lider

Vocês não tem o direito de desistir

“Prometo estar contigo na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, amando-te, respeitando-te e sendo-te fiel em todos os dias de minha vida, até que a morte nos separe.” 

Se você não disse isso ainda pra alguém, um dia dirá. E se disser, não vai cumprir. Casamentos acabam, amizades acabam, carreiras são trocadas, até mesmo de sexo se muda. Mas o time de futebol não é uma alternativa aceitável pra trocas. Homens não mudam de time. E se mudam, não são homens.

É seu único casamento que com certeza será pra sempre. E assim sendo, cumpra o prometido.

Tá doendo? Tá. Tá com cara de tragédia? Tá. Mas e daí? Quando tava ganhando você tava lá. Agora é ele que precisa de você, não você que está gozando com a vitória dele.

Torcedor bom vai quando PRECISA. Torcedor comum vai em jogo bom ou quando está legal fazer parte.

Eles estão em pânico. Tá tudo dando errado. Mas se você não notou o Botafogo ainda é líder e faltam 6 rodadas.

Se não vier da arquibancada o voto de confiança, de onde virá? Se a casa não estiver cheia, mesmo que seja em outro estádio, qual o recado será dado?

Avise-os na prática que vocês estão ali ainda. Porque quando torcidas como Corinthians ou outros rivais lotam um treino ou uma porta de CT pra apoiar todos acham lindo. Então faça.

Bota a cara, usa a camisa, acredita e tente ser parte do processo de reverter isso. Baixar a cabeça e desistir é exatamente o que o Botafogo tenta se livrar há décadas. Comece por você.

Qualquer gesto de confiança ajuda. Numa rede social dos jogadores, agindo na quarta como se estivesse tudo bem, ou que seja usando a camisa na rua. Mas o Botafoguense não pode desistir antes do time.

Eu conheço jogador. Só tem uma coisa que mexe com eles: o estádio.

Jogador é mercenário? Ok, muitos. Não tá nem ai? Alguns. Mas não tem um ali que seja indiferente a vocês. Todo mundo quer a mesma coisa.

Não é pelo terror que eles correm mais. É pelo amor.

Se você abandonar o líder do campeonato faltando 6 rodadas não é exatamente o time que é pipoqueiro. Você não será diferente.

Torcedor que paga ingresso pra cobrar não entendeu nada. Pague ingresso pra jogar. E então você terá a honra de dizer “nós” quando o caneco vier, e não “eles”.

Vocês não tem o direito de desistir. Mesmo que percam, morram atirando e não tomando tiro nas costas por terem corrido da batalha.

Tá ruim. Mas ainda tá ótimo. Olha pra tabela. Agora é simples. Ou você é parte da queda, ou do título.

Escolhe.

RicaPerrone

Eu gosto desse cara

Brasileiro tem um certo nojo de pessoas ricas. Culturalmente nos ensinaram a procurar méritos no fracasso e sorte nos vencedores. Textor é um gringo rico, tinha tudo pra chegar aqui e na primeira fase ruim se render aos pedidos apaixonados de milhões de “azarados” que querem te dizer o que fazer.

A bola entrou. É verdade. Mas antes disso, ele agiu. E agiu de forma decisiva pra que o Botafogo hoje suporte a liderança, pressão e até pontue em jogos ruins.

Nem acredito que ele soubesse disso ou tenha identificado tão rapidamente. Mas seja por ouvir um alerta ou por ter notado sozinho, Textor pegou uma jóia vendida como bijuteria e colocou caixa da Tyffany, preço de Tyffani e recolocou na prateleira.

Maluco? Você, se não entendeu. Ele, não.

O que é essa camisa cheia de marca pequena? Tira todas.

Mas senhor! Precisamos pagar as contas.

Não. A conta não fecha. Se eu vender 10 patrocinadores pra marcas ruins a marca grande não entra no meio de jeito nenhum. Tira tudo.

E a marca de material esportivo? Paga bem?

Não.

Tira. Eu faço a camisa.

Mas senhor, vamos entrar em campo sem nada?

Sim, só com o manto alvinegro. Que se não tiver rendendo merchan vai estar, ao menos, lembrando o adversário contra quem ele vai jogar.

E assim o Botafogo entrou em campo como Botafogo. Com um belo gramado, um estádio preparado pro jogo, uma camisa limpa e um escudo que era ofuscado pela padaria da esquina que anunciava ali.

O que isso muda?

Fala sério. Você sonha em ter uma Ferrari, não em ter um Corsa. Quem vende Corsa vai vender só Corsa. Não existe loja de Corsa e Ferrari. O consumidor da Ferrari não entra nessa loja.

O do Corsa entra em ambas, mas numa delas só pra olhar.

O Botafogo é caro. É grande. É pra marcas famosas e do seu patamar. Ou você acha que entra na loja da Ferrari e compra um carro só com um RG? Não, lamento te informar, mas não. Ela escolhe pra quem vende.

O Botafogo é uma Ferrari? Não. Nem o Corsa vendido há decadas em parcelas sem juros numa loja suja e sem ter onde sentar.

E veja, porque é relevante: O Botafogo não está se fazendo de grande. Ele está apenas se enxergando como ele sempre deveria ter feito.

E com isso vem confiança, o azar se afasta, a bola entra, a torcida que ontem duvidava acredita.

O jogador que ontem jogava lá porque outro não quis agora está lá porque quer.

Foi preciso um gringo vir aqui pra dizer pro Botafogo que ele era o Botafogo.

Quem diria? Nelson Rodrigues se mataria com tamanha confirmação de nosso complexo de vira-latas. Mas também hoje não reconheceria o clube que ele citava romanticamente e brilhantemente como “azarado” e “pessimista”.

Enfim, Botafogo!

RicaPerrone

Mais que líder

Grêmio e Inter vivem um do outro. Por mais impossível que seja o reconhecimento de um deles, são dois gigantes que se sustentam na rivalidade mais forte do país.

Quando o jogo acabou hoje e o time do Inter se abraçou no centro do gramado havia ali muito mais do que a liderança provisória (ou não) do Brasileirão.

Por 2 anos o Inter assiste o que mais lhe dói. O Grêmio ganhando e ele esteve penando fora dos holofotes até conhecer a série B.  Já foi o contrário e com absoluta certeza os dois se lembram da alegria e da dor deste momento.

Ambos sairam dela. Ambos tem compromisso com o protagonismo, e sua gente não sabe conviver com menos do que isso.

Nesta noite o Inter, recém promovido da série B, assumiu mais que a liderança do Brasileirão, mas sua identidade e a resposta que pediram a ele.

O torcedor colorado nunca quis subir pra série A. Ele queria o time dele de volta. E pra isso apenas um marco real e de seu digno tamanho poderia convence-lo.

A liderança é um detalhe perto do sentimento de “voltei” que o Colorado sentiu hoje ao olhar sua camisa.  O abraço no fim não era fazendo contas pra domingo que vem, mas sim apagando todos os domingos dos últimos anos.

Ser grande não é uma fase. É uma condição. Alguns são, outros não.

O Inter é mais do que líder hoje. É Inter.

abs,
RicaPerrone

Se enxerga, Mengão!

Se o Real Madrid pudesse ter algo que não tem, escolheria fazer os jogadores que compra. Seria mais lucrativo, criariam um padrão desde a base e se tornariam ainda mais fortes.

Os clubes brasileiros compram a megalomania da torcida e entendem burramente a necessidade de um ou dois grandes reforços para movimentar o mercado. As vezes, muitas vezes, quase sempre, compram o time todo.

Causam expectativa, nenhuma identidade e frustração.

O Flamengo comprou pra caralho, e quem levou o time pra liderança? Os meninos.

Quem brilha e decide é Paquetá, Vinicius, hoje até o Vizeu.  A zaga perdeu dois titulares, pânico! Nada… os meninos entraram e resolveram.

É inacreditável que o maior produtor de soja do mundo compre soja. O futebol brasileiro compra o que ele mesmo fez para suprir o que ele tem em estoque.

O Grêmio ganhou tudo e não há uma contratação de peso nesse elenco.

Os maiores times do Santos em todos os tempos não custaram nada.

Será que falta muito pra entender que com o salário de 1 mes do Geovânio você cria 3 melhores do que ele?

Tua grandeza tá dentro de você, Flamengo. Quem tá te levando ao topo é você mesmo e não o que você pode pagar. Porque quem compra futebol é europeu. A gente faz.

abs,
RicaPerrone

Pra matar saudades

Aquele Maracanã lotado, rubro-negro e a preços mais aceitáveis até lembrava um Flamengo de personalidade forte, iniciativa de jogo e vitória no fim.

E pra matar a saudades, ele apareceu.

Com o entusiasmo da volta do Guerrero, a atuação espetacular do Diego Alves, o golaço do Paquetá, a fumaça que causa o xodó Vinícius e a vitória construída no segundo tempo, sem folga e com algum sofrimento que é pra ser Flamengo.

O Inter jogou um bom primeiro tempo, mas não voltou pro segundo. O Flamengo fez um primeiro tempo ok, mas sem tentar resolver. No segundo veio pra fazer o gol a todo custo, e fez. Dois.

Não sei o que muda. Nem sei se mantém. O Flamengo alterna jogos como os de hoje com o da Ponte.  Mas é indiscutível a alegria do rubro-negro ao se ver líder, Maracanã lotado, Guerrero de volta e Everton Ribeiro estreando pelo clube finalmente.

Quinta-feira vale vaga. No domingo liderança. Na outra semana, a mais sonhada das classificações.

O céu está mais perto do que o inferno. E pensar que estiveram lá não faz nem 1 semana…

abs,
RicaPerrone

Nós, a seleção!

Uma das coisas que eu mais amo na vida é ver a cara de merda de quem duvidou de mim ou me desmereceu.  O prazer da “vingança” é natural, é instintivo e pobre do sujeito que se considera evoluído ao ponto de não ter esse gostinho.

Esse time do Brasil foi um saco de pancadas. Nós ouvimos pós Copa de 2014 diversas vezes que seria difícil classificar, que pela primeira vez existia um risco real da seleção ficar fora da Copa.

Que eram mimados, irresponsáveis. Que não fabricávamos mais talentos.  Que só queriam dinheiro, que não se importavam.

Ouviram que a favorita era a Argentina, o Chile, não nós. E ouvir isso jogando futebol deve ser ainda mais revoltante do que o conhecendo, porque é tão absurdo que chega a motivar.

Esse time atropelou todo mundo e terminou uma eliminatória de 18 jogos com 10 pontos na frente do segundo colocado. Brincando nas rodadas finais, dando olé, chapéu e ganhando de time motivado.

Somos favoritos em 2018. E não, sua anta! Não é porque a fase é boa. É porque somos nós, o Brasil. A seleção mais foda do planeta, os donos da porra toda, o time do mundo, a referência de todos.

Esses meninos dormem hoje com a seleção recolocada no seu óbvio lugar na mais torturante fase para ser um deles. Eles pagam por algo que nem participaram, pela desconfiança de uma geração que ainda não venceu e pelo ódio jornalístico nacional que se nega de toda forma a assumir um lado. E que deveria ter sido, desde o primeiro dia, ao lado deles!

Com Tite, Dunga, a puta que pariu. Tanto faz. O nosso LADO é o da seleção.  Eles nos deram o ouro, nos deram a vaga pra Copa, nos deram a dignidade de volta. Nos deram o favoritismo.  Nos deram alegria e orgulho.

E nós, porrada. Hoje, aplausos.  Merecidos, os dois. Mas é preciso ter um lado.

Dá pra aplaudir do lado deles. Dá pra criticar também.  Mas do lado deles. Sempre, todo dia, até o último jogo da Copa. “Nosso time”, “nossos meninos”. Não tem CBF, dirigente, nada.

Eu tenho orgulho desse time. Tenho orgulho da seleção e especialmente de ter sido um dos que não mudou de lado em momento algum, nem mesmo na noite após o 7×1.

Aconteça o que acontecer daqui pra frente, fique do lado certo. E não corra pro outro na primeira turbulência. Seja parte da vitória e da derrota. Aprenda a usar com dignidade o “nós”. Ou em 2018, se campeão, diga “eles”.

Obrigado meninos. E desculpa qualquer coisa.

abs,
RicaPerrone

Irritante Corinthians

Não é bonito, não se propõe a isso, passa longe de estar na lista dos memoráveis times do Brasil. Mas o que este Corinthians faz como ninguém é irritar os adversários.

Seja pela arrancada quase inacreditável, seja pelos 30 jogos sem perder. Talvez pelos gols contra, apenas 7. Talvez pelo título estadual improvável e a soma de um começo de Brasileiro invejável.

Começo? Estamos na metade.

Não são 3 pontos como os de hoje que enchem a torcida de confiança e os rivais de desespero. São onde os pontos são conquistados.

Foram 3 no Allianz, 3 no Maracanã, 3 em São Januário e 3 na Arena do Grêmio. São 12 pontos que nem o mais otimista dos treinadores prevê de véspera.

São 12 que valem mais do que isso. Não pelo “confronto direto”, já que nos pontos corridos isso é relativo. Mas pelo recado. É aquele piloto que lidera a prova, vê alguém se aproximar e faz a volta mais rápida.  “Aqui tem mais se precisar”. É um recado duro, um atrás do outro.

Esse time não tem posse de bola e não é muito ameaçado. Ou seja, ele anula o adversário sem ter a bola. E quando tem, resolve.

Guenta? Não sei. Na real sou um dos que apostava que não. Acho que o Vicente Matheus apostaria que não… sei lá.

Mas cada vitória como a de hoje somam mais do que 3 pontos. Desmotivam o resto.

E segue o baile.

abs,
RicaPerrone

Tite e o prazer em vestir amarelo

Nunca acreditei que os problemas da seleção se limitassem a Dunga e menos ainda a CBF. Esse discurso, pra mim, é vazio e de quem pouco conhece o futebol.

O que mudou?

Além da óbvia melhora técnica de treinador e no relacionamento com os jogadores, mudou o olhar. Não só o deles, mas o nosso. Ao invés de virem pra seleção ser massacrados porque a imprensa não gosta da CBF e do Dunga, eles agora pegam o voo sabendo que estamos esperando por eles e ansiosos pelo jogo.

Jogador do Brasil vinha puto, hoje vem feliz e blindado.

Tite colocou sua marca acima de CBF e o escambau, que é o certo. E pra quem não achava isso, repare quanto jornalista que por ser corintiano, passou a achar por simpatia ao Tite.  Acabou a pancadaria.

Não é mais “Neymar e o resto”. Temos um time, como tínhamos antes e nos recusávamos a aceitar.  São quase os mesmos caras, com a diferença que sorrimos pra eles, eles pra nós e que acima deles enxergamos um aliado e não um inimigo.

A mídia tem um poder massacrante sobre o futebol. E o Tite é o remédio mais eficaz de todos os tempos contra o azedume jornalístico que segue a seleção.  Tite sorri, brinca, da entrevista, é gente boa pra caralho. E isso satisfaz os colegas e conceitua 90% da analise do treinador.

A seleção hoje se diverte. Antes, jogava por obrigação. E essa sim é a maior diferença de todas.

Ou alguém realmente acha que nos jogos anteriores, em 3 treinos, o Tite fez um time que jogava mal e perdia passar a jogar bem e golear?

abs,
RicaPerrone

Não esperem nada do Palmeiras

O palmeirense sonha com o título que há muito não vem. Mas o restante do país espera do Palmeiras muito mais do que isso. Toda semana há uma torcida enorme (porque soma a maior do país nela) secando e esperando a hora que o Verdão vai tropeçar.

“Tem que acontecer”. “Ninguém ganha todas”. E bradam numa perspectiva tão confusa que chega a ser engraçada. Porque é óbvio que “ninguém ganha todas”.

“Nem você”, dirá o palmeirense.  E com enorme razão.

Ser palmeirense hoje é rir no fim da rodada entre o alívio e a euforia. Os pontos corridos geram uma sensação péssima de “confirmação de título”. Ou seja, neste momento pra muita gente o Palmeiras não o está conquistando, mas sim evitando perde-lo. O que é absolutamente estúpido, diga-se. Mas estupidez faz parte da vida.

Está desconfortável ser Palmeiras. Tanto quanto promissor.

Faltam 9, e a cada rodada o palmeirense segura com mais dificuldade a vontade de explodir e jogar na cara de todo mundo que não, “dessa vez não!”. Compreensível, pois nunca esteve tão perto, tão merecido e tão pouco exaltado por terceiros ao mesmo tempo.

Sinto falta do “oba-oba”. Sinto que há “medo de perder”  no ar e que isso gera um conflitante sentimento no coração palestrino. Entendo, é absolutamente justo. E se vier, o título virá com alívio junto do prazer, o que é pra poucos.

Mas explica-se. Porque tem muita gente que fica aliviada em não cair. Quando você fica em ser campeão, há algo no seu clube que nem todos tem.

abs,
RicaPerrone

Vasco, o basicão

Existem mil formas de se fazer a mesma coisa. Você pode cumprir seu horário de trabalho com uma vontade enorme de fazer o que está fazendo, com mil metas a sua frente, ou apenas cumprir pra chegar as 17h e ir pra casa.  Você pode empurrar seu casamento com a barriga ou ser apaixonado pela sua esposa.  Você pode reagir a mesma situação de diversas formas diferentes.

Eu tenho comigo a idéia de que o estádio vazio causa mais efeito ao jogo do que o contrário. Imagino um ator entrando no teatro e vendo ele cheio de lugar vazio. Ele vai atuar, talvez até muito bem, mas não vai tirar dele o melhor possível.  Simplesmente porque aquele cenário não comporta o seu melhor.

O Vasco montou um time pra tentar um milagre e quase conseguiu. Fez dele o time que “ganha do Flamengo” e isso num ano “morto” de série B, vale a pena. Mas agora, vendo que não precisa fazer nada além do mínimo pra conseguir subir, vendo o futebol sumir e a liderança permanecer, sem recorde pra buscar e com a Copa do Brasil bem complicada… como se tira algo a mais desses caras?

Porque se tiraria? São vencedores, jogadores veteranos em sua maioria.  Não adianta o papo de “tá lá tem que trabalhar”.  Eles trabalham, como você.  Entram, cumprem horário, saem… mas e o brilho no olhar? Ou talvez o sangue nos olhos, se preferir.  Esse não vem com salário. Vem com desafio.

Qual o desafio do time titular do Vasco, veterano e consagrado, em disputar uma série B?

É o parente saindo da cadeia. Nem dá pra fazer muita festa.  Você fica feliz, faz um churrasco mas nem chama muita gente.

Esse momento do ano era pro Vasco ou estar buscando um recorde (perdeu), a Copa do Brasil (ficou dificil) ou ter um time montado pensando em 2017 cheio de garotos mesclando um ou dois veteranos para sonhar com um conjunto forte ano que vem.

Ele não tem nenhum dos 3 cenários.

A insatisfação do vascaíno não tem a ver com a série B. O Vasco é líder, vai subir. Pouco importa.

Ele não está é vendo o Vasco preparar algo que evite uma nova queda em breve. E aí, infelizmente, não há torcedor que vá, nem jogador que dê algo mais.

O basicão ta alí.  Mas desde quando o Vasco aceita ser o mínimo possível?

abs,
RicaPerrone