Cada dia é mais difícil pra arbitragem o que deveria ser cada vez mais fácil.
Eles complicam até a ajuda.
Os lances do jogo mostram 2 não expulsões de rubro-negros. Uma delas, talvez, numa discussão de bar, pudesse haver contestação. A do Cuellar não há.
E justo nessa o VAR poderia entrar. Nas outras, não.
Então, após o jogo, constatado por todos que houve um beneficio ao Flamengo pelas não expulsões, surgiu a imagem do lance do gol do Botafogo.
De fato o Carli empurra o jogador do Flamengo e graças a esse empurrão há espaço para o gol do Cícero.
Fato também que a bola não está em jogo ainda.
Mas o fato se torna bastante contornável se notarmos que um árbitro de vídeo pode ver tranquilamente que o gol surge muito em virtude do empurrão e, portanto, se não dá pra dar falta, dá pra talvez mandar voltar a cobrança?
Não sei. Me parece que seria a decisão sensata. Anular o gol e mandar cobrar de novo já que a bola não estava em jogo, mas a “falta” interferiu diretamente no gol.
A arbitragem é ruim. E lances como esses não serão facilmente resolvidos por mera incompetência.
Cuellar deveria ter sido expulso. O que não anula o argumento rubro-negro de que se o gol não saísse o jogo seria outro. Ou seja, nada mudou. Choro dos dois lados, juizes errando e agora com um atrativo a mais: o erro é digital.
RicaPerrone
A FERJ é uma entidade política e portanto não dá pra esperar nada muito voltado pro crescimento, lucro e resultado. Como tudo que não tem dono e nem fins lucrativos, a chance de haver um comprometimento com competência e não relacionamentos e favores é mínima, quase zero.


Em alguns momentos de sua gloriosa história, é claro, o Flamengo jogou um grande futebol. Também viveu raros períodos onde rascunhou um futuro brilhante, organizado e profissional.

