
É grátis. Pode delirar a vontade, imaginar o impossível e tentar acreditar que está perto dele. Hoje, naquele Pacaembu com cara de time rebaixado, o Palmeiras se fez mais Palmeiras.
A escalação assusta. Não os adversários, mas os palmeirenses. Até onde pode ir? Um vexame histórico? Um caso de alucinação coletiva que faz o povo acreditar no impossível?
Ou será que o impossível, neste caso, é até possível?
Já vimos Atlético PR, Nellws, o próprio Sporting Cristal na final da Libertadores. Não tinham grandes times, nem a camisa alvi-verde que tem o Palmeiras.
Porque não?
Por todos os motivos do mundo! Menos um.
É o Palmeiras.
E sendo, basta para haver fé. Fé que levou um bom público ao estádio num dia de caos em São Paulo. Fé que fez vibrar, temer e terminar comemorando como um mata-mata.
E mata. De raiva, de nervoso, de emoção.
Palmeiras de camisas verdes e nada mais. Não desmerecendo o já desmerecido elenco que tem. Mas hoje o Palmeiras foi mais Palmeiras.
E quem sabe, porque não, possa continuar sendo de ponto em ponto até chegar onde seu elenco não insinua e sua camisa sempre sugere?
Começou a guerra alvi-verde. Se não pelo título, pela dignidade de não ser colocado jamais como azarão.
abs,
RicaPerrone

Acabou. Marcos não é mais jogador de futebol profissional. Da espécie “goleiros” sobram muitos. Da espécie “idolos”, alguns. Da rara e agora extinta espécie “jogador de todas as torcidas”, não sobrou ninguém.
Palmeiras, Atlético, Cruzeiro, Inter, SPFC e Flamengo. Estes seis clubes brigaram pelo título brasileiro de 2009. Entre regulares campanhas na liderança e sequencias de vitórias que levaram ao topo, os 6 times tem trajetorias diferentes na busca pela liderança.
A classificação do Brasileirão, antes da última rodada, engana. As vezes esquecemos de analisar quem cada um enfrentou, e principalmente aonde. Voce pode, num turno, pegar 9 grandes fora e obviamente fará menos pontos do que alguem que os enfrentou em casa. Mas, tem returno, logo, sua posição na tabela não determina seu desempenho.




Entre sequencias de vitórias e campanhas regulares, os grandes do Brasileirão vão chegando ao final demonstrando irregularidade nas campanhas.