polemica

A vida como ela é

Tricolores do Rio gostam de Nelson Rodrigues e portanto sabem que as vezes nada mais simples do que a vida como ela é. Complicamos para termos o que discutir no outro dia, mas nem precisávamos.

O Grêmio foi ao Maracanã na condição de favorito porque é melhor e porque tem 3×1 no placar.  Simples assim. E com 4 minutos um zagueiro do Flu deu um carrinho por trás numa chance clara de gol. Expulsão. Ponto.

Nogueira não teve intenção de machucar. Nem machucou.  Mas a regra diz que uma falta impedindo um lance claro de gol é para cartão vermelho. E se 3 jogadores do Grêmio sem zagueiro, na direção do goleiro e o campo todo pela frente não for uma situação de gol, eu desisto.

Durante o jogo, dois pênaltis não marcados pro Grêmio.  E reclama o Fluzão de uma não expulsão do Kannemann, que deu uma entrada forte, fora da área, sem direção a gol, de lado, com encenação e tudo mais.  Lances completamente diferentes.  Mas que pela óbvia revolta da derrota iminente virou argumento.

Abel não é burro. Fez o certo.

Não porque “ele podia virar”, mas porque ele tirou um jogador que está bem abaixo fisicamente desde que voltou num jogo onde o time teria que compensar a correria. E ali, naquele momento, era pra evitar uma goleada. Não pra equilibrar o jogo.  Entendi o que ele fez.

O Grêmio não tem nada com isso. Viu o jogo dar a ele  a oportunidade de matar, e matou.  Classificado com todos os méritos, com toda justiça e dentro da perspectiva de favorito que lhe acompanhava ao Maracanã.

Sem choro. O arbitro não determinou o resultado. Talvez, no máximo, tenha evitado uma goleada.  E as vezes o futebol é simples ao ponto de uma expulsão ter decidido o jogo todo. E sim, dela ser justa.

abs,
RicaPerrone

A torcida do…

Passada a euforia e o desespero pós finais, podemos conversar.  Talvez para alguns seja “má fé”,  e para esses eu entrego meu completo desprezo.  Mas para quem está disposto a questionar antes de julgar, aí vai o critério.

“Porque você não fala que a torcida do X faz isso e aquilo?”.

Eu faço isso há 20 anos. O blog tem 10. Procura aí no histórico, vai encontrar uns 200 posts onde eu me RECUSO a chamar um grupo da torcida de “torcida do” por considerar injusto.

Pois bem. Acho que ninguém concorda que quando uma organizada do Clube X mata alguém, a “torcida do time X seja violenta”.  Quando daqueles milhões, 3 ou 4 mil pessoas são organizados de má fé. Não “a torcida do”.

E assim fiz, coerentemente, por 10 anos.

O conceito que faço de “torcida do”  é geral. Não se limita a um grupinho, seja ele violento, festeiro, bonito, feio, amarelo, azul, pouco importa. Eu nunca rotulei uma torcida por um grupo. E a coerência me faz andar nessa linha.

Se a Jovem X agride alguém, não faz da torcida do time X violenta. Se a Jovem X canta o jogo todo, não faz da torcida do time X uma torcida que canta o jogo todo.

O que eu considero “torcida do” é o todo. E isso engloba as organizadas, mas não dá a elas o poder de representar milhões. Ou você está representado quando quebram o CT? Quando matam alguém? Espero que não.

Mas por lógica, a representação não pode vir nem pro bem, nem pro mal.

Então, se 5 mil pessoas da torcida Jovem X cantam o jogo todo e vão a todo jogo, não pode significar que “a torcida do time x canta o jogo todo e vai a todo jogo”.

Não. A torcida do time X não vai ao jogo se nele tiverem 10 mil pessoas. Há dentro dela um grupo que vai, que canta, empurra e que seria do caralho não fosse minoria. Mas é. E assim sendo, por lógica e coerência, eu não posso rotular a favor o que me nego a rotular contra.

Eu jamais generalizei você por um ato violento de um dos seus. E não faria desses caras melhores torcedores por um ato seu.

É bastante simples a linha. Basta não ter má fé para interpreta-la.  E olha que nem citei nomes pra não gerar mais e mais mimimi.

abs,
RicaPerrone

O processo é mais importante

Adoro temas pouco polêmicos e por isso, óbvio, vou tocar no do BBB. Ele me remete ao Zé Mayer, que me remete aos outros mil casos de homofobia, que me lembra o racismo, etc, etc, etc.

E eu acho que há uma segunda discussão relevante já que a primeira é óbvia: Tá errado!

Quando um cara é racista, por exemplo, você quer que ele seja impedido de cometer o racismo ou que ele deixe de ser racista? Essa é a pergunta mais importante e menos feita nos dias de hoje.

Na minha cabeça a óbvia luta deveria ser para tirar o racismo das pessoas e não para mante-los mas sob censura.  E se assim nós considerarmos uma evolução, devemos “valorizar” casos como Zé Mayer, o atual BBB, entre outros tantos, pois eles abrem os olhos, causam discussão e evolução com a reflexão.

Quando a gente inibe um racista de ser racista, não melhoramos em nada. Quando ele entende que estava pensando errado e que negros e brancos são iguais, aí sim, evoluimos em alguma coisa.

A Globo não tem que tirar o Marcos do programa. Aliás, a Globo tem pouca coisa a fazer. Como na justiça, você não pode intervir onde não há queixa. O papel mais importante neste momento é expor para que as vítimas se identifiquem como vítimas e não exatamente impedir o tal de Marcos de ser o imbecil que ele é por natureza.

Não! Não é uma vitória tira-lo dali na marra. A vitória é que milhares de mulheres olhem pra aquilo e notem que acontece em casa, denunciem, reajam, e então criem um novo ciclo onde uma nova velha estupidez deixará de ser cometida.

Mas jamais por censura. Por amadurecimento.

Toda vez que proibimos um homofóbico de falar de “viado”, ele fica mais homofóbico.  Toda vez que forçamos o entendimento para que ele não QUEIRA falar aquilo, damos 10 passos a frente.

Esses casos não são “ruins” que venham a tona. A reação do massacre ao invés do amadurecimento coletivo é tão ruim quanto. E nós preferimos, porque tal qual se sujeitar, em alguns casos, é mais cômodo.

Eu não quero que ele seja expulso pela globo ou pela sociedade. Eu quero que ela o expulse. É diferente.

abs,
RicaPerrone

Enfim, o que acho do caso Inter x Vitória / CBF?

Eu esperei até o fim porque quando se trata de uma documentação obscura, de informações desencontradas e de guerra por interesses próprios e não por “justiça”, a coisa se desvirtua e nos confunde.

Eu achei a decisão razoável.  O Internacional não foi rebaixado porque alguém fez uso de algo irregular. Ele procurou algo irregular para tentar não ser rebaixado. São coisas um pouco diferentes.

Ao contrário do Fluminense, que quando teve o seu “tapetão” foi parte interessada mas jamais o autor do processo. O Inter foi lá e fez o tumulto pela “justiça”. E eu entendo algo simples:  Se a CBF deu ao Vitória o aval pro Vitor Ramos, então ele está apto a jogar.

Ah mas a CBF errou. Ok! E vai rebaixar a CBF? Não. Vai rebaixar o Vitória que tem o aval nas mãos? Não. Então vai fazer o que,  Colorado?

Colocar 24 na série em 2017? Só porque cair é uma tragédia e o Inter não quer aceitar?  Ninguém aceita.

Mas é preciso entender que a queda foi tão merecida quanto os seus títulos recentes. A irregularidade no jogador do Vitória condenaria, no máximo, a CBF por ter autorizado. E não se rebaixa confederação.

Tu não caiu por causa do Vitor Ramos. Você procurou nele uma forma de se manter. É diferente.

Eu prefiro assim.Pro Inter, pro campeonato, pro Vitória. Acredite: Sairam todos menos manchados do que se tivesse acontecido a virada de mesa.

Cair não é uma vergonha desde que você suba de volta. E o Inter subirá da mesma forma que caiu: jogando futebol.

abs,
RicaPerrone

Zé, precisamos conversar!

Zé, o Mayer fez merda. Eu não vou entrar nos méritos da carta ser ou não de verdade, simplesmente porque me obrigo a acreditar nela.  Como me obrigo a confiar em alguns políticos, em imaginar que as pessoas doam por caridade e não por marketing e que juiz de futebol erra sem querer.

E então logo você me pergunta: Você é ingênuo ou burro?

Nem um, nem outro, Zé.

Eu me dou o direito de continuar vivendo. Apenas isso.

E para que eu levante da cama todos os dias e possa sair da minha casa e encontrar pessoas eu preciso acreditar nelas.  Eu não posso discutir política se não acreditar que haja alguém de fato interessado em fazer a coisa certa.

Nunca mais assisto futebol se eu achar que os juizes manipulam os resultados de propósito. Não faria sentido.

Viver não faz o menor sentido quando você faz o certo e acredita que só quem se dá bem é quem faz errado.  Não há paz e esperança a nenhum ser humano que se desiluda ao ponto de “desistir” das pessoas.

O Mayer disse que entendeu. Que errou feio, comentou sobre o machismo no qual a geração foi criada, e eu até aí entendo. Ter tocado na menina muda todo o contexto e encerra qualquer tentativa de “ah mas talvez ele…”. Não. Ele errou. Ponto.

O que vem após o erro me preocupa.

O massacre, o pedido de desculpas, uma carta com algum entendimento sobre o problema e mais porradas: “É mentira”. “Foi a assessoria!”. “Ele não se arrependeu nada!”.

Porque aí, mesmo que vocês possam estar certos…. fudeu!

Zé, imagina se toda vez que você errou e se arrependeu o mundo não te desse esse crédito?  E eu não estou falando em não pagar pelo que fez. Estou falando em boa fé de acreditar que ele possa mesmo ter pedido desculpas de coração aberto.

A partir do momento que a gente proíbe as pessoas de se arrependerem, de pedirem desculpas e de entenderem o erro, nós estamos condenando pessoas a pena de morte e não buscando evolução.

O caso Mayer é importantíssimo! Talvez você não perceba, mas é preciso que aconteça com um Mayer pra que se discuta, amplie o discurso e o entendimento por consequência.

Eu nunca vi alguém deixar de ser racista porque um negro gritou “CHEGA!”.  Mas já vi dezenas porque entenderam aos poucos que estavam errados.

Na porrada não se muda a conciencia. Se muda a atitude. É o que queremos que o machismo exista mas fique escondido? Ou a luta é para que ele não exista mais dentro de nós?

Não há vitória quando se impede o machista de expor seu machismo. A vitória é quando ele entende o erro e muda de opinião. Quando a gente não dá fé à tentativa de corrigir o erro, estamos lhe dando a única opção possível: a morte social.

Fiquem putos com o Mayer. Mas não duvidem do seu arrependimento. Ou então, pelo que estamos brigando? Se errar não pode, se arrepender não presta, se desculpar é hipocrisia e dizer que entendeu o problema é assessoria de imprensa, qual a opção que resta para o Mayer? O suicidio?

Um massacre por dia nas redes sociais. Uma vida rotulada pra sempre todo santo dia. Será que a gente também não passa do ponto não, Zé?

abs,
RicaPerrone

Não é o argumento, é a hipocrisia

Sim, você tem razão quando contesta a forma com que mataram esse ou aquele sendo dever prendê-los quando rendidos.  Não é esse o problema.

O problema é quando você se importa demais com uns, e nada com outros. É quando você escolhe entre as 200 vitimas da Nigéria e os 50 de Paris para se consternar numa rede social contra o terrorismo. O problema é que pra você, tal qual para os policiais em questão, umas vidas valem menos que as outras.

Morreram assassinadas aproximadamente 60 mil pessoas no Brasil em 2016. Obviamente que a maioria delas por sujeitos como estes da foto, que causam comoção em você quando mortos pela polícia.  Você se importou com quantas?

Você questionou a forma com que executaram policiais que trabalhavam numa favela outro dia quando recebidos a bala de armas de guerra?

E então quando um desses caras, ou três, são executados você se revolta e vai em busca de direitos humanos.  Eu entendo, repito, há argumento.  Mas não há qualquer linha de coerência que te credencie a isso.

Escolhemos as vítimas pelas quais “vale a pena” se consternar e os crimes pelos quais  gostamos de nos revoltar. É como uma brincadeira. Hoje vou ficar triste porque morreu gente em Londres! Mas ontem no Togo…. foda-se.

A vida de uns vale mais que a de outros e a nossa postura todo santo dia comprova isso. Rejeitar esse fato é ir contra tudo que você mesmo faz no dia a dia para escrever um textão ou parecer engajado em alguma causa.

Então, que valha diferente. Tanto faz.

Mas que valha mais a de pessoas de bem, pelo menos.  Se você não chorou a morte de dezenas de PMs em guerra por você no morro, não faça de 3 bandidos um momento de dor e reflexão.  Tu não parece engajado. Parece retardado.

abs,
RicaPerrone

Aí não, capitão!

Rogério Ceni está sendo pivô de uma discussão absurda no Morumbi. Segundo o GloboEsporte.com, a empresa Corr Plastik paga 5 milhões pro clube e no contrato prevê o uso da marca pela comissão técnica.  Rogério Ceni estaria se recusando a usar e gerando um desconforto com o patrocinador.

Óbvio, se eu fosse o patrocinador também ficaria puto.

Mas o que me causa espanto é o Rogério, que sempre pregou tanto profissionalismo, se postar acima do clube nessa situção. Se o clube tem o patrocinador X, usará o X e ponto final. Não há jogador que use Adidas nos pés que rejeite jogar de camisa da nike. É simples assim.

A carreira do Ceni é brilhante dentro do SPFC. Mas é um jogador e ídolo apenas dentro do SPFC.  Fora, tem dificuldades. E terá como treinador, manager, o que for.

Ao começar com esse tipo de situação, pior ainda. Porque se nem no SPFC ele aceitar as condiçòes do clube, o que vai ser em outro clube?

O clube precisa impor a situação de forma clara e simples. Vai usar.  Não quer? Então, um abraço.

Regalia é uma coisa. Ser ídolo é uma coisa. Prejudicar o clube é outra. O que há nessa relação de treinador/clube é uma oportunidade e não uma contratação. Rogério ta tendo uma chance, não sendo buscado por ser um puta treinador.

É o mínimo que se espera o cumprimento dos contratos do clube. Quer usar social? Ok. Então negocia e depois usa.  Se o São Paulo perder o patrocinador por conta disso, alguém vai ter que se explicar.  E ao explicar, uma imagem será manchada. Vale a pena a mancha ao invés da logo do patrocinador?

abs,
RicaPerrone

Podcast: Bruno e a pena de morte

– Bruno está solto. Ele merece segunda chance?
– Atenção a pergunta. Não é se merece estar solto.
– Você é a favor da pena de morte?

Assine o Podcast pelo feed:  http://feeds.soundcloud.com/users/soundcloud:users:46195801/sounds.rss

Ou pelo Itunes: https://itunes.apple.com/br/podcast/podcast-do-rica-perrone/id1167622638?mt=2

A conversa que não ouvi

Ouvi falar que Mário Gomes enfiou uma cenoura no cu. Todos ouviram.  Ouvi que ele era um fracasso por estar fora da TV, e agora li e ouvi chacota por ele “acabar” vendendo sanduíche na praia.

A única coisa que eu adoraria ter ouvido, não ouvi. Mas adoro pensar que ela existiu.

– Pai, é justo você estar aqui na praia após tanto sucesso?
– Não sei filho. A vida é assim. Você sobe, cai, levanta, é assim com todo mundo.
– Mas o senhor era um sucesso, pai!
– Pois é filho, mas acontece. Já tive tudo, hoje talvez não possa esbanjar, talvez eu tenha cometido erros…
– Mas pai porque você não usa seu nome e sua fama pra arrumar um esquema bom pra sair dessa?
– Arrumei. Vou vender sanduíche na praia.
– É legal, pai?
– Sim, muito. Você pode tocar violão, eu fico sem camisa, os fãs vão poder falar comigo, e ainda vamos passar tempo juntos!
– Parece bom! Porque os outros não fazem isso quando tem problemas?
– Porque dá trabalho, filho. Fere o ego, mostra fragilidade e humildade. Perde-se o status e ninguém vendendo sanduíche ganha like no instagram…
– Porque você saiu da tv?
– Parte disso foi por conta de uma mentira a meu respeito que me tornou uma piada nacional sem que eu pudesse me defender.
– Nossa pai, e você não se revoltou?
– Sim. Em algum momento. Mas segui trabalhando, te criei, e hoje vamos vender nosso sanduiche! Pronto?
– Pai…
– Oi, filho!
– Te amo.

“Ah, mas é foda ver um ator tão famoso chegar a vender sanduíche na praia!”

Foda é ver o ex-famoso pagando plano de saúde pro filho ter condições básicas de atendimento enquanto o filho de outro político qualquer está andando de lancha em Angra dos Reis regando churrasco pra 200 convidados numa ilha paradisíaca.

Mário podia meter uma lei de incentivo, podia entrar pra política usando o nome que fez, podia arrumar outras mil formas de ganhar dinheiro mais fáceis que essa. Mas nessa ele pode levar o filho e mostrar o que está fazendo.

Tem muita gente tomando vinho caro de cabeça baixa porque não dá pra olhar nos olhos do pai.

abs,
RicaPerrone

Desculpe, não falo “mimimês”

Eu tento acompanhar o ritmo do mundo mas essa língua me recuso a aprender. Toda piada gera um mimimi e todo mimimi ganha espaço na mimimídia e vira a polêmica do dia. E assim vai, dia após dia, mi após mi, até que a mimimiserável geração não problematizadora consiga superar a barulhenta geração 7×1.

Wellington, jogador do SPFC, apareceu num vídeo fazendo a piada mais velha da história do SPFC x Corinthians. Os “mano bandido” x  os “playboy fresquinho”.  Oh! Que terrível!

Mimizentos, gambás ou bambis, ladrões ou playboyzinhos de merda, tanto faz. O ponto é que toda vez que uma piada ofende, procura-se evitar a piada. Na verdade primeiro precisamos saber se era pra se ofender.

É tão inaceitável quanto isso a acusação de “homofobia” porque a torcida do Corinthians gritava “bicha!” pro goleiro batendo tiro de meta.  Agora o “mimitroco” vem com a reclamação de “rotular pessoas de bandidos”.

Ora, faça-me o favor. Mais boteco e menos rede social nessa vida. É óbvio que o moleque não quis dizer que todo corintiano é bandido, como é óbvio que todo corintiano entendeu. Mais óbvio ainda é o uso disso pra ganhar o próximo clássico, e mais ainda o pedido do clube pra ele se desculpar dando atestado pros chorões.

Toda vez que uma piada perde pro “tem gente ignorante que não entende e isso gera preconceito”, temos o placar aumentado em número de ignorantes x número de gente de bom humor.

Acho que não precisamos ser muito inteligentes pra saber qual das duas deveria ganhar esse jogo.

abs,
RicaPerrone