polemica

E sobre “eles”, nada…

Essa foi a postagem do Flamengo após o jogo. Talvez sem saber da gravidade da briga ainda, talvez por ter feito a arte da imagem antes do jogo. Enfim, não faz muita diferença desde que tenhamos em mente que seja ela de mau gosto ou não, não foi feita com má fé.

É de um clubismo quase surreal imaginar que o Flamengo esteja debochando dos feridos numa guerra do lado de fora. Por mais irritado e rival que você seja, acho razoável imaginar que tenha sido uma piada fora de hora, não uma sacanagem com alguém morto ou ferido.

Feito. O Botafogo também não precisava ter inflamado ainda mais isso interpretado maldosamente. Podia ter telefonado. Mas eu entendo os dois no calor do jogo querendo postar e virou o que virou.

Meu problema é imaginar que só se fala disso agora. Enquanto uma duzia de marginais que passaram de carro e MATARAM uma pessoa com um tiro estão em casa vendo tv, de boa, tomando uma.

Porque o que eles são? “A torcida do”. É assim que vocês se tratam, que aceitam, que reclamam quando alvo e que tratam coletivamente isentando culpados. Antes do jogo flamenguistas e botafoguenses brigavam nas redes sociais pra saber “quem começou”.

Ora, que importa? Você realmente acha que isso é coisa de amigos nossos? De torcedores como eu e você? Passa pela sua cabeça pura que alguém vá ao estádio com uma arma para ver futebol como nós?

Não interessa se é Flamengo, Vasco, Bahia ou Ibis. As torcidas organizadas (as antigas especialmente) são gangues que escondem uma maioria boa mas que atrás dela está uma minoria CRIMINOSA. Gente do pior tipo que não pode ser tratada como “torcida do”.  Isso é bandido, não é “torcida de” nada.

É de uma perda de tempo tomar “lado” nisso que me constrange.  Você, botafoguense, flamenguista, é tão vitima dessa merda quanto o vascaíno, o tricolor, o corintiano, o gremista.  Nós temos medo de ir no jogo por causa da camuflagem que nós apoiamos em dar quando os tratamos clubisticamente.

Não tem clube! Esses caras não são “flamenguistas” ou “botafoguenses”. Eles são criminosos perigosos.  E enquanto eles puderem fazer parte de uma facção que você apoia e/ou ignora para ter razão numa discussão sobre clubes, é o seu filho que ele vai colocar em risco amanhã.

Chega.  Abandonem as organizadas. Deixem nelas só quem não tem a boa fé de ver o futebol em paz e então identificaremos facilmente quem está afim do que. Seja sócio torcedor do seu CLUBE não da sua torcida. Seja um torcedor de futebol ANTES de ser um torcedor desse ou daquele.

Entenda de uma vez por todas que “a torcida do” não faz a menor diferença quando uma bomba vier na sua cabeça. Enquanto vocês estão procurando “qual time tem a torcida mais violenta” ou qual rede social possivelmente brincaria com a morte alheia, eles vão continuar.

Somos nós contra eles. Não nossa torcida contra outra torcida.

Houve um assassinato.  E eles não são nem notícia mais…

abs,
RicaPerrone

Vocês estão malucos

O dia que um alemão tem mais senso de humor que brasileiros chegou. E se a gente não parar de levar a sério que as pessoas do mundo virtual refletem a opinião das do mundo real, em breve eles vão começar a tocar pandeiro também.

Toni Kroos fez uma piada ótima, sacaneando o Brasil pelo 7×1 que fez na gente. Foi boa, convenhamos.

Aí temos que devolver como fez nosso Fenômeno, não com as toscas mensagens agressivas ao rapaz falando em guerra e o caralho.

Ele, mais uma vez, mostrou ser um cara que merece o futebol. Compartilhou a resposta e riu dela. Enquanto isso discute-se em redes sociais se a brincadeira do sujeito foi apropriada ou não.

Santo Deus, é sério que na cabeça de alguém um time que ganha do outro não deve brincar com isso?  Que “futebol é coisa séria”?  Vocês acreditaram nisso, fãs de esporte?

Pois saibam que não. Futebol é uma diversão e deve ser tratada como tal. E se nós, brasileiros, não conseguimos mais levar algo na brincadeira, é porque perdemos o pingo de identidade que ainda nos cabia.

Após comemorar Halloween, chamar time europeu de “meu”, fazer torcida organizada pra eles, entrar em campo juntos com musiquinha, padronizar campos, elitizar o futebol  e proibir a cerveja no estádio, faltava só sermos menos divertidos que alemães. Aí, realmente, é melhor parar tudo.

Parabéns, Kross.  Feliz 2054 também! Mas demora ainda. #paz

abs,
RicaPerrone

Joguem pelo Inter

Eu não vou entrar na pilha de generalizar o Inter como “um time sujo”, como já fazem por aí e muito Colorado fez com o Flu em outros momentos.  Vou tentar separar as coisas.

STJD: O que o Inter está fazendo é o que quase todos os clubes fazem em novembro quando percebem risco de queda. Eles ligam pro juridico e pedem pelo amor de Deus uma brecha. As vezes acham, outras não. Mas quase todos eles procuram.  E se acharem, TODOS eles iriam adiante. Assim como todos os torcedores desses times diriam: “Mas regra é regra, ué! Não é tapetão”.

É assim que é.

Quanto a oportunidade de não jogar a última rodada, de ser o time mais “abalado” e o que reagiu mais cheio de idéias, é claro pra mim que trata-se de uma desesperada tentativa de jogar idéias ao vento pra ver se cola. Mas diretoria do Inter, meus caros, especialmente Carvalho por quem tenho enorme respeito…  Cai em pé.

Pode até ser que não caiam dia 11, e faço votos! Mas se cair, como tudo indica, caiam como o grande Inter que um dia “quase caiu” e foi ao Japão ser campeão do mundo.  Não prestem-se a esse papel de revolta a todo custo sendo o Inter um exemplo de clube até outro dia.

Vocês ostentam uma das mais dignas atitudes do futebol brasileiro que foi não ir ao jogo em 87 e portanto manter o decidido entre os grandes. Vocês podiam ter “roubado” o título do Flamengo numa viagem ao estádio. E não foram por honra ao combinado.

Agora, com a Chapecoense neste momento, o menor dos problemas é o Inter e a série B. Que diferença faz? Tu cai, joga, volta, e segue.  É só isso.  Ninguém morre.

Do outro lado, morreu.

Não soa bem interromper a dor pra encontrar alternativas legais de rever a sua dor menor. O Inter na série B é coisa do jogo, faz parte, acontece com todos, e com quem não aconteceu ainda, um dia acontecerá.  Mas o Inter odiado, não. Esse não é parte do jogo e nem da história escrita até aqui.

Vamos relevar o STJD porque sempre existiu e sempre existirá, seja qual for a cor da camisa. Se houver uma brecha, todo mundo quer entrar ali.  Mas joga, Inter. Joga e ganha do Fluminense feito Internacional. Feito o campeão do mundo.

Esse Inter que está pensando em como escapar pode até não cair de divisão. Mas cai de patamar de grandeza.  Rebaixamento moral é muito pior que jogar a série B.

Joguem.  Joguem domingo, joguem a série B se precisar. Mas joguem feito Internacional e sua história.  Não humilhe seu torcedor por um ano de série A.

abs,
RicaPerrone

Os “menos piores” do povo

Esse Rio de Janeiro atordoado e sem opções escolheu a que achou “menos pior”.  No domingo de eleição pouco importam as propostas, o ideal,  ou mesmo a carreira de cada um dos candidatos. O que importava era a discussão filosófica sobre “diga-me com quem andas e te direi quem é”.

Nós passamos 2 meses de terrorismo virtual lendo acusações, vendo fotos de quem é amigo de fulano, uma tentativa desesperada dos próprios candidatos em dizer pra nós que o outro é pior que ele.  Não há qualquer tentativa mais de nos convencer que ele vale a pena. O que se vê na política é tão tosco que a briga é claramente pra destruir o oponente, não pra eleger o seu.

O Crivella, que sequer conheço, foi “acusado” de ser evangélico.  Porra, peraí! Eu odeio religião mais do que todos vocês, não tenho nenhuma, já estive bem perto de umas 4.  Tenho uma opinião bem formada e fundamentada sobre.  Mas … “porque ele é da Universal”  é argumento?

Quer dizer então que preconceito da Universal com algumas pessoas é um absurdo, de pessoas com a Universal é legitimo? Não se contra-argumenta nada fazendo igual.

Eu gostaria de ter lido por meses que o Dória não servia porque o projeto dele era ruim, talvez porque não tivesse um bom plano na saúde, enfim.  Não. Só tentaram me convencer a não votar nele porque ele era rico. E em momento algum um oponente tentou me convencer a pelas suas qualidades. É 90% diminuindo o outro e se tornando a opção “menos pior”.

O que você espera de quem se vende como “menos pior”?

As eleições terminam e todos nós, leigos como sempre, temos mil conclusões formadas por tudo que ouvimos para desmoralizar esse ou aquele. O projeto do vencedor? Não fazemos idéia.  Sabemos que o derrotado era isso, isso e aquilo! E basta!

Ou melhor, bosta!

Tudo que sei é que o Rio de Janeiro agora é “da Universal”.  Ora, meus caros, não sejam tão índios. Ninguém vai catequizar essa porra e fazer você de escravo. Somos civilizados, grandinhos, e não me soa muito maduro se fazer de uma criancinha nas mãos do lobo mal.

Quando nós vamos impor que eles lá fazem o que nós queremos e não o contrário? Quando vamos passar as eleições pro lado certo, que é de quem decide o que quer e não de quem evita o pior?

O Crivella, o Freixo, não faz diferença. São apenas dois Marcelos que representam ideais e principalmente oposição.  No cenário atual é melhor você não ter um ideal.  Quanto menos opinião e lado você tiver, maior sua chance. No mundo, hoje, vende e vence quem fica de boca fechada.  Sobe de cargo quem não contesta nada.

Eu não estou discutindo política, planos de governo e sequer validando esse ou aquele candidato. Mas me tornei uma pessoa bem menos tolerante durante os últimos dois anos, especialmente nos últimos dois meses, onde vi pessoas se agredindo na web por um voto “contra”.

Eu nunca votei em ninguém. Faz 38 anos que voto contra o “pior cenário”.  E você? Votou em alguém ou contra alguém?

abs,
RicaPerrone

 

Leitura labial: o cúmulo da falta de respeito

Imagine você que está numa discussão com sua namorada na rua e amanhã a tv pode simplesmente expor todas as suas questões simplesmente porque você estava num ambiente público.

Imagine como se sentiria se alguém contratasse um surdo pra ler seus lábios e entregar a seus colegas e chefes o que voce diz entre seus amigos?

Não imagine, porque é surreal a qualquer ambiente. É de uma falta de escrúpulos de rara má fé tentar encontrar fofoca no que nem foi dito. Ou, se foi, não foi pra você.

 

Ninguém pode ler o que alguém diz de costas ou de lado.  Mas pra vender clique, audiência ou jornal, lêem até mente.  E se não leu, mente.

Que se foda o que vai sobrar do alvo. Desde que me sirva pra invadir privacidade alheia e expor alguém em troca de audiência, pouco me importa pra que lado vão sobrar as balas perdidas.  Que diferença faz se o zagueiro perderá o lugar no time porque eu vi e entreguei ele supostamente dizendo: “Porra, tá uma merda esse esquema!”?

Santa paciência. Até quando vamos nos expor ao ridículo jornalístico de roubar contratos pra publicar, colocar escuta em vestiários e fazer leitura labial pedindo ética no futebol?

Somos inimigos do futebol. Assumidamente, inimigos.  Eles, os astros, se escondem de nós. E nós, burros, corremos atrás de prejudica-los quando possível.

Essa relação não tem vencedor. Só tem estupidez. E por consequência, crise, demissões, textões de colegas no facebook, blá, blá, blá….

Leia meus lábios: “Vai ser hipócrita na casa do caralho!”

abs,
RicaPerrone

Somos menores porque somos iguais

Eu vou morrer repetindo a mesma coisa e provavelmente mesmo sabendo que estou certo, não verei a mudança. Nosso futebol é menor do que deveria hoje porque somos todos iguais.

Cobramos da CBF e jogamos nela toda a responsabilidade que é dos clubes. Mas amamos os clubes, logo, os defendemos. E portanto criamos rivalidade até no caráter, onde nos tornamos responsáveis apenas pelas últimas horas de nossas vidas, sem passado.

O Fluminense entrou na justiça, com justiça. O Flamengo acha injusto. Mas há 3 anos, não achou e fez o mesmo. Se fosse o contrário, faria novamente em 2016. Simplesmente porque somos todos iguais.

O Peter não vai deixar o Mário dizer “eu teria anulado o jogo” na campanha dele. Então, fará o processo.  E amanhã vai rachar com o Flamengo quando assinar com a Globo escondido e foder a Liga. Liga? Quem liga?

A merda que fizeram enchendo de time pequeno tornando a alternativa ao estadual… um grande estadual.

Eles são políticos representantes de torcedores e, portanto, tão torcedores quanto. Nunca um clube sem dono pensará no futebol. Nunca sentarão na mesma mesa e de fato poderão fazer algo juntos pelo melhor de todos. São cegos, pequenos, apaixonadamente burros.

Não há nada errado no Flu ter pedido anulação do jogo. Simplesmente porque se o fosse o Flamengo teria feito exatamente o mesmo, como aliás, os fatos comprovam em 2013.

Se nós quisermos um futebol menos no stjd e mais claro com times mais fortes e mais dinheiro, só os clubes podem sentar numa sala fechada e fazer. Mais ninguém.

E eles não vão fazer. Porque tal qual eu e você, são torcedores. E quando convém, mudam de opinião e de lado.

O Fluminense é o Flamengo. E o Flamengo é o Fluminense.

abs,
RicaPerrone

Mais um Fla Flu para sempre

Era um jogo polêmico desde o seu primeiro gol. Rever e Pierre se encostavam e no fim o zagueiro do Flamengo desloca o goleiro e sai o primeiro gol.  Foi empurrado? Não foi?  O juiz entendeu que tudo ok (eu também) porque o Rever só trombou com o goleiro em virtude do Pierre ter jogado ele ali.

Jogo tenso, decisão pro Flamengo que viu o Palmeiras empatar antes do clássico. Decisão pro Flu, só que menor, já que o G6 continua possível.

Numa alternância irritante de controle da partida os dois times tiveram seus momentos.  E quando o Fluminense mais produzia, tomou o segundo gol num erro individual.  Ali, morreu. Era o Flamengo quem chegava com mais perigo até que, num momento onde o Flu não fazia um bom jogo, uma bola parada encontrou Henrique, que encontrou o gol, que viu o bandeira, que chamou o juiz, que eternizou o clássico num “erro” corrigindo o “acerto”.

Já viu isso? Mas tem.

O que é mais justo? Sair da regra pra se fazer justiça em campo ou se manter na regra para que o erro seja validado?  A dúvida é cruel, mas o veredicto é fácil: ou pode ou não pode.

É mentira que o bandeira deu impedimento e manteve. Foi ele quem fez sinal pro juiz mudando de idéia dizendo que o Henrique não, quando Meira Ricci invalidava o gol. E aí então vem a discussão mais inconclusiva do mundo:  Foi ajuda externa? E se foi, como se prova?

Anula-se um jogo porque um gol ilegal foi validado e depois invalidado com interferencia externa?  É razoável que o erro de ter havido uma mudança de opinião formada por uma imagem dê ao Flamengo a perda de um jogo que ganharia?

Foda. Muito foda. Qualquer simplicidade na conclusão disso é vazia.

Mas o que é fato é que mais um Fla Flu não terminará jamais. O de hoje, em 2074 será lembrado e discutido:  “Mas na época não podia!”. “Vergonha!”. “Mas foi impedido!”….  e segue o jogo.

abs,
RicaPerrone

Neymar é moleque

A comparação com outros atletas olímpicos e suas reações ao vencer beira a burrice. Mas respeitemos, pois ela é interminável e como um câncer vem em quem as vezes não pode se defender.

Nenhum atleta olímpico toma porrada o ano inteiro, todos os dias, e é cobrado individualmente por um coletivo. Nenhum deles tem a importância de um jogador de futebol da seleção brasileira e portanto ninguém ali sabe o que é ser capitão da seleção.

Aos 24, campeão de tudo, cobrado como se fosse um Pelé maduro aos 30, Neymar precisa aceitar ser um moleque e aceita.

Ele erra, faz biquinho, fica puto, decide o jogo, xinga de volta, sobe na arquibancada, abraça a (ex)namorada e recebe o filho no gramado. Neymar é Neymar, não é o cara que você decidiu que queria pra capitão da seleção.

Porque diabos você acha que um ídolo deve ser como você espera que seja e não como ele é? Quem você acha que é pra saber sua reação após apanhar por 15 dias 24h de todos os lados e com a medalha no peito ouvir uma ofensa?

Ele bateu no rapaz? Não, só mandou tomar no cu. Que aliás, é algo bem justo considerando que o mandam pro mesmo lugar o dia inteiro em todos os lugares do mundo. Especialmente no Brasil, onde sucesso é crime.

Esse moleque que vocês querem moldar numa forma de Messi, nos deu a medalha que ninguém havia dado. Esse pivete cheio de marra que vai pra noite sem se esconder de fotografo e que quando não tá afim não dá entrevista pra imprensa, é o cara que resolveu a final da Champions League e a da Libertadores antes dos 23 anos.

Você quer mesmo meter o dedo na cara desse moleque?

Você acha realmente que tem alguma idéia do que ele vive e do quanto é cobrado para ter ou não o direito de ser humano e explodir contra alguém que o ofende após a conquista?

Que tipo de pessoa é você? O que apanha e dá a outra face? Porque se for, me perdoe, mas prefiro Neymar.  Prefiro Romários. Prefiro a verdade num destempero do que a falsidade de uma ação midiática para ser a Sandy de chuteiras.

Neymar é moleque. E com 24 anos, se não fosse, seria burro.

abs,
RicaPerrone

Quem paga o Pato?

A pergunta número um sobre a “volta de Pato” é:  quem paga o Pato?

Por mais apaixonante que seja a idéia de encosta-lo como “punição” por ter jogado mal no Corinthians, perdido aquele pênalti e ido bem no rival, é um investimento e deve ser tratado como tal.

Pato tem o mesmo interesse do Corinthians em jogar bem: lucrar com isso.

Tendo ambos a mesma meta a curto prazo, porque diabos usar a vaidade contra e não a favor? Pato joga, o Corinthians ganha um puta atacante, eles dois se ajudam, ele se manda e deixa o Corinthians bem na tabela.

Da perda considerável que foi esse investimento (que eu não recrimino) o cenário menos ruim agora é Pato em campo dando algo pro Corinthians.

Quem disse que, talvez, por acaso, quem sabe, numa mirabolante possibilidade, ele não se acerte ali, comece a fazer gol e até renove contrato?

Futebol é maluco, muda a cada 10 minutos. Não tem sentido reintegrar o Pato, mas faz todo sentido usar o que está pagando. Pato em campo é muito melhor pro Corinthians em todos os sentidos do que em casa dando entrevista.

abs,
RicaPerrone