norte e Sul, até o limite de capacidade de cada setor. Desta forma, o torcedor que chegar próximo ao início do jogo corre o risco de não encontrar mais estas gratuidades.

É importante ressaltar que o torcedor deve evitar trazer mochilas para facilitar o acesso e a revista da Polícia Militar. Além disso, não será permitido o ingresso com guarda-chuvas com ponta por questões de segurança.

PONTOS DE TROCA

Maracanã (Container ao lado do Portão “E” do estádio) – Até as 22h50

Gávea – Sede do Flamengo – Até as 18h

Espaço Rubro Negro – Shopping Downtown – 10h às 18h

Espaço Rubro Negro – Shopping São Gonçalo – 10h às 18h

Espaço Rubro Negro – Rua da Quintanda n° 87 – Centro – 10h às 18h

Espaço Rubro Negro – Rua Buenos Aires – Centro – 10h às 20h

Espaço Rubro Negro – Shopping Nova América – 10h às 18h

Espaço Rubro Negro – Shopping Bangu – 10h às 18h

Espaço Rubro Negro – Shopping Madureira – 10h às 18h

Espaço Rubro Negro – Shopping Recreio – 10h às 18h

Espaço Rubro Negro – Top Shopping – 10h às 18h

Espaço Rubro Negro – Carioca Shopping – 10h às 18h

Espaço Rubro Negro – Shopping do Méier – 10h às 18h

Espaço Rubro Negro – Belford Roxo – 10h às 18h

Espaço Rubro Negro – Nilópolis Square – 10h às 18h

Espaço Rubro Negro – Passeio Shopping – 10h às 18h

Espaço Rubro Negro – Ilha Plaza Shopping – 10h às 18h

Espaço Rubro Negro – Plaza Shopping – 10h às 18h

FlaBoutique – Shopping Iguatemi – 10h às 18h

Espaço Rubro Negro – Norte Shopping – 10h às 18h

FlaBoutique – Tijuca – 10h às 18h

FlaBoutique – Nova Iguaçu – 10h às 18h

FlaBoutique – Barra da Tijuca – 10h às 18h

FlaBoutique – Shopping Via Brasil – 10h às 18h

Prefeitura monta esquema especial de transporte e trânsito para o final da Copa do Brasil, no Maracanã

A Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Transportes (SMTR) e da CET-Rio, apresenta esquema especial de transporte e trânsito para a final da Copa do Brasil, no Maracanã, que será realizada na noite desta quarta-feira (27/11).

INTERDIÇÕES

I – das 19h às 2h:

a) Av. Presidente Castelo Branco, uma faixa de rolamento, à direita, no trecho entre a Avenida Professor Manoel de Abreu e o Museu do Índio;

b) Rua Visconde de Itamarati, no trecho entre a Rua São Francisco Xavier e a Rua Professor Eurico Rabelo;

c) Rua Isidro de Figueiredo, no trecho entre a Rua São Francisco Xavier e a Rua Professor Eurico Rabelo;

d) Rua Artur Menezes, no trecho entre a Rua São Francisco Xavier e a Rua Professor Eurico Rabelo;

e) Rua Conselheiro Olegário, no trecho entre a Rua São Francisco Xavier e a Rua Professor Eurico Rabelo.

II – das 20h às 2h:

a) Rua Professor Eurico Rabelo, no trecho entre a Avenida Paula Sousa e Avenida Professor Manoel de Abreu;

b) Avenida Paula Sousa, no trecho entre a Rua São Francisco Xavier e Rua Professor Eurico Rabelo, pista da esquerda.

III – das 20h30 às 2h:

a) Viaduto Oduvaldo Cozzi, em todos os acessos para a Avenida Maracanã;

b) Avenida Maracanã, em ambos os sentidos, no trecho compreendido entre a Rua São Francisco Xavier e Rua Mata Machado.

V – das 23h às 2h:

a) Avenida Professor Manoel de Abreu, sentido centro, no trecho compreendido entre a Rua Dona Zulmira e Avenida Professor Eurico Rabelo;

b) Avenida Professor Manoel de Abreu, sentido Grajaú no trecho entre a Avenida Presidente Castelo Branco e a Rua São Francisco Xavier.

SERÁ PROIBIDO O ESTACIONAMENTO NA RUA PROFESSOR EURICO RABELO.

MUDANÇA DE ITINERÁRIO DAS LINHAS DE ÔNIBUS QUE CIRCULAM NO ENTORNO DO MARACANÃ

DAS 20H ÀS 2H

LINHA: 238

►Sentido Centro: Itinerário inalterado

►Sentido Zona Norte: … – Rua Campos Sales – Rua Mariz e Barros – Rua Alm. Cochrane – Rua Santo Afonso – Rua Major Ávila – Avenida Maracanã – …

LINHAS: 420, 421, 432, 433

►Sentido Centro: Itinerário inalterado

►Sentido Zona Norte: … – Rua Prof. Gabizo – Rua Mariz e Barros – Rua Alm. Cochrane – Rua Santo Afonso – Rua Major Avila – Pça. Varnhagen – …

LINHAS: 438, 439

►Sentido Centro: Itinerário inalterado

►Sentido Zona Norte: … – Rua Senador Furtado – Rua Mariz e Barros – Rua Alm. Cochrane – Rua Santo Afonso – Rua Major Avila – Pça. Varnhagen – …

LINHA: 638

►Sentido Centro: Itinerário inalterado

►Sentido Zona Norte: … – Rua Prof. Gabizo – Rua Mariz e Barros – Rua Alm. Cochrane – Rua Santo Afonso – Rua Major Avila – Pça. Varnhagen – …

LINHAS: 247, 249, 254, 363, 383, 391, 457, 459, 2251

►Sentido Centro: … – Rua São Francisco Xavier – Rua Morais e Silva – Rua Prof. Gabizo – Rua Mata Machado – Av. Maracanã – Av. Pres. Castelo Branco – Av. Osvaldo Aranha – Rua Teixeira Soares – …

►Sentido Zona Norte (SOMENTE DAS 23H ÀS 02H): … – Av. Osvaldo Aranha – Av. Pres. Castelo Branco – Rua São Francisco Xavier – Av. Vinte e Quatro de Maio – …

LINHAS: 232, 423, 425, 434, 435, 436, 340, 341, 346, 347, 353, 368, 2110, 2111, 2114

►Sentido Centro: … – Rua São Francisco Xavier – Rua Morais e Silva – Rua Prof. Gabizo – Rua Mata Machado – Av. Maracanã – Av. Pres. Castelo Branco – Av. Osvaldo Aranha – Rua Teixeira Soares – …

►Sentido Zona Norte (SOMENTE DAS 23H ÀS 2H): … – Av. Pres. Castelo Branco – Av. Pres. Castelo Branco – Rua São Francisco Xavier – Rua Souza Dantas – Av. Mal. Rondon – Rua São Francisco Xavier – Boulevard Vinte e Oito de Setembro – …

LINHA: 464

►Sentido Centro: …- Rua Luis de Matos – Rua São Francisco Xavier – Rua Morais e Silva – Rua Prof. Gabizo – Rua Mata Machado – Av. Maracanã – Av. Pres. Castelo Branco – Av. Osvaldo Aranha – Rua Teixeira Soares – …

►Sentido Zona Norte (SOMENTE DAS 23H ÀS 2H): … – Av. Osvaldo Aranha – Av. Pres. Castelo Branco – Rua São Francisco Xavier – Rua Souza Dantas – Av. Mal. Rondon – Rua São Francisco Xavier – Rua Oito de Dezembro – …

LINHAS: 454, 455, 456, 458

►Sentido Centro: itinerário inalterado

►Sentido Zona Norte: … – Vd. dos Marinheiros – Av. Osvaldo Aranha – Av. Pres. Castelo Branco – Rua São Francisco Xavier – Av. Vinte e Quatro de Maio – …

LINHA: 222

►Sentido Centro: itinerário inalterado

►Sentido Zona Norte: … – Vd. dos Marinheiros – Av. Osvaldo Aranha – Av. Pres. Castelo Branco – Rua São Francisco Xavier – Rua Souza Dantas – Av. Mal. Rondon – Rua São Francisco Xavier – Rua Oito de Dezembro – …

LINHA: 239

►Sentido Centro: itinerário inalterado

►Sentido Zona Norte: … – Rua Mariz e Barros – Rua Alm. Cochrane – Rua Major Avila – Pça. Varnhagen – Rua Felipe Camarão – Av. Prof. Manoel de Abreu – retorno – Av. Prof. Manoel de Abreu – Rua Radialista Waldir Amaral – Rua São Francisco Xavier – …

►Sentido Zona Norte (SOMENTE DAS 23H ÀS 2H): … – Rua Mariz e Barros – Rua Alm. Cochrane – Rua Major Avila – Pça. Varnhagen – Rua Felipe Camarão – Boulevard Vinte e Oito de Setembro – Rua Jorge Rudge – Rua Luis de Matos – Rua São Francisco Xavier – …

LINHA: 665

►Sentido Zona Norte: Rua Barão de Mesquita – Rua Pareto – Rua Santo Afonso – Rua Major Ávila – Pça. Varnhagen – Rua Felipe Camarão – Boulevard Vinte e Oito de Setembro – Rua Jorge Rudge – Rua Luis de Matos – Rua São Francisco Xavier – Rua Souza Dantas – Av. Mal. Rondon – Vd. da Mangueira – Rua Visc. de Niterói – Av. Bartolomeu de Gusmão – Rua Gal. Herculano Gomes -…

►Sentido Tijuca: … – Rua Gal. Herculano Gomes – Rua Visc. de Niterói – Vd. da Mangueira – Av. Mal. Rondon – Rua São Francisco Xavier – …

LINHA: 711

►Sentido Centro: itinerário inalterado

►Sentido Zona Norte: …Rua Campos Sales – Rua Mariz e Barros – Rua Alm. Cochrane – Rua Santo Afonso – Rua Major Ávila – Pça. Varnhagen – Rua Felipe Camarão – Boulevard Vinte e Oito de Setembro – Rua Jorge Rudge – Rua Luís de Matos – Rua São Francisco Xavier – …

LINHA: 2203

►Sentido Centro: … – Rua Barão de Mesquita – Rua São Francisco Xavier – Rua Morais e Silva – Rua Prof. Gabizo – Rua Mata Machado – Av. Maracanã – Av. Pres. Castelo Branco – Av. Osvaldo Aranha – Rua Teixeira Soares

►Sentido Zona Norte: … – Vd. dos Marinheiros – Av. Osvaldo Aranha – Rua Pará – Rua Paraíba – Rua Mariz e Barros – Rua Alm. Cochrane – Rua Santo Afonso – Rua Major Avila – Av. Maracanã – …

LINHAS: 605 – 609

►Sentido Zona Norte: … – Rua Marques de Valença – Rua Alm. Cochrane – Rua Santo Afonso – Rua Major Avila – Av. Maracanã – Pça. Varnhagen – …

►Sentido Largo da Segunda Feira: itinerário inalterado

LINHA: 606

►Sentido Centro: itinerário inalterado

►Sentido Zona Norte: … – Rua Francisco Bicalho – alça de acesso a Av. Paulo de Frontin – Av. Paulo de Frontin – Rua Joaquim Palhares – Rua Barão de Iguatemi – Rua Felisberto de Menezes – Rua Mariz e Barros -…

LINHA: 622

►Sentido Zona Norte (SOMENTE DAS 23H ÀS 2H): … – Rua Barão de Mesquita – Rua Major Avila – Pça. Varnhagen – Rua Felipe Camarão – Boulevard Vinte e Oito de Setembro – Rua Jorge Rudge – Rua Luis de Matos – Rua São Francisco Xavier – …

►Sentido Tijuca: itinerário inalterado

LINHA: 629

►Sentido Zona Norte (SOMENTE DAS 23H ÀS 2H): … – Rua Felipe Camarão – Boulevard Vinte e Oito de Setembro – Rua Jorge Rudge – Rua Luis de Matos – Rua São Francisco Xavier – …

►Sentido Tijuca: itinerário inalterado

LINHAS: 627, 630

►Sentido Zona Norte (SOMENTE DAS 23H ÀS 2H): …- Rua Gonzaga Bastos – Rua Duque de Caxias – Rua Gal. Zenóbio da Costa – Rua Luís de Matos – Rua São Francisco Xavier – …

►Sentido Tijuca: itinerário inalterado

O Centro de Operações Rio (COR) atuará fazendo alterações semafóricas, se necessárias, nas vias, com o objetivo de garantir a fluidez do trânsito. As interdições terminam às 2h desta quinta-feira (28/11).

IMPORTANTE: O acesso a área do Complexo do Maracanã estará restrito a moradores e veículos credenciados ao estacionamento do complexo, que deverão seguir pela Rua São Francisco Xavier, Avenida Paula Sousa e Rua Professor Eurico Rabelo.

O Maraca é deles

Não adianta brigar com o destino. É vocação.

O Maracanã dos iphones, ingressos de teatro e pipocas de cinema não parece, mas ainda é o Maracanã.

Reaberto com um torneio redentor pra seleção. Numa final épica que determinou quem ainda manda no futebol do mundo. E quando entregue aos clubes recebe os 4 filhos queridos logo de cara.

Primeiro a vitória do Vasco contra o Flu, um jogaço. Agora foi a vez dos lideres do campeonato enfrentarem a tal “massa rubro-negra”.

E não adianta, não tente me pautar, rotular a mídia de “FlaPress” e mais não sei o que. O Maracanã é um estádio atrelado ao Flamengo mundialmente mais do que a qualquer outro. O que não quer dizer que não seja, também, atrelado a outros 3 clubes.

Perdoe-me tricolor, alvi-negro ou cruzmaltino.

Quando se fala em Maracanã se imagina o povo de vermelho e preto. As vezes pulando, as vezes chorando. Mas a primeira imagem que vem a cabeça é essa.

Rafael Marques fez o que até outro dia desconfiávamos que ele não sabia fazer. E a torcida que não quis pagar os absurdos 100 reais vibrou, em minoria, como diz a lenda, não tão lenda assim.

O lado do povão mudou. Os urubus não voavam mais dali, agora só flashs e iphones apontados pro gramado. Mas ainda assim, rubro-negros.

E esperaram. Sofreram, foram enganados pelo balanço da rede e boicotados pela trave. Mas sabiam, mesmo que de forma inconsciente, que jamais sairiam de lá com uma derrota do Flamengo na volta ao estádio.

Então, ficaram.

E no último suspiro antes de se lamentar, a bola viajou o campo todo para cair nos pés do autor de 2 gols anulados, não por acaso, o melhor jogador do Flamengo.

Ela pingou como que pedindo “me chuta, me chuta!”, e, enfim, o Maracanã voltou.

Do chute de Elias aos 5 minutos após o jogo terminar, uma festa como muitas vezes já se viu.

O gol aos 49 tinha que ser do Flamengo, daquele lado, naquele jogo, daquele jeito.

Antes dos 45 seria apenas um gol de empate. Depois, um gol pra matar a saudades.

E lá estão eles, juntos de novo.  Flamengo e Maracanã.

abs,
RicaPerrone