
Fred é tudo que um ídolo pode ser. Artilheiro, vilão, herói, piada, vítima, perseguido, polêmico, vencedor. O torcedor do Fluminense odeia ter que amar o Fred, mas ama.
Até mesmo aquele mais rebelde Young Flu que se nega a aceitar estar diante de um dos maiores nomes da história de seu clube, no fundo, adora o Fred.
Porque ele não joga sempre. Mas quando joga, sempre resolve. E quando resolve raramente é num jogo qualquer. Fred é protagonista de todas as semanas do Fluminense desde que chegou. E por consequencia, do futebol brasileiro.
Não há segunda-feira sem Fred.
Hoje, acho que pra quem é de fora, não há um Fluminense sem pensar no Fred. Pra eles, lá dentro, sei que Conca ocupa mais espaço no coração tricolor. Mas é mais fácil ser Conca, convenhamos.
Regular, firme, bom jogador, quase mudo, pouco contestável e imune a qualquer conflito.
Fred é Renato Gaucho moderno. Fala o que pensa, faz o que quer, assume a condição de capitão, lidera um grupo, divide a torcida, resolve jogos, se faz fundamental até pra que o descartaria facilmente.
Você pode não gostar do Fred. Mas tem que, no mínimo, reconhecer que nem todo mundo consegue sair do inferno na sexta pra ser ovacionado no domingo.
Ele te pegou, de novo.
abs,
RicaPerrone







Com bola no chão, de pé em pé, lúcida e envolvente, a Colômbia fez 2×0 com uma facilidade irritante. Aproveitando para que James Rodriguez, o “maestro” deles, fizesse o gol da Copa até então.
Era uma tarde comum no Rio de janeiro não fosse a presença ilustre de milhares de franceses e equatorianos. Se de um lado era um festival de “Si, se puede”, sabendo que não poderiam, do outro era só euforia pelas oitavas, já sabendo que seria a Nigéria o próximo alvo.



